segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Dicas de criação de conteúdo

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Chegou a altura de abordar dicas de criação de conteúdo no sentido literal e não associado ao marketing digital.
Numa pesquisa efectuada a fundo,constata-se de que apesar de haver um surto de dicas,os resultados obtidos não são os desejados:há clichés que passam longe do que se pretende e a soar a truques infalíveis e um tanto instantâneos para enganar os ignorantes.
Desenvolvendo esta mensagem,destina-se a bloggers de longo prazo e não a influenciadores faz-de-conta.É hora de despertar-consciência de que a plataforma não foi concebida para qualquer um andar a poluir nem é uma brincadeira!No entanto,vale esclarecer de que actualmente há um conceito totalmente falso levando muitos a aderirem por ser moda e por achar engraçado mas não é assim como se diz.Exige disciplina e cuidado no projecto,pois vai ser acedido por centenas de pessoas e não porque se quer e apetece ser um influenciador.
É uma tarefa complexa e poucos estão dispostos a se envolverem.
Criar conteúdo para o blogue até já tem um termo designado de "web writing":trata-se de escrever para uma vasta audiência virtual que lê na mesma língua e do qual tem de ser útil,legível e ter seriedade,critério crucial porque vai ficar alojado nos motores de busca,as mensagens ficam marcadas na web...é preciso pensar bem antes de mergulhar neste mundo,imaginando por exemplo que um dia (dependendo do alcance) pode ser descoberto e servir de suporte para realizar algum trabalho de alguém,o chamado "web content".
Eis as vinte dicas para criar conteúdo para o blogue:
1 - banco de ideias
ter um banco de ideias,alimentar com frequência e seleccionar os tópicos mais adequados e favoráveis ao perfil do autor;

2 - memorização
convém ter à mão um bloco de notas porque as ideias costumam surgir exactamente quando menos se espera,apanhando o autor desprevenido e não se deve confiar na memória,é preciso apontar aleatoriamente no papel (recomendável) antes de esquecer ou se dispersar;

3 - inspiração
a inspiração para criar conteúdo provém de todos os meios:conversas,revistas,jornais,programas,áudio,youtube,navegar na internet e ler algo relacionado com a área do blogue.Os estímulos são constantes,o resto são desculpas esfarrapadas;

4 - evitar distracções
é preciso calma e concentração durante a elaboração do artigo,saber argumentar,justificar os motivos,desenvolver e fundamentar com o próprio ponto de vista;

5 - habilidade
escrever regularmente não é o mesmo de ser diariamente:deve-se ir praticando e enriquecendo o vocabulário,baseia-se em construir minimamente um texto coerente através de uma certa consistência sem enrolar o leitor ou ser vago,imprimindo um modelo pessoal e não formatado;

6 - verificar e estudar
perceber o que falta na blogosfera fornecendo informação nova aos leitores.Esta dica é universal e serve para bloggers experientes,para os iniciantes,para os desorientados e para empreendedores de marketing digital;

7 - planos,organização e metas
uma das estratégias de peso passa por ter um calendário editorial de modo a gerir o tempo e planificar (ocasionalmente,semanalmente ou mensalmente) a fim de tornar permanente e de não estar longos períodos inactivo;

8 - repetição de tópicos
só se deve reciclar uma mensagem quando o objectivo for acrescentar ou aprofundar um tema já publicado,dividindo em partes se houver muita matéria para ser exposta;

9 - plágios e veracidade do conteúdo
nunca copiar nada de nenhum blogue/site ou portal.Se o autor achou interessante,tem de referir sempre o link da fonte e usar aspas quando faz citações:só por estar publicado,não dá o direito de copiar sem autorização;o original foi redigido por uma pessoa dedicada e não por um bot automático.
Por outro lado tem de entender que só se deve escrever aquilo que for credível,aprovável ou vantajoso e não porque todos falam de determinada coisa por ser um fenómeno só para estar activo:ser autêntico é o segredo;

10 - quantidade
procurar um equilíbrio para não cair na monotonia,ou seja,não falar sobre os mesmos assuntos e sim ir variando dentro das categorias principais do blogue.
Transmite-se uma ideia errada de que quanto mais se publicar,mais os seguidores vão ler;

11- críticas e feedback
saber debater e aceitar opiniões diferentes é meio-caminho andado para conquistar a confiança dos membros,de ganhar uma reputação positiva e até de criar elos e colaborações;

12 - divulgação
divulgar nas redes sociais é uma forma bastante importante de expandir a visibilidade e de estabelecer uma comunidade.A página é uma extensão do blogue:o autor deve manter uma comunicação (humana e não robotizada) quando for necessário com os seguidores para se sentirem incluídos;

13 - alvo
ao contrário do que se apregoa por aí,é escusado definir um alvo específico.Além de limitar os seguidores,impede os outros bloguistas de fora do tema de participarem e de aprenderem melhor entre si e a blogosfera é livre e não para formar nichos!!!;

14 - ilustração
uma mensagem sem uma imagem a acompanhar torna-se aborrecido de ler.É obrigatório ilustrar sempre com uma imagem retirada de um depósito online gratuito correspondente ao artigo;

15 - pessoa
é aconselhável usar a terceira pessoa do singular no sujeito subentendido,a não ser que o carácter seja um diário de relatos pessoais ou intimista (jamais misturar) e responder na primeira pessoa;

16 - alma
empregar palavras vivas dá alma ao corpo do texto e chama a atenção do leitor;

17 - objectivo
a prioridade é a vontade do autor e nunca do agrado dos leitores,ou seja,o seguidor tem de se identificar com algo naturalmente;

18 - concorrência
num blogue normal,jamais se deve preocupar com o reconhecimento,concorrência e números.A informação retida dá a impressão de que a plataforma deve seguir um estilo profissional,com uma série de regras detalhadas para aumentar o SEO,causar impacto e atrair tráfego e de facto muitos criadores de conteúdo acreditam nessa armadilha impingida pelo marketing que só funciona para quem faz disso uma profissão ou se promove (aqueles bloggers que andam a preencher vazios);

19 - apresentação
no geral a estrutura tem de estar apresentável

e finalmente a dica número 20 - essência
um blogue não é para imitar um catálogo de vendas ou a imprensa!Isso faz perder a essência da plataforma tornando artificial.Tem de se exprimir o reflexo do autor sem medo de desafiar o convencional (não se pode vir com a ideia de que não compensa).

O propósito é destacar-se do ruído que abunda nos grupos de bloggers e que não trazem nada de especial.
Criar conteúdo é para os que se comprometem com o blogue e têm plena noção da potencialidade do papel desempenhado.
Os empreendedores ao menos deviam deixar explícito de que as dicas são a nível de marketing digital do espaço e para os que ganham dinheiro e não para serem seguidas por quem tem o blogue por ocupação e escreve por prazer:aqui encontra-se uma pequena distorção.
Do lado oculto da questão,também é indispensável ir adquirindo conhecimentos informáticos neste âmbito...a informação documentada nos blogues pertence à web.
Em resumo,criar conteúdo significa produzir,renovar se não obviamente não se pode classificar de "criação".

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Iniciar conversas em salas de chat

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O tópico desta crónica vai ser sobre uns conselhos para iniciar conversas em salas de chat.
Numa breve pesquisa efectuada por mera curiosidade,constata-se de que não existe informação partilhada em relação à utilização das salas de chat online.
Após uma longa ponderação,esta é a altura ideal de abordar uma publicação semelhante a esta,onde é importante salientar as regras básicas pois há um conformismo no modo de participar em salas de chat.
Um chat é a única plataforma activa em termos de socialização virtual,ou seja,é a forma mais primitiva de interacção humana:praticamente é um pronto-a-conhecer gente por escrito do qual os utilizadores trocam mensagens instantâneas,tudo pelas letras.
Proporciona conforto aos isolados,serve para descomprimir e principalmente combater o tédio.
Deve-se ter a noção de que isso não foi concebido para se chatear e sim divertir e animar ao teclar.
Actualmente converteram-se em espaços de enxovalhamento e de comportamentos abusivos e como em qualquer sítio da internet,uma sala de chat não é excepção:apesar de ser no anonimato,não implica entrar lá e dirigir-se a alguém como quer e apetece!
Eis então uma série de princípios fundamentais a serem retidos.
1 - O utilizador é notado pelo nome do nick:uma espécie de alter-ego que define alguém (é recomendável não usar nome próprio);

2 - as conversas são cruzadas e públicas;

3 - procurar saber primeiro o propósito de frequentar o chat dessa pessoa escolhida aleatoriamente;

4 - não bombardear com perguntas;

5 - ao contrário do facebook onde há uma eternidade para pensar,deve-se falar sobre assuntos leves e de raciocínio rápido e se a sala estiver cheia,a conversa voa e o membro tem de prestar atenção porque o histórico não fica registado;

6 - como um chat é livre,permite que um homem entre disfarçado de nick feminino,vice-versa,etc.Convém analisar as leituras para ter uma ideia do ambiente virtual em que se está a meter antes de cair numa armadilha ou pela possibilidade de ser uma brincadeira de mau gosto;

7 - há conversadores online que chamam logo no privado para estarem à vontade,no entanto não é assim que funciona:privar é a fase seguinte de quando se encontra um membro interessante,quando se pretende prolongar ou solidificar uma conversa e não como um escape por se sentirem intimidados ou confusos no meio de tantas mensagens!!!;

8 - se o utilizador não quiser conversar com ninguém,simplesmente entra-se na sala de chat com um nickname neutro a fim de observar ou de passar despercebido em vez de complicar os outros que vão lá para se entreterem;

9 - evitar divulgar o endereço de email ou outros contactos pois é algo muito particular para ser banalizado,captado por terceiros e até usurpados por aí;

10 - ter paciência e calma;

11 - a comunicação deve ser eficiente e directa para não gerar más-interpretações pois ninguém pode adivinhar ou descodificar o tom da mensagem expressa nem as reacções pela impessoalidade;

12 - num chat concentra-se utilizadores de todas as idades por ser de fácil acesso e o conversador deve filtrar o alvo e ter uma dose de bom-senso;

13 - as conversas são efémeras portanto nada de agarrar aos nicks;

14 - nunca ofender ou ser agressivo gratuitamente durante as conversas:isso é extremamente infantil e desagradável da parte de adultos;

15 - ser discreto ao interagir com um utilizador,isto é,nunca fazer perguntas invasivas ou menos próprias sem alguém mostrar receptividade para tal;além de ser aborrecido responder sempre o mesmo a todos,revela falta de respeito contra desconhecidos!!!;

16 - Não se pode ver quem está do outro lado do ecrã a teclar,ou seja,se o objectivo for conhecer alguém é para esquecer,pois num encontro marcado às cegas a hipótese de ter um desgosto é alta,ainda por cima muitos desses conversadores estranhamente não possuem conta em nenhuma rede social,escondendo atrás de palavras sendo duvidoso neste aspecto;

17 - o utilizador tem de ser capaz de identificar o "perfil" geral dos conversadores através de uma experiência exaustiva:que tipo de frequentadores costumam predominar,o estado civil,a localização,a faixa etária,se é a mesma pessoa que entra com vários nicks deve-se notar pelo padrão da mensagem,o background,etc.;

18 - a sessão é em tempo real,há conversadores a entrarem e a saírem constantemente;

19 - a conversação deve ser estilo telegrama

e para finalizar,a regra número 20:um chat destaca-se pelo teor informal.

Há erros cometidos pelos utilizadores que jamais devem ser ignorados.
É necessário alertar pois muita gente não tem esta percepção achando ser um espaço insignificante,daí não haver esclarecimento nesta matéria nem orientação suficiente.
Tirando esta parte,uma sala de chat também é uma fonte de impressões a não ser desvalorizada,embora haja atritos...o contexto é diferente das redes sociais contudo todo o cuidado é pouco:basta tentar envolver mais para entender a dinâmica dos conversadores da plataforma,evitar arranjar problemas e harmonizar a interactividade.
Isto remete à época do MSN (um programa instalado no pc)  onde as pessoas adicionavam outras na lista,teclavam e havia sempre aquela que chegava a salvar e a imprimir páginas de conversa para comprovar a veracidade a alguém ou por ser marcante ler.Nos dias de hoje,tira-se uma captura de um chat particular (como por exemplo,"Whatsapp","snapchat"...) usado diariamente e manda-se esse excerto à pessoa desejada...tornou-se num hábito comum arquivar mensagens instantâneas.
Conclusão:iniciar conversas numa sala de chat online depende da temática,o resto é deixar usufruir.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Acerca do modelo neurodidático

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Saudações tenebrosas!
Esta mensagem é sobre um novo modelo de ensino.
Num site de imprensa,ressaltou um artigo de uma ciência emergente.
Nos resultados de pesquisa infelizmente não existe esta abordagem em português por ser uma novidade e trata-se de modernizar a aprendizagem através de uma técnica recente pouco conhecida entre a classe dos educadores,pedagogos e docentes no geral.
Desenvolvendo isto,o professor é a raíz que deve contribuir para mudanças no âmbito da educação.
Implementar a neurodidática,está exclusivamente nas mãos do docente e não no sistema educacional.
É preciso romper convenções,arriscar e usar outras metodologias quando todos sabem que as aulas expositivas são desgastantes,insuportáveis e já não funcionam nos dias que correm!Para tal,os professores jamais devem andar metidos nos sindicatos,participarem em greves do que em revoluções de ensino e muito menos se preocupar em exibirem o estatuto e o privilégio de ocupar esse cargo do que com a carreira...esse tipo são dos piores e demonstram anti-ética,pois o aluno não pode ser sempre o receptor.
Estabelecer um padrão definido com rigor e critérios de elevada selecção seria crucial dado que depende dos profissionais que leccionam:é fundamental colocar alguém que saiba acompanhar a lógica dos tempos,que tenha uma mente aberta e seja criativo,ou seja,que tenha aptidão suficiente a ponto de incluir as capacidades relacionais no currículo e que o ensino corresponda com a realidade da época vindoura;baseia-se nos elos que se cria nas salas de aula e na compreensão de valores construtivos de cidadania.
Dinamizar a neurodidática é prepará-los para as exigências que vão ser necessárias para trabalhar numa empresa ou viver em sociedade,modelo voltado justamente à prática.
A plataforma "Neurok" referida aí,parece ser uma invenção promissora para os alunos aguçarem a curiosidade.
O modelo proposto é uma excelente ideia!Deve-se começar a diversificar disponibilizando suportes de estudo,é suposto ser um fornecedor de conteúdos a fim de motivar,ensinar a gerar informação e a gerir debates e deixá-los procurar soluções vai ser determinante no percurso...a cooperação é a palavra-chave do contrário é condicionante.A ignorância (e o conservadorismo) não deviam prevalecer e por isso os professores têm de seguir um modelo pedagógico futurista.
Porém eles têm de ter a noção de se colocarem no seu papel e não roubarem o emprego aos oradores/palestrantes:personalidades que vão para um palco fazerem discursos de despertar-consciências com o objectivo de expandirem os horizontes da audiência e de disseminarem alguma moral,reflexão,espiritualidade,comportamento,técnicas de relacionamento,teoria,corrente filosófica,etc. acerca de um tema ou área cuja maioria nunca ouviu falar ou não sabe se orientar perante certa situação e do qual absorvem essa referência que se destacou nesse termo.É um influenciador nato,um guru de auto-ajuda,enfim,um conselheiro (ou coach como se costuma chamar) com uma visão âmpla,original e credível e não aqueles que saem por aí a emitirem frases feitas,discursos previsíveis,exemplos vindos do pacote e a contarem histórias pessoais a fim de alcançarem fama...esses são os falsos palestrantes que chegam lá tirando um curso de "fim-de-semana" que serve para alimentar o bolso dos directores (ou por meio da carreira) e não propriamente alguém vocacionado a inspirar terceiros.
Cada profissão tem de estar no seu devido lugar,por conseguinte não devem ser confundidas!!!
Um professor deve parar de assumir a postura de orador de sala de aula com discursos previamente ensaiados e de impingir barreiras,isso depois reflecte-se nas notas.
Por outro lado,também actualmente nem faz sentido debitar matéria há que ser coerente com aquilo que se quer cultivar.O modelo antigo faz com que um aluno que não se adapte ao ritmo,compense em explicações ou leve a adquirir material complementar para entender e isto está errado.
A neurodidática é positiva.Por exemplo:em vez de ser o professor a ditar tudo,o aluno pode efectuar uma busca de tópicos de forma autónoma,assim activam os neurónios e leva a estarem concentrados sobre o que vão aprendendo e vão descobrindo potencialidades.
Entretanto,para acabar gradualmente com a programação onde as coisas devem ser decoradas consoante o gosto deles,o docente tem de ter uma espécie de formação adequada e centrar no perfil dos alunos deste século...a escola ainda é muito unilateral e não favorece ambas as partes.
Resumindo:um professor deve-se envolver naquilo que escolheu ser e conquistar a confiança dos alunos para as turmas se interessarem pela disciplina e um palestrante é que deve manter distância com o público e nunca trocado.
O ensino didático só traz benefícios apesar de muita gente achar que perde a típica seriedade,só basta repensar no molde.
O artigo é relevante e concorda-se com as neurociências:para convencê-los a aderirem,pode-se pedir a opinião a um especialista de modo a tornar a hipótese aceitável e frutífera.
Não resta dúvidas de ser uma estrutura complexa,a diferença vai ser notória e o empenho vai melhorar substancialmente.
Por enquanto o modelo neurodidático de ensino é utópico porque impera a falta de vontade.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Robótica para crianças

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O tópico desta mensagem é sobre a continuação da senda da tecnologia.
Há já um certo tempo,houve uma notícia um tanto polémica do qual gera um burburinho acerca do ensino da programação para crianças.
Ora dissecando o artigo,tem muito que se lhe diga.
Formatar as gerações para lidarem com robôs desde o jardim-de-infância é um contra-senso.
É escusado ensinar programação em tenra idade por não fazer sentido e isso vai ter um impacto negativo:há uma altura ideal para aprender a comandar robôs e elas devem ser controladas ou supervisionadas porque entregar tecnologia nas mãos de crianças é perigoso por causa dos vícios...o contacto deve ser feito com "grão de sal".
O robô Doc do "Kids Media Lab" no fundo não obriga a pensar,o boneco já vem pré-concebido e adaptado ao público infantil.A finalidade educativa é um argumento usado para introduzir a programação nas escolas sendo que equivoca-os a serem "inventores" e os pais andam iludidos com a ideia transmitida!
A interacção precoce com uma engenhoca provoca atrasos no desenvolvimento cognitivo,as crianças não precisam de aprender conceito básico nenhum sobre robótica;o marketing tem limites e influenciar através do ensino é preocupante.A criatividade não se encontra no robô:aquilo é só chegar lá,planear as instruções e dar ordens que o brinquedo obedece à voz da criança.
A comissão europeia comete um erro crasso ao definir a iniciativa como uma mais-valia apesar de serem os robôs a dominarem a sociedade no futuro e além disso nem todos vão gostar do mesmo.
A psicologia neste âmbito perdeu o poder devido à imposição tecnológica desde muito cedo e o conselho dado por esse americano soa a hipocrisia contudo alertar continua a ser fundamental:o psicólogo a este respeito desempenha um papel de peso.
Há uma enorme falta de noção neste aspecto...as actividades nas aulas feitas com o tablet não devem ser formais para manterem o interesse!!!
Que experiência uma criança da pré-primária vai adquirir com um robô?Isso não mede a inteligência de quem comanda e sim depende das capacidades individuais e do modo de processamento,outra,qual é a base e os critérios de avaliação na escola em relação à programação?O Doc foi classificado de brinquedo lúdico-pedagógico quando pouco permite estimular e desafiar a longo prazo,portanto a mensagem vinculada é falsa e o intuito devia ser explorar a robótica.
A investigadora quer expandir o projecto no 1ºciclo e pré-escolar ignorando completamente a ética e os princípios cívicos de cada família quando era suposto haver liberdade de escolha...os pais deviam ter a hipótese de decidir se querem (e for da vontade dos pequenos) que brinquem com o robô Doc e não implementado em massa como se fosse uma regra,devia de passar primeiro pela autorização,assim os coordenadores fazem com que seja inaceitável,onde são terceiros a educarem os filhos e além disso a questão é discutível pois contribui para a desumanização!
Oferecer robôs e tablets às crianças que não podem ter por razões económicas é uma estupidez quando as queixas mais recorrentes são as refeições das cantinas:aí talvez não convém ser prioridade e acham normal eles se alimentarem com o que se vende ou comerem refeições pobre em nutrientes e tal mas pelos vistos poucos mexem no assunto.
Por outro lado,distribuir os robôs também traz prejuízo em termos ambientais devido à acumulação de lixo electrónico/detritos que daqui a décadas vai custar muito a se decompôr...a lógica do "Kids Media Lab" está errada porque não garante que eles um dia sejam programadores!
A responsável está-se a tentar justificar incutindo a crença de que a robótica é um ramo da tecnologia que vem por bem e que vai ajudar muito a vida de milhares de pessoas.No entanto as coisas não funcionam como são ditas:ensinar programação a quem tem menos de cinco anos,é uma lavagem cerebral precisamente porque as crianças absorvem tudo nessa fase.
Por conseguinte,ninguém vai ser "inventor" ao aprender programação na pré-primária e primária.
Obviamente que dizem isso a brincar mas lá está o problema:é ao brincar de faz-de-conta de país evoluído porque a fasquia é baixa e o nível daqui está longe de alcançar esses onde o sistema é diferente e todas as escolas estão equipadas,preparadas e actualizadas para receberem este patamar superior de comunicação,ao contrário deste que anda decaído,nem sempre há condições ou infraestruturas e aderem pelo facto de ser uma tendência,para não dar a impressão de ser retrógrado.
Há inúmeros motivos para estar contra a componente de robótica para crianças...na prática retira o direito delas trabalharem o cérebro.
Para terminar,a produtividade da criança provém da imaginação e não fruto da programação.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Invenções insólitas

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Saudações assombradas!
Esta mensagem vai ser uma observação acerca de umas ideias seleccionadas da cimeira mundial.
Há já algum tempo,circulou duas notícias interessantes da feira de empreendedorismo tecnológico e das conferências relacionadas com o mundo digital que podem ser lidas aqui e aqui.
Começando pelo primeiro artigo,é possível tecer longas considerações acerca da diversidade das aplicações móveis inventadas por programadores anónimos vindos de todos os países para a apresentação de projectos em busca de investidores ou de simplesmente lançarem empresas start-up.
Indo por ordem,destaca-se algumas invenções insólitas:
a primeira é um chuveiro inteligente tipo semáforo para controlar o banho da pessoa que tem uma app opcional para instalar no smatphone chamada "Hydrao" caso queira um relatório completo no final de cada duche,uma ajuda para quem costuma desperdiçar litros de água.
Isto deixa uma dúvida:como é que se vai levar um smartphone para o banho,ou melhor,como é que se vai conectar?Será é que a pessoa é que tem de introduzir o tempo gasto?Bom,de qualquer maneira é engraçada;

a segunda é bastante polémica e chama-se "Teamwork Family",a app do divórcio.
É uma plataforma onde o ex-casal se regista,responde a um questionário e gera-se um calendário onde os compromissos são automaticamente ajustados em comum.Pelo que refere "sugere a melhor prática caso os dois não consigam chegar a acordo em algum assunto",é paga,envolve psicólogos,advogados e a outra característica é dividir os bens via virtual...inacreditável ao ponto de ser uma aplicação irritante a decidir algo pela pessoa.No fundo é uma desculpa esfarrapada para obrigar os elementos a terem contacto sob o pretexto das crianças.
Bom,como é pago talvez nem todos adiram;segundo,não substitui um intermediário real é apenas uma ferramenta auxiliar para se conciliarem à distância com os dias em que vão estar juntos com os filhos e por último,a aplicação é discutível devido à controvérsia monumental gerada:então o autor resolveu fazer parceria com advogados para compactuarem com artificialidade?Ninguém sabe se o sistema é credível,isso serve para o utilizador andar entretido no aparelho;

a próxima aplicação chama-se "Pikkle",inventada por dois britânicos e destinado ao alvo preguiçoso.Trata-se de um assistente pessoal com inteligência artificial onde o utilizador registado escolhe uma pessoa disponível para ir a casa cozinhar ou lavar a roupa à hora desejada e o pagamento é feito através da aplicação em vez de ter mais opções...motivo para desconfiar.

E a última aplicação chama-se "FlatFit App" que preenche sobre a pessoa e os hábitos em casa para saber se é compatível com o futuro colega com quem for viver.
A invenção não tem graça se só vale para o território espanhol!Só pode usufruir quem quiser morar em Espanha,logo é marketing turístico encapotado para levar o utilizador a registar,pois não está aberto aos outros países...funciona como um isco de atracção.Confirma-se o velho provérbio:"De Espanha,nem bom vento,nem bom casamento".

E o rol de banalidades e ideias desnecessárias continua para inglês ver e os aficcionados passarem o tempo,pensando ser novidade quando não fazem sentido e chegam a roçar o ridículo.
Do segundo artigo,a primeira aplicação chama-se "Wikinight",é uma plataforma criada para o utilizador pesquisar por bares,discotecas e tem um QR code associado aos empresários da treta para passar,ganhar pontos e receber brindes.
Lê-se ainda na página que inclui uma comunidade online de quem experimentou usar a app,abrange vertentes de negócios,serviços de entrega ao domicílio,packs com noites luxuosas em limousines e organização de festas privadas.A Wikipédia da noite destina-se obviamente ao alvo boémio e jovem porque são eles os maiores consumidores;

a segunda invenção absurda é o "Blue Code" onde se encosta no ecrã do telemóvel ao leitor.Não parece seguro e não explica a parte de como se carrega o saldo para pagar;

a terceira chama-se "Places",e pelo que diz serve para adicionar lugares e saber se um amigo chegou ao mesmo sítio em que o utilizador se encontra,ou seja,é meio-caminho andado para seguir os passos de alguém mesmo sendo inofensivo,bastava só combinar algo do que depender de uma potencialidade patética;

a quarta é a app mais insólita de todas:trata-se de um cofre online em caso de morte onde a pessoa guarda em vida informação confidencial encriptada.
O inventor deve estar a gozar!Isso nunca vai substituir um cofre a sério porque fica armazenado numa espécie de nuvem digital e permanece lá eternamente,portanto deita a perder todo o valor;

a seguir vem a "Biklio",uma aplicação que dá prémios a quem anda de bicicleta:esta pelo menos é uma excelente forma de motivar o utilizador a praticar exercício e depois tem um spot próprio para obter recompensas e tal,aliás é a única que traz algum benefício.

E por último vem a "Supper Stars",uma plataforma que permite encomendar um chefe de renome em casa duas horas antes da refeição,só basta a pessoa reservar um menu michelin e deixar o cozinheiro tratar do resto.
Isto é uma maneira das pessoas desfrutarem da alta cozinha noutro sítio sem ser num restaurante de luxo e de comerem sem gastarem um balúrdio,enfim o alvo são utilizadores da classe média-alta.

Após este desenvolvimento,há um detalhe a salientar:cada app é dirigido a um alvo específico,logo a adesão do público está condicionada.
As extensões promovidas foram no intuito de proporcionar conforto e não para fins úteis...só poluem o dispositivo.
Voltando ao assunto,deve-se distinguir um programador a fingir daquele que realmente adquiriu competências e tem hipótese de vir a construir uma carreira...muitos inventam aplicações só para usufruirem da fama e pelo fascínio profissional porém nem todos têm o dom informático e não tem nada a ver com formação:para se ser um empreendedor digital a pessoa deve traçar um plano sólido a longo prazo e não vir brincar ao faz-de-conta na cimeira mundial com discursos formatados.
Resumindo,uma invenção lançada implica que seja um projecto empreendedor com futuro criada por génios da computação com criatividade e imaginação e não ideias compradas.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

30 conselhos para conviver com introvertidos

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O tópico seguinte é uma continuação à mensagem de baixo.
Recentemente através de uma pesquisa detalhada,surgiu entre os resultados um artigo arquivado de imprensa correspondente à introversão.
Desta vez foi mais incisivo:ressalta alguns exemplos de introvertidos (de outros países) que se tornaram reconhecidos e testemunhos das dificuldades enfrentadas.
Tudo vem a propósito de um livro lançado por uma autora chamada Susan Cain acerca do poder do silêncio,ou seja,do contraste que faz com gente que não pára de falar...certamente de conteúdo útil que merece ser lido e publicitado a fim de expandir os horizontes mas infelizmente livros de carácter temático e de debate são pouco concorridos,estão sempre nas últimas opções de venda.
Eis então as 30 curiosidades e conselhos valiosos à mistura a serem retidos para conviver em harmonia com introvertidos.
1 - não embaraçar em público;

2 - nunca interromper,ignorar ou silenciar quando um retraído estiver a falar!;

3 - não forçar a fazer algo que não queira;

4 - criar vínculo ao invés de olhar como se fosse um estorvo;

5 - à semelhança do ponto 2,deve-se saber ouvir o que estiver a contar:dialogar não significa ser um palestrante ou um guia com um roteiro como se o outro elemento fosse incapaz de fluir.É ir acompanhando naturalmente o rumo da conversa;

6 - é confuso aturar gente extrovertida sem filtro nenhum estilo livro aberto:é preciso prestar atenção ao que partilha por aí para depois não se admirar que a pessoa calada descobriu coisas acerca da vida pessoal e ser tida como intrometida ou ser catalogada injustamente dos santinhos serem os piores.
Desabafar assuntos do foro pessoal ou familiar diante de qualquer um,não é uma qualidade a ser exaltada e sim falta de auto-controlo!;

7 - os extrovertidos geralmente têm memória curta por serem voláteis,dispersos e ocupados portanto ser introspectivo é um privilégio;

8 - eles costumam ser pessoas selectivas nas amizades;

9 - têm pouca energia interactiva;

10 - é necessário perceber que eles gastam o tempo a realizar actividades intelectuais e individualistas,diferentes dos extrovertidos que recebem estímulos exteriores constantes:conviver com o círculo de amigos,passear,ir a festas/eventos,ir ao cinema para entreterem,estabelecer novos contactos sociais e profissionais...enfim,resume-se em ter a agenda preenchida com uma série de tarefas dinâmicas;

11 - jamais obrigar a repetir o que um introvertido disse:isto pode ser um sinal claro de que a pessoa está a desvalorizar;

12 - os extrovertidos têm tendência a se distraírem facilmente dando a crer que são irresponsáveis no trabalho;

13 - introvertidos preferem ambientes calmos e equilibrados para descontraírem;

14 - conquistar a confiança devagar se quer ganhar uma certa proximidade ou que a pessoa se solte;

15 - introvertidos são excelentes confidentes:eles mantêm fielmente um segredo e são afavéis;

16 - não suportam incompetência profissional;

17 - são ponderados devido à sua natureza intuitiva;

18 - eles não vivem para agradar terceiros;

19 - odeiam multidões enquanto os extrovertidos "morrem" se ficarem sozinhos por não estarem habituados ao isolamento e acharem ser depressivo e entedioso estarem em casa;

20 - evitar invadir o espaço privado da pessoa reservada;

21 - são coerentes e organizados;

22 - querem estar longe de gente conflituosa e competitiva;

23 - não toleram instabilidade emocional;

24 - são mais compreensivos por serem sensíveis:ao contrário dos extrovertidos que são impulsivos e ingénuos,os reservados são dificéis de serem enganados;

25 - são decididos e dedicados enquanto os opostos frequentemente abrem a boca para emitirem queixas corriqueiras (e infantis) do tipo:"hoje é sexta-feira quero ir embora mais cedo";

26 - guarda os problemas para o próprio;

27 - absorvem as críticas enquanto um extrovertido recusa a ser menosprezado procurando aprovação gratuita;

28 - não se deixam influenciar/contagiar por modas ou outras coisas;

29 - não se sentem confortáveis com estranhos,a não ser que a pessoa passe segurança 

30 - e finalmente o conselho mais importante:respeitar os momentos de silêncio e ser paciente ao invés de considerar ofensivo e ficar incomodado.É preciso ter consciência dos limites a não serem ultrapassados e não um agarrado!!! (ou descartar rapidamente por perda de interesse)

Após estas 30 dicas enumeradas,confirma-se o abismo existente entre ambos traços de personalidade.
Em termos de gestão,as diferenças acentuam-se bastante por exemplo,um introvertido não deixa escapar um compromisso marcado enquanto um extrovertido não é lá muito atinado nem tem disciplina.São também mais fortes...é uma questão de nível de desenvolvimento psicológico e de estrutura mental.
Há milhentos argumentos a favor de uma pessoa reservada.
Tal como foi mencionado,o modelo estabelecido pela sociedade deve ser alguém de perfil aberto (sinal de auto-confiança,esperteza e vivacidade) porém nem tudo é como aquilo que se transmite:a ideia relacionada no fundo é absolutamente errada!O padrão foi moldado de acordo com a percepção que muita gente tem de aceitabilidade social e isso levou a ser uma regra.
O segredo é fazer um esforço para conhecer um introspectivo.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Introvertidamente falando


Foto de Introvertidamente.
O tópico desta crónica é sobre a introversão.
Chegou finalmente a altura certa de abordar algo que escapa à maioria das pessoas e do qual é preciso haver um despertar-consciências.
Após uma breve pesquisa efectuada,constata-se que há uma falta de matéria impressionante em relação à intuição quando era suposto haver mais divulgação.O único resultado obtido provém de um portal rasca onde descreve os tipos de pessoas introvertidas que existem.
Ora desenvolvendo o texto,trata-se de um portal criado por uma coach profissional que oferece serviço de aconselhamento e um e-book com o objectivo de auto-descobrir,ou seja,o conteúdo disponibilizado é meramente de auto-ajuda!Para além da informação ser escassa,não refere coisas importantes porque tem outra perspectiva.
Ao ler as publicações,houve um artigo interessante a esclarecer porque tantos deles quererem ser escritores.
Analisando aquilo,o portal foi dirigido no sentido individual pois não combate de maneira nenhuma o preconceito e os rótulos associados aos introvertidos,quem concebeu foram pessoas de estatuto e são essas a redigirem ao invés de serem colaboradores anónimos a terem a iniciativa:neste caso a coach está a promover o seu trabalho pessoal baseado numa linha óbvia para os distraídos acharem ser uma novidade.
Não é suficiente de modo a prender a atenção do leitor...é razoável.
A página está virada para fazer número e ganhar visibilidade,a proximidade com o público é só quando convém.Atrai pessoas que se identificam contudo quem discordar está sujeito a ser banido pelos adm's.
Só o facto de eles demonstrarem essa atitude descabida já revelam serem falsos introvertidos,alguém pronto a ser idolatrado desprezando as críticas!
No entanto,é preciso alertar de que não é um defeito da pessoa,pelo contrário,há inúmeras vantagens em ser introspectivo:a sociedade é que definiu uma ideia autenticamente redutora e distorcida da personalidade que deve ser desconstruída.
Deve-se ensinar a conviver com gente meio inibida enquanto os extrovertidos são o oposto que não acrescentam nada com conversas vazias e amizades superficiais...a comunicação não é somente oral a principal como sempre foi incutida,também deve-se saber valorizar os mais reflexivos e observadores e começar a romper os estigmas!!!
Os introspectivos não podem continuar a ser incompreendidos,aliás,há que prezar o silêncio no meio de tanto ruído onde não se apregoa nada de concreto e se vive de "máscaras",aparências,falsa felicidade e egos insuflados.
Eles costumam ser pessoas produtivas embora a habilidade não seja reconhecida,dado que a preferência recai num extrovertido por ser um modelo de inspiração mesmo sendo alguém com ideias batidas ou simplesmente desprovido de carácter.
A nível de trabalho há obstáculos para quem é inibido:muitas profissões requerem gente com capacidade de lidar com pessoas e ser comunicativa,há portanto poucas hipóteses de uma pessoa calada sair bem sucedida,a não ser que tenha a sorte de ter uma carreira autónoma,se não é ignorada e levada como alguém esquisita que não se encaixa com os colegas...vão caçar um defeito e falarem mal sob um pretexto qualquer.
Na prática não existem muitas actividades compatíveis onde os inibidos se possam envolver.
Voltando à crónica,se uma pessoa é reservada tem de criar um espaço digital para exprimir as opiniões sem medos,procurar se libertar e influenciar os leitores semelhantes positivamente...deve-se arranjar um meio de serem ouvidos onde são eles a moderarem ao invés de esperar por gurus formados a relatarem o quão desafiante é ser introspectivo!As plataformas geralmente não deixam à vontade.Assim no fundo os seguidores acabam por serem ovelhas conformistas e não introvertidos;a internet dá exactamente o poder de ser participativo neste aspecto e não de ser representado por falsos inibidos!!!
Pela experiência,o problema dos extrovertidos é confundir uma pessoa calada com passiva que aceita tudo,talvez seja daí que afirmam ser uma anormalidade:é fundamental tolerar as diferenças.
O portal do "Introvertidamente" foi a fonte deste texto extenso.
Por exemplo,lá diz que pessoas anti-sociais gostam de ler livros e esta mensagem veiculada é absolutamente errada!!!A frase jamais deve ser tomada como uma verdade inquestionável,esses são os obcecados-compulsivos por literatura que se isolam em histórias vendidas para se abstrairem da realidade,são carrascos curiosos do mercado.
Quanto ao grupo,é limitador e não incentiva os membros a suscitarem discussão:as publicações passam por aprovação e as regras estão estipuladas.Nota-se bem que a página é uma grande aldrabice camuflada de apoio ao público introvertido!
Os moderadores estão longe do que é ser introvertido e ainda estão convencidos que são entendidos na área quando é só a "ponta do iceberg" que partilham,há um mundo enriquecedor a ser explorado.
Por outro lado,o tema devia ser estudado e introduzido nos manuais de psicologia:isto é um paradoxo porque faz parte da aprendizagem na disciplina,está implícito e os psicólogos deviam-se actualizar e não recomendar sessões,salvo se o diagnóstico for grave e houver necessidade de desbloquear o interior.
Essa dita coach profissional nem sequer indica onde fica situado o consultório...o leitor é que tem de mandar um mail a perguntar e o tal guia baixa-se online através do site;para ser confidencial é sinal de ocultar dados úteis acerca do portal.Sinceramente,só acredita nesse embuste quem for pobre de espírito!E se é aconselhamento à distância,dá mais motivos para ficar com um "pé atrás":trata-se de uma oportunista que fala em nome dos introvertidos.
A introversão não é nenhuma falha.Há culturas onde é normal ser intuitivo (dependendo da educação recebida),logo muita gente deve evoluir de pensamento e evitar dizer para se integrar no ambiente que rodeia.O melhor era ser o elo de ligação!Não há nada mais irritante do que ser desrespeitado por terceiros porém antes de tudo deve-se haver conhecimento sobre a característica.
Resumindo o tópico,ser reservado é injustificável.Pouca gente tem noção do sofrimento dos inibidos e das dificuldades impostas...a forma preconceituosa como foi transmitida a ideia de uma pessoa fechada,causa más-interpretações que deve ser mudada. 

domingo, 8 de outubro de 2017

30 conselhos sobre as eleições que nunca contaram

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O tópico desta crónica é sobre alguns conselhos dirigidos ao eleitor.
Numa breve pesquisa efectuada por curiosidade a propósito de conselhos para votar nas eleições,constata-se de que não há nenhum resultado captado ou um guia útil a explicar a importância de comparecer na urna,algo inacreditável porque não é uma tarefa tão simples como foi incutida.Há uma tremenda falta de conteúdo numa altura em que apela à evolução de consciência política.
Antes de mais,votar significa escolher um partido da lista e pôr uma cruz no boletim de votos.
Seguem-se enumeradas as 30 dicas de ouro a serem retidas.
1 - Ver quais são os candidatos ou partidos que estão na concorrência ou em vigor;

2 - obter previamente as informações;

3 - o eleitor tem de se identificar com os ideais e valores transmitidos;

4 - filtrar a informação credível da duvidosa do cabeça de lista/partido;

5 - os panfletos são fonte de reflexão,por isso não se deve deitar fora ou então mais vale não receber;

6 - recolher dados relevantes;

7 - há uma diversidade de grupos logo é escusado dar desculpas para não votar em ninguém e dizer que não percebe nada;

8 - consultar os programas de cada um deles na internet;

9 - tentar contactar ou esclarecer dúvidas através de mensagem na respectiva página ou site;

10 - verificar a reputação do partido,isto é,se as propostas na prática correspondem e se o representante tem um discurso fiável ou irreal;

11 - ir decidido e não deixar os eleitores à espera;

12 - os pequenos são os que têm pouca visibilidade ou aderência do povo e não propriamente que sejam um fiasco:se está no papel é porque já conseguiu um assento parlamentar (via petição) portanto um porta-voz do movimento;

13 - a comunicação social nunca os dão a devida cobertura e tempo de antena para influenciar as pessoas com os partidos comuns,sendo intencional a desvalorização;

14 - estabelecer um perfil ideal do candidato político e uma expectativa daquilo que se imagina é um dos critérios de peso;

15 - saber os princípios apregoados sem entrar em fanatismos!!!;

16 - é preciso salientar que não é ao estar presente na secção de votos que se vai combater a abstinência,pelo contrário,lamentavelmente muita gente não usa nem aproveita o poder democrático e geralmente são as mesmas que andam com hipocrisias baratas em relação ao país que têm.Basta parar para pensar seriamente quantos no mundo gostariam de exercer a liberdade eleitoral de eleger um líder e não têm direito a votar por vários motivos?O voto em branco é grave nos dias que correm...é sinal de conformismo,de passividade e até de cepticismo e não de analfabetismo.Revela desorientação colectiva e isso vai custar a desenvolver ou ficar estagnado;

17 - as eleições são a oportunidade do eleitor optar pelo grupo preferido;

18 - ignorar as sondagens,as estatísticas e as previsões antes das legislativas:aquilo é encomendado e são meras notícias a fim de gerar discórdia,polémica e de incentivar o público a virar para esses partidos de modo a não perderem a sua legitimidade enquanto governo e assim estarem na liderança fortemente enraizada há décadas;

19 - procurar verificar quais são os objectivos definidos a serem alcançados,se a força partidária é segura ou se não tem hipóteses de ter futuro;

20 - se for discutir e trocar opiniões com pessoas próximas,é regra apresentar argumentos válidos,ter bom-senso e acima de tudo estar preparado para abrir este assunto...tem de saber ouvir,ter qualidade e ser frutífera porém não é fácil conviver com visões diferentes e por vezes conservadoras pois a política é uma crença;

21 - ver se o deputado tem ética profissional,se cumpre as normas e não é dotado de provincialismos bacocos;

22 - as eleições não são nenhum tipo de competição e sim uma questão de gosto individual e de apoio ideológico;

23 - marcar a cruzinha vai ditar o rumo nos próximos quatro anos,portanto cuidado redobrado;

24 - a televisão favorece os votos;

25 - é de lembrar que as campanhas eleitorais são uma forma de promover/publicitar na rua um determinado grupo:a comitiva limita-se a fazer a divulgação e quem estiver interessado,vota;

26 - assistir aos debates serve para se manter actualizado e também avaliar o candidato tipo entrevista de emprego:analisa-se a conduta perante os oponentes,se a lógica tem fundamento,o currículo e a agenda política;

27 - procurar sobre o histórico pessoal,biografia e conhecer o passado e as metas traçadas do representante em que vai eleger;

28 - outra das sugestões é:se for possível e houver vontade,participar em palestras,reuniões,comícios e eventos do partido pois faz parte de viver em comunidade e do percurso como eleitor e cidadão de um país!;

29 - uma das dicas de ouro que ninguém refere é de nunca votar num líder com ego insuflado,conflituoso,corrupto,arrogante,infiel aos compromissos e sobretudo manipulador...deve-se ter em atenção este pormenor crucial!

e finalmente o conselho número 30:fazer um balanço daquilo que é aceitável ou reprovável dentro das propostas lidas.

Estes foram os trinta factos que são ocultados em vez de serem contados para orientar o eleitor no caminho consciente.
A política é um direito cívico e os cidadãos devem começar a ter noção abrindo as mentes num bom sentido,claro...é preciso desafiar a velha ideia de ser proibido falar de política,com moderação e racionalidade não é nenhum crime,além disso é um ponto positivo para as gerações vindouras...enfim tem a ver com disciplina e cultura de uma nação.
Do outro lado,é errado moldar à semelhança dos pais:apoiar um partido é uma escolha pessoal do indivíduo e jamais deve ser uma imposição!
Se a pessoa não tiver um espírito de contribuir para mudanças sociais em várias áreas,o estigma de ser um tema ofensivo vai prevalecer e nunca mais vai-se sair do círculo vicioso.
Concluindo esta mensagem dos conselhos para votar que ninguém conta,o eleitor deve ter voz activa.

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"O discurso é o rosto do espírito." Séneca

"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .