domingo, 28 de dezembro de 2014

O regresso das polaroids

Segundo esta notícia,a extinta máquina polaroid vai voltar definitivamente ao mercado até ao final de 2015.
Pelos dados da "Impossible",existem 300 milhões de câmaras polaroid dos vários modelos produzidos entre 1972 e final da década de 90 para um milhão de cartuchos vendidos.
Esta parte é inacreditável:se há quem ainda as tenha perfeitamente funcionais,porque raio deixam enterrado em casa?Só pode ser por vergonha de exibir um aparelho ultrapassado!E como será que transportam aquele objecto de volume considerável?Pois é,cá está o cerne do problema...
À medida que a tecnologia foi evoluindo,as polaroids bem como as máquinas fotográficas com rolo,foram desaparecendo de venda porque já não compensam!
É óbvio que as novas polaroids não serão iguais às originais mas sim em formato digital,sem perder a sua imagem característica.
Como se trata de tirar fotografias instantâneas em papel,é adequado aos mais escrupulosos para se captar coisas que agradam e partilhar pessoalmente com os outros;um detalhe esquecido com os anos que as virtuais jamais substituem.
Quem conserva as velhas,certamente se vai roer de inveja ao ver esta nova linha de polaroids e câmaras modernas ao estilo das primeiras;até porque as fotos das antigas tinham pouca qualidade enquanto estas incluem muitas opções.
O único inconveniente das polaroids são as fotos em tamanho pequeno.
Os primeiros já não podem ser usados devido à falta de packs de filme específicos dessa época,por conseguinte,são inúteis.
Acredito que os novos aparelhos venham trazer momentos cheios de alegria e recordações futuras de uma moda de outrora:os álbuns de fotografias.

Sem comentários:

"O discurso é o rosto do espírito." Séneca
"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .