segunda-feira, 16 de abril de 2018

O perfil do docente receptivo

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Nesta publicação,vai-se dissertar acerca de um tipo específico de professor/a pouco comum de se encontrar nas escolas.
Há uns anos,lançou-se uma mensagem semelhante onde foi descrito os 9 tipos de professores mas entre todos,o segundo dá para tecer uma longa tese.
Um docente receptivo aos alunos não se apanha por aí.Geralmente é alguém contratado cuja maneira de dar as aulas é menos monótona e formal:é leve e diversificada que capta a turma e que consigam ter positiva à disciplina.
Cativa os alunos pela imagem,isto é,pode ter atributos que sobressaem e são joviais.
Esse tipo de professor,é aquele com perfil de amigo mais velho no entanto não é como parece.
Quando há um/a professor/a acessível aos alunos,os jovens sentem-se à vontade para falarem e desabafarem por vezes fora das aulas,porém eles são mais chegados ao grupo de alunos sociáveis,aqueles que costumam contar tudo até problemas pessoais,procurando sempre alvos fáceis de convencer para ganhar aprovação e tirar uma certa vantagem que com os restantes não é possível,ou seja,eles ficam intimidados de criar vínculos andando com discursos hipócritas para encobrirem a falta de empatia...o intuito é insuflarem o ego.
Os alunos que fazem amizade na escola com eles não são confiantes,são jovens perdidos entre eles,sem referências e frequentemente pedem conselhos para se orientarem,principalmente no campo sentimental:o/a professor/a envolve com esses alunos preferidos,reproduz clichés e o parvo do aluno acredita mesmo se dizer coisas erradas por não saber distinguir o duplo papel.
A maioria dos professores não têm sensibilidade nem experiência e depois acham que têm autoridade suficiente para falarem de coisas que nem compreendem e andam a moralizar alunos que talvez não mereçam ouvir nada daquilo...a adolescência já é uma fase complicada de lidar,um falso amiguinho desses vem agravar a situação que só esperam ouvir de alunos desprovidos de valores,elogios como:"obrigado o/a professor/a é muito fixe","quem me dera ter um amigo assim para confiar","gosto muito do/a professor/a é bom/boa para conversar",etc.São de carácter narcisista e aproveitam-se do poder para atingirem os fins.
Além de apresentarem uma conduta anti-ética,eles estão a causar discórdia na turma pois estão a ser injustos com os alunos.É uma forma de provocação!!!Se fosse verdade,nunca iria acabar por classificar os alunos de melhores e piores (em termos de participação/convivência).
Esse tipo de professor/a amiguinho/a com quem se pode ser afável,não são inclusivos,pelo contrário,são cruéis e péssimos modelos a serem seguidos porque simplesmente não faz sentido serem assim com alunos normais,a não ser que seja numa turma problemática,aí é diferente e deve ser selectivo/a.
Eles arranjam um pretexto ou caçam defeitos como desculpa esfarrapada quando se sentem ameaçados ou um aluno não lhes agrada,rejeitando ou culpando de algo que aconteceu...no fundo um docente com esse perfil,odeia ser criticado e discrimina alunos inofensivos.São pouco evoluídos e carecem de formação e bases sólidas para lidar com adolescentes.
O professor conselheiro é uma autêntica ilusão!O aluno tem de ser privilegiado para receber a atenção e esclarecer dúvidas e assuntos próprios da adolescência porque se não,eles se incomodam e no fim favorecem as notas dos ditos extrovertidos.
Um docente trabalha com jovens,logo um perfil destes não se deve limitar a ensinar e ir embora:é preciso conhecer primeiro a dinâmica da turma,identificar se há elementos agressivos,passar confiança aos distantes,respeitar o feitio de alguns e evitar ferir susceptibilidades,pois não se trata de gente adulta com maturidade de vida!!!O vínculo é indispensável a fim da relação entre o/a professor/a amiguinho/a e o aluno ser funcional.
Ora a questão é discutível devido à hipótese de ser um truque o que leva a gerar más-interpretações da parte dos outros.
Eles puxam a amizade para os alunos irem às aulas e gostarem naturalmente dessa disciplina,só não têm o direito de "dar corda" a alguns:a idade de crescimento é desafiadora e há uma dose de curiosidade à mistura do qual esse tipo de professor não está preparado para responder às perguntas.
Na adolescência,há uma necessidade típica de pertença,de ser apoiado e ouvido sem problemas por uma pessoa mais velha que dificilmente estão disponíveis...o docente receptivo tem de ver até que ponto é aceitável determinado comportamento,não esquecendo que eles são imprevisíveis,isto é,a proximidade estabelecida não pode ser comparada igual a alguém maduro!!!Os alunos sociáveis vão trocar impressões porque não têm muito auto-controlo e quem for mais abusado,também bajula meramente para satisfazer o ego e ser bem-visto...é uma espécie de idolatria seca e bacoca.
Neste caso,o adolescente deve tentar ser imparcial pois por mais fixe que seja,é um superior hierárquico!Ele pode mudar de ideias a qualquer altura e aí os alunos vão ficar baralhados.
Este tipo de docente actualiza-se de novidades sem estar à frente dos alunos,acompanham as conversas e têm filtros como os outros...portanto,este "faz-de-conta" é apenas um pormenor.
O adolescente tem de ser esperto e detectar se o amiguinho é receptivo a todos ou é invasivo e antipático com alguns:se for incoerente,pode ser uma estratégia usada para sacarem informações e comunicarem ao outro professor na sala de professores (ou a terceiros).Com os elementos reservados e distantes da turma eles sentem que não precisam criar elos por acharem que não estão interessados e se desenrascam bem (nas aulas ou em outros aspectos).
Como desempenham um papel estrito,têm a responsabilidade de interagirem na prática e não teoricamente!Eles não podem se centrar nos grupinhos sociáveis para darem confiança e fazerem amizades e sim começarem por dar o exemplo de um docente ideal na escola.
A maioria dos jovens desta geração têm pais moralmente incultos e permissivos,um/a professor/a desses vai ser obviamente uma figura/guia para eles se espelharem ou uma compensação daquilo que não têm na vida deles.
De uma perspectiva profunda,um docente receptivo é duvidoso por uma razão:uma turma é uma micro-sociedade e eles não devem ter lá noção que deve ser coesa e não pode haver conflito e a proximidade não deve ser dirigida só aos extrovertidos que por norma já têm facilidade.
Se por acaso um adolescente apanhar um professor amigo dos alunos,tem de pensar duas vezes antes de ser prejudicado:se não for afável nem se simpatiza com todos,então o melhor é "ficar com um pé atrás" e avaliar mentalmente;ele/a deve ter consciência do impacto do duplo papel na escola,ao invés de debitar conselhos para alunos superficiais!
O aluno não pode achar que é o único a elogiar,eles têm mais turmas onde todos dizem o mesmo.
Quem tem esse perfil,tem de ser acessível a todos os elementos para o vínculo ser retribuído (e não o oposto)...não se percebe qual é o receio,até porque iria subir na reputação;sinceramente,não custa arriscar e acumular competência.
Um docente receptivo é raro de se apanhar nas escolas.Por conseguinte,tem de ser praticamente um rumo e não pode só meter conversa ou influenciar alunos sociáveis,vai contra a regra.
Resumindo:um/a professor/a tipo irmão/a mais velho/a se não for justo/a,é uma armadilha perigosa reflexo do preconceito enquanto indivíduo social.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Ídolos virtuais

Resultado de imagem para youtubers


Saudações tenebrosas!
O tópico desta crónica é sobre ser youtuber.
Numa pesquisa efectuada a propósito deste assunto,constata-se de que os resultados obtidos são pouco úteis e nenhum alerta a parte menos boa de ser vlogger:há uma falta de informação e orientação relativa a este projecto.
Ora desenvolvendo,chegou finalmente a altura certa de abordar acerca de referências digitais.
Daquilo que foi retido,notou-se de que não existem artigos a esclarecer quanto ao plano a longo prazo de ser youtuber,apenas um surto de dicas para abrir um canal,algo inacreditável nos dias que correm.
Antigamente era impossível uma pessoa comum ter um lugar de destaque.O "Youtube" é a nova revolução deste século alternativo à televisão,onde há mais de uma década o fenómeno de popularidade era impensável e a impressão que se tem ainda é vaga pois em plena era de celebridades virtuais,muita gente não consegue adaptar ao ritmo das mudanças,ou seja,não se tem noção que o "Youtube" é um universo muito raso.
Ser youtuber não é uma mera brincadeira de entretenimento,pelo contrário,é uma nova forma de gerar ídolos e de catapultá-los para o estrelato,daí a ser famoso é um passo muito curto.
A plataforma para além de ser uma ferramenta de desenvolvimento,é uma extensão dos media e como tal,tem de ser incutida a seriedade nos mais novos que andam fascinados!Actualmente os youtubers são equivalentes a artistas e animadores devido à facilidade de adquirir fama...ao criar um canal,praticamente passa a ser um apresentador do próprio programa contudo a ocupação não é para qualquer um.
A comunicação audiovisual é ideal para pessoas dinâmicas com uma personalidade amigável e disposição para se relacionar com os seguidores.O "Youtube" é o palco do protagonismo:ao falar para a câmera,centenas de pessoas vão estar a ouvir e a imagem naturalmente é a base.
O autor tem de "estudar" previamente o conteúdo antes de ser lançado,elaborar o guião,ter uma ordem daquilo que se vai falar,traçar o roteiro,mexer em programas de gravações,saber editar vídeos com legendas,ter em atenção ao som,luz e ângulo,construir o cenário,ter um alvo definido,expressar-se convenientemente e usar uma linguagem adequada.A preparação leva tempo por vezes semanas e antes disso,a exposição não pode ser controlada...os filtros não atenuam a visibilidade:é importante explicar o trabalho envolvido nos "bastidores" e que automaticamente vai-se saindo do anonimato.
Um vídeo depende das visualizações para alcançar sucesso e a participação do público é fundamental para o canal manter-se no ar,o subscritor tem de se identificar com o vídeo,se não,não compensa.
A actividade deixa um histórico e fica registado na plataforma,o vídeo produzido surge dos arquivos consoante a busca,logo o youtuber tem de ter o cuidado de não fazer algo que mais tarde se possa arrepender,relembrando que o vídeo fica acessível a todos,inclusive de outros países.
O autor está sujeito a diversas reacções pelo que não há nada mais entedioso que apanhar alguém exibicionista com a intenção de fazer número!
O tema é discutível.Para publicar vídeos,requer competência social e a reputação é transmitida a milhares de pessoas...o "Youtube" é um motor potente a nível mundial e para ser durável,precisa de ter alguma vocação,por exemplo:vídeos ao estilo consultório sentimental,é destinado a alguém que já seja bom e tenha experiência na área de relacionamentos interpessoais sem reproduzir clichés!Ser dotado de moral e sensibilidade no sentido humano;para abrir um canal de life coaching,também é semelhante e a pessoa tem de ter credibilidade em vez de usar o estatuto para atrair tráfego,não pode ser um coach de algibeira nem soar artificial e um vlog temático contribui na expansão de conhecimento e horizontes.
A planificação tem de ser ponderada,sempre com discursos curtos e com rigor e o ídolo torna-se responsável pela comunidade e deve fazer a divulgação em grupos de "influenciadores".
Por outro lado,a plataforma é democrática e há a banalização em ganhar reconhecimento causando alguma confusão,a audiência tem de ter a capacidade de distinguir e formular as opiniões daquilo que é exposto.
O termo não deve ser associado ao marketing,a não ser que se faça disso uma carreira e a pessoa tem de aprender a lidar com a fama...só não vale imitar ninguém.
É aconselhável revelar a melhor faceta,pois pode ser simpatizado por pessoas próximas,ser seguido por quem menos se espera ou então alguém de longe tomar como modelo.
Concluindo:um ídolo virtual não nasce numa árvore!

quinta-feira, 15 de março de 2018

As utilidades de um caderno em branco

Esta mensagem vai ser sobre as utilidades de um caderno em branco.
Numa breve pesquisa efectuada,constata-se de que os resultados obtidos são escassos e da informação partilhada,foi recolhida vinte formas de preencher blocos de notas.
Desenvolvendo o tópico,existem milhentas sugestões para aproveitar cadernos escolares que vão além de escrever textos ou contos.
Antigamente ninguém imaginava que um caderno pudesse ser útil fora das salas de aula...essa ideia preconceituosa de ser só para estudantes está totalmente ultrapassada!Actualmente está na moda transformar numa agenda multifunções,a fim de não se desperdiçar nada e de não se perder a habilidade cognitiva de modo a ser uma ferramenta de auto-disciplina na gestão do quotidiano.
Quem tem de sobra e não precisa,é aconselhável entregar a alguém intelectual que não coleccione papel.
Seguem-se enumeradas as vinte maneiras de usar um caderno:
1 - páginas matinais
permite escrever três páginas com tudo o que se estiver a pensar todas as manhãs,fazendo um detox mental,aspirações,solucionar problemas para o dia,confortar,estimular e desafiar para o dia seguinte;

2 - "sketchbook"
é um bloco para transportar na mala que serve para os criativos desenharem ao estilo pessoal e fazerem esboços nas horas vagas em qualquer lugar onde apanhe tédio;

3 - "bullet journal"
é um caderno personalizado pelo utilizador com aptidão manual.É visual por ser demasiado composto tipo obra de arte:tem de se ter paciência para sair caligrafia desenhada,ser apelativo e complexo.
Leva um rol de etiquetas,autocolantes,"post-its" coloridos,marcadores,canetas específicas e o único inconveniente é a ausência de rabiscos.Não existe um modelo universal e destaca-se pela versatilidade,ou seja,é abrangente;

4 - diário de sonhos
deve ser mantido perto da cama para apontar todos os sonhos,procurar saber o seu significado e serve de pista para detectar coincidências e alertas.Está incluído "flashbacks" e premonições;

5 - diário da nutrição
é destinado a quem se preocupa com a linha e com a saúde.
Serve para escrever o que se come e bebe durante o dia,quer seja para emagrecer ou para descobrir a alimentação que dá energia,registar alergias,intolerâncias e outros detalhes.Excelente prática para equilibrar a dieta;

6 - horários
ideal para os distraídos que não têm noção onde gastam o tempo,delimitarem as horas de cada actividade e marcarem compromissos.Deve-se ter por perto para ir actualizando;

7 - livro de memórias
um caderno pode servir para guardar memórias,episódios importantes,novidades,elogios recebidos,aventuras épicas,piadas,conquistas e algo excepcional que se tenha passado;

8 - jornal de gratidão
escrever agradecimentos,apreciar coisas simples e abordar experiências vividas;

9 - diário de bordo
óptimo para não se esquecer das narrações das viagens,documentar os percursos,passeios,curiosidades,locais visitados,gastronomia,jornada,pessoas,roteiros,cultura,confirmar os pertences das malas e apontar transportes.Outra hipótese é escrever lazeres e preferências...é uma espécie de guia de turismo idealizado;

10 - planear projectos
traçar teoricamente desde a ideia inicial,planificação,concepção e conclusão do projecto individual;

11 - jornal espiritual
usar para exprimir a espiritualidade,meditações,afirmações,mantras,filosofias,estados de espírito,falar do poder do karma,interpretar sinais,notas sobre astrologia,etc;

12 - metas
diário onde se escreve os objectivos claros e concisos para o futuro próximo,responsabilidades,imposições,etapas a alcançar,decisões a serem tomadas para realizar algo concreto,filtrar o que consegue,conseguiu e metas pendentes/adiadas;

13 - listas
elaborar listas de livros (caso seja leitor ávido),séries,compras,desejos,programas,execução de tarefas domésticas,filmes e sugestões de entretenimento;

14 - hábitos
criar rotinas,analisar o que quer ou não abandonar,repensar nos costumes,frequência;

15 - finanças
controlar gastos,verificar despesas,usar o caderno para contabilizar,fazer um orçamento de quanto se vai dispender anualmente,mensalmente ou semanalmente,nível dos padrões de poupança,definir regras a serem cumpridas a longo prazo,desenhar gráficos e barras.Ideal para consumistas;

16 - fitness e bem-estar
é destinado a quem faz exercício,tanto treinos independentes no exterior ou em casa como supervisionados num ginásio a fim de motivar,inspirar com imagens,escrever os progressos,dicas saudáveis e técnicas especiais;

17 - organização de eventos
uma das utilizações de um caderno,passa por organizar festas,casamentos,aniversários,baptizados...guardar as cores,lista de músicas,lista de convidados,convites e tudo o que estiver relacionado;

18 - "scrapbook"
é um livro de recortes que serve para colar/montar fotos,bilhetes,tomar anotações sobre algum momento e partilhar lembranças;

19 - caderno de aprendizagem
se o utilizador estiver a aprender algo de forma autónoma,pode-se acompanhar o processo através do caderno,por exemplo:curiosidades,capacidades digitais,informáticas,espécie de curso online,tutoriais,receitas seleccionadas da vontade pessoal,truques,etc.
Isto chama-se aprendizagem informal,eficaz para captar a informação disponibilizada na internet relativa a determinado assunto ou área.Também pode servir para transmitir conhecimento ao público virtual,caso a pessoa entenda e domine certa competência (nova ou pouco ensinada por aí)

e finalmente,o ponto número 20 - escrita livre
escrever tudo o que vier à tona da superfície,tempestade de ideias,palavras soltas sem medos,frases desconexadas sem restrições,libertar o fluxo camuflado até se esgotar,fazer um mapa de ideias,esquemas e travar conflitos internos.

A versão em papel é um meio de consulta rápida,insubstituível,viciante e vantajoso.Não se compara com o conformismo digital e às facilidades oferecidas pela tecnologia!É um veículo para se orientar e atinar que proporciona uma visão geral e onde o histórico fica arquivado.
Um caderno em branco é útil para ocupar o tempo e adaptar não é nenhuma mania esquisita,pelo contrário,dá um alívio mental e pode-se ir ajustando a lógica à medida que se for cumprindo.
Por outro lado,faz impressão quem escolhe um bloco de notas pelo aspecto,tamanho e formato da capa...no fundo só muda as folhas,o resto é igual depois mais tarde vai custar a descartar.
Escrever numa agenda digital continua a ser diferente de um caderno.No entanto,vale salientar que por ser proveniente da natureza,só convém ter o suficiente a ser usado e não andar a acumular uma quantidade deles sem estar cheio primeiro só porque é atractivo!!!Isso não é para enfeitar a casa.O pormenor parte desta consciência ambiental para a sustentabilidade do planeta.
Resumindo,um caderno multifunções transmite asseio e é uma questão de credibilidade e segurança.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Regras de etiqueta do Facebook

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Saudações tenebrosas!
O tópico desta mensagem é sobre aquilo que jamais se deve fazer numa rede social.
Há uns tempos,surgiu um excelente artigo de imprensa a falar do ódio que se vive por todo o lado e dicas para enfrentar.
Da informação retida e através de uma observação aprofundada,foi seleccionado alguns pontos mais comuns apresentados por pessoas na sua maioria com estudos superiores.
Desenvolvendo a crónica,actualmente predomina ignorância no uso da rede social:não é por ser virtual que se pode expôr tudo desmedidamente,ou seja,o espaço não é um caixote de lixo para circular diariamente uma grande quantidade de mediocridade!
Antes de tudo,é preciso ter noção de que as regras de etiqueta ainda são válidas e não estão ultrapassadas,são fundamentais para a harmonização online.
Eis em seguida dezasseis comportamentos graves e deploráveis cometidos pelos utilizadores no facebook:
1 - indirectas
procurar resolver um problema pessoalmente,se não for possível,é para esquecer em vez de lançar ódio na rede social.Uma indirecta é infantil,o alvo não vai ver e além disso atinge desconhecidos;

2 - enviar solicitações de jogos e eventos
mandar pedidos para jogar,ir a eventos ou adicionar aplicativos é desagradável.Nas notificações recebidas espera-se ver algo interessante e não ser incomodado por convites parvos e irritantes,a não ser que a pessoa também goste do mesmo;

3 - conteúdo perturbador
partilhar fotos e vídeos perturbadores por mais comovente que seja,são horríveis e extremamente de mau gosto.As notícias sensacionalistas já fazem esse trabalho de mostrar crianças e animais doentes ou maltratados.O conteúdo polui o ambiente e a única coisa que se consegue são comiserações.Convém ter bom-senso,pois não se cura doenças nem se angaria dinheiro através de um clique,o facebook é para se entreter e não para publicar tragédias,desgraças e sobrecarregar com coisas depressivas e negativas que pouco contribuem;

4 - confissões
não se pode confundir uma rede social com um psicólogo ou um refúgio para muitos virem desabafar e contar confidências no mural do perfil ou outro sítio com visibilidade.Há gente com a ideia errada de que encontram apoio pelo ecrã ao exporem os problemas pessoais mas é preciso lembrar de que está na internet perante milhares de membros a saberem informações da vida de alguém;

5 - fotos
nas fotos de grupo quando um elemento sai mal,menos favorecido ou há alguma distracção no meio que ganha mais atenção,não se deve expôr no álbum mesmo que todos estejam perfeitos!!!Primeiro precisa de ser aprovada pois uma foto tira-se com paciência e não sem aviso prévio e sem autorização da pessoa para deixar embaraçada.Caretas e selfies são ridículas,o facebook não é um espelho e o utilizador arrisca-se a ser gozado;fotos com descrições cheias de moral é outra coisa incompreensível.Cada um é responsável por aquilo que coloca,quem vê não é culpado;

6 - publicações
jamais emitir uma mensagem espontânea (por exemplo,a reclamar do tempo),enigmática,spam,publicidade comercial,comunicados de imprensa à facebook,boatos,partilhar pedidos de gostos para os utilizadores votarem em desconhecidos nas participações em passatempos,correntes duvidosas e movimentos virais ou frases aleatórias no mural com o intuito de mostrar que quer meter conversa.São vagas,supérfluas e estão fora de questão porque inundam o "feed" de notícias com coisas desnecessárias,há formas normais de falar e esta é estranha;

7 - interacção
só se deve dar um "gosto" quando é agradável à vista,positivo,valioso ou quando se concorda com determinado assunto jamais para incentivar calúnias,exaltar egos,decadências,gostar só por ser uma figura célebre,dar força a conteúdos impróprios/obscenos,imagens de teor abusivo,fatalidades,coisas que prejudique alguém,"gostar" só para dizer "olá já vi estou aqui" ou por outros motivos geralmente contraditórios e descontextualizados.
Dar "gosto" nas próprias fotos,indica que a pessoa ou é carente ou retardada:o facto de se ter publicado já significa que gostou!
Não deve ser dado inconscientemente por aí,só em quem realmente merece reconhecimento,não para promover o exibicionismo (de qualquer natureza:pais e filhos,vulgaridade,foleirice,futilidades,etc.) que provém de gente narcisista armadas em semi-deuses prontos a serem idolatrados num pedestal.O botão "gosto" serve exclusivamente para clicar em informação útil,divertida ou quando o utilizador se identifica;

8 - comentários
responder a um comentário de alguém numa página (sem ter gostado),é uma enorme falta de respeito.Manifestar opiniões não é crime e uma discussão cheia de ataques jamais deve ser alimentada!O utilizador tem de aprender a tolerar pontos de vista diferentes em vez de arranjar conflitos,a liberdade de expressão é um direito de todos e não pode ser confundida com violência verbal,contudo,comentar sempre no sítio certo e consoante aquilo que leu ou viu e não falar de coisas descabidas;

9 - reacções
as reacções representam as emoções e são semelhantes aos "gostos".A quantidade de cliques numa reacção dita o impacto causado da foto ou publicação,atribui ânimo sem mudar nada,apelando à participação superficial com uma leve importância;

10 - obcessão
mendigar "gostos" é sinal de que o utilizador está desesperado que as imagens,fotos,textos ou vídeos sejam comentados desencadeado talvez por baixa auto-estima.
Retribuir não é obrigatório (dependendo do que se vê),convém ter auto-controlo e evitar expôr cada passo por onde anda a fim de não ser seguido;

11 - amizades
em relação aos pedidos de amizade,pode-se aceitar de desconhecidos excepto perfis falsos ou de pessoas que falem noutra língua.
Amizades de colegas de trabalho,só em caso de ter bons vínculos e intimidade suficiente no círculo profissional,os familiares também são um obstáculo mesmo que se tenha boa convivência...fica-se tudo misturado na lista,perde-se o à vontade na rede social e o utilizador torna-se chato.Os elementos aderem meramente para entrarem na modernice com a intenção de bisbilhotarem,praticamente é preciso cautela porque eles vão estar de olho no perfil e aceder aos dados...o utilizador tem de ajustar as configurações de privacidade porque a linha é perigosa,há gente que não sabe discernir os espaços achando ser tudo igual;

12 - fanatismo
jamais espalhar temas polémicos como o futebol,política e religião.O facebook não foi concebido para implantar doutrinações e isso inclui ideologias e activismo.Se alguém quiser abordar tem de ser dentro da racionalidade,no sentido culto,com reflexão e explicitar como deve ser para não gerar más-interpretações.Falar com moderação e evitar ferir susceptibilidades;

13 - partilhas
há páginas que partilham vídeos ou frases sentimentais,estados e citações de personalidades que por vezes não correspondem com a ilustração usada ou vêem acompanhadas do nome incorrecto do autor,transformando o mural num "Tumblr" ou num "Youtube".Os analfabetos estão perdoados,já nos licenciados é preocupante partilhar imagens ou vídeos bacocos,corriqueiros ou cheios de padrões que não têm nada de inspirador,nem são auto-ajuda muito menos simpatia,são réplicas e em parte são adulteradas;

14 - perfil
não se baseia só em fotos ao estilo "Instagram" e em monotonia.É uma ferramenta que dá a oportunidade de desempenhar diversas experiências,ter uma voz,revelar o lado humano e não para criar ilhas;

15 - mensagem
se alguém de fora mandar mensagens privadas,tem de se responder a não ser que sejam cumprimentos,ofensas ou anúncios,essas são para serem apagadas.Se for circunstancial,descarta-se dos amigos caso estejam dentro,os utilizadores têm de entender que não há nada a proibir de contactar uma pessoa

e finalmente,o ponto 16 - linguagem
usar linguagem adequada e evitar proferir alarvidades à toa.Dizer asneiras é injustificável a não ser que se trate de uma indignação ou decepção,aí é concordável.

Apesar de ser informal,o utilizador tem de ponderar o que é partilhado no perfil...a actividade traduz silenciosamente a identidade.
Para quê deturpar a visão se todos sabem distinguir entre o que é aceitável e reprovável no ambiente virtual?O nível de exposição de ruído tem de começar a ser atenuado porque o propósito de uma rede social está longe deste tipo de comportamentos e os membros têm de aprender a serem civilizados.
Visualizar conteúdo desprezível é nocivo à sanidade mental por mais filtros que se tenha.Estar atrás do ecrã implica ser autêntico e transmitir simplicidade,não para ter monólogos e tristezas constantes...está na hora dos utilizadores terem sensibilidade.
Ressalvar as regras de etiqueta é importante porque no "Facebook" capta-se as pistas deixadas pelo utilizador.
Estes dezasseis comportamentos moldam a percepção de uma rede social no entanto,a raíz encontra-se na falta de limites estabelecidos que faz com que muitos membros ajam virtualmente como se quer e apetece.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Dicas de criação de conteúdo

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Chegou a altura de abordar dicas de criação de conteúdo no sentido literal e não associado ao marketing digital.
Numa pesquisa efectuada a fundo,constata-se de que apesar de haver um surto de dicas,os resultados obtidos não são os desejados:há clichés que passam longe do que se pretende e a soar a truques infalíveis e um tanto instantâneos para enganar os ignorantes.
Desenvolvendo esta mensagem,destina-se a bloggers de longo prazo e não a influenciadores faz-de-conta.É hora de despertar-consciência de que a plataforma não foi concebida para qualquer um andar a poluir nem é uma brincadeira!No entanto,vale esclarecer de que actualmente há um conceito totalmente falso levando muitos a aderirem por ser moda e por achar engraçado mas não é assim como se diz.Exige disciplina e cuidado no projecto,pois vai ser acedido por centenas de pessoas e não porque se quer e apetece ser um influenciador.
É uma tarefa complexa e poucos estão dispostos a se envolverem.
Criar conteúdo para o blogue até já tem um termo designado de "web writing":trata-se de escrever para uma vasta audiência virtual que lê na mesma língua e do qual tem de ser útil,legível e ter seriedade,critério crucial porque vai ficar alojado nos motores de busca,as mensagens ficam marcadas na web...é preciso pensar bem antes de mergulhar neste mundo,imaginando por exemplo que um dia (dependendo do alcance) pode ser descoberto e servir de suporte para realizar algum trabalho de alguém,o chamado "web content".
Eis as vinte dicas para criar conteúdo para o blogue:
1 - banco de ideias
ter um banco de ideias,alimentar com frequência e seleccionar os tópicos mais adequados e favoráveis ao perfil do autor;

2 - memorização
convém ter à mão um bloco de notas porque as ideias costumam surgir exactamente quando menos se espera,apanhando o autor desprevenido e não se deve confiar na memória,é preciso apontar aleatoriamente no papel (recomendável) antes de esquecer ou se dispersar;

3 - inspiração
a inspiração para criar conteúdo provém de todos os meios:conversas,revistas,jornais,programas,áudio,youtube,navegar na internet e ler algo relacionado com a área do blogue.Os estímulos são constantes,o resto são desculpas esfarrapadas;

4 - evitar distracções
é preciso calma e concentração durante a elaboração do artigo,saber argumentar,justificar os motivos,desenvolver e fundamentar com o próprio ponto de vista;

5 - habilidade
escrever regularmente não é o mesmo de ser diariamente:deve-se ir praticando e enriquecendo o vocabulário,baseia-se em construir minimamente um texto coerente através de uma certa consistência sem enrolar o leitor ou ser vago,imprimindo um modelo pessoal e não formatado;

6 - verificar e estudar
perceber o que falta na blogosfera fornecendo informação nova aos leitores.Esta dica é universal e serve para bloggers experientes,para os iniciantes,para os desorientados e para empreendedores de marketing digital;

7 - planos,organização e metas
uma das estratégias de peso passa por ter um calendário editorial de modo a gerir o tempo e planificar (ocasionalmente,semanalmente ou mensalmente) a fim de tornar permanente e de não estar longos períodos inactivo;

8 - repetição de tópicos
só se deve reciclar uma mensagem quando o objectivo for acrescentar ou aprofundar um tema já publicado,dividindo em partes se houver muita matéria para ser exposta;

9 - plágios e veracidade do conteúdo
nunca copiar nada de nenhum blogue/site ou portal.Se o autor achou interessante,tem de referir sempre o link da fonte e usar aspas quando faz citações:só por estar publicado,não dá o direito de copiar sem autorização;o original foi redigido por uma pessoa dedicada e não por um bot automático.
Por outro lado tem de entender que só se deve escrever aquilo que for credível,aprovável ou vantajoso e não porque todos falam de determinada coisa por ser um fenómeno só para estar activo:ser autêntico é o segredo;

10 - quantidade
procurar um equilíbrio para não cair na monotonia,ou seja,não falar sobre os mesmos assuntos e sim ir variando dentro das categorias principais do blogue.
Transmite-se uma ideia errada de que quanto mais se publicar,mais os seguidores vão ler;

11- críticas e feedback
saber debater e aceitar opiniões diferentes é meio-caminho andado para conquistar a confiança dos membros,de ganhar uma reputação positiva e até de criar elos e colaborações;

12 - divulgação
divulgar nas redes sociais é uma forma bastante importante de expandir a visibilidade e de estabelecer uma comunidade.A página é uma extensão do blogue:o autor deve manter uma comunicação (humana e não robotizada) quando for necessário com os seguidores para se sentirem incluídos;

13 - alvo
ao contrário do que se apregoa por aí,é escusado definir um alvo específico.Além de limitar os seguidores,impede os outros bloguistas de fora do tema de participarem e de aprenderem melhor entre si e a blogosfera é livre e não para formar nichos!!!;

14 - ilustração
uma mensagem sem uma imagem a acompanhar torna-se aborrecido de ler.É obrigatório ilustrar sempre com uma imagem retirada de um depósito online gratuito correspondente ao artigo;

15 - pessoa
é aconselhável usar a terceira pessoa do singular no sujeito subentendido,a não ser que o carácter seja um diário de relatos pessoais ou intimista (jamais misturar) e responder na primeira pessoa;

16 - alma
empregar palavras vivas dá alma ao corpo do texto e chama a atenção do leitor;

17 - objectivo
a prioridade é a vontade do autor e nunca do agrado dos leitores,ou seja,o seguidor tem de se identificar com algo naturalmente;

18 - concorrência
num blogue normal,jamais se deve preocupar com o reconhecimento,concorrência e números.A informação retida dá a impressão de que a plataforma deve seguir um estilo profissional,com uma série de regras detalhadas para aumentar o SEO,causar impacto e atrair tráfego e de facto muitos criadores de conteúdo acreditam nessa armadilha impingida pelo marketing que só funciona para quem faz disso uma profissão ou se promove (aqueles bloggers que andam a preencher vazios);

19 - apresentação
no geral a estrutura tem de estar apresentável

e finalmente a dica número 20 - essência
um blogue não é para imitar um catálogo de vendas ou a imprensa!Isso faz perder a essência da plataforma tornando artificial.Tem de se exprimir o reflexo do autor sem medo de desafiar o convencional (não se pode vir com a ideia de que não compensa).

O propósito é destacar-se do ruído que abunda nos grupos de bloggers e que não trazem nada de especial.
Criar conteúdo é para os que se comprometem com o blogue e têm plena noção da potencialidade do papel desempenhado.
Os empreendedores ao menos deviam deixar explícito de que as dicas são a nível de marketing digital do espaço e para os que ganham dinheiro e não para serem seguidas por quem tem o blogue por ocupação e escreve por prazer:aqui encontra-se uma pequena distorção.
Do lado oculto da questão,também é indispensável ir adquirindo conhecimentos informáticos neste âmbito...a informação documentada nos blogues pertence à web.
Em resumo,criar conteúdo significa produzir,renovar se não obviamente não se pode classificar de "criação".

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Iniciar conversas em salas de chat

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O tópico desta crónica vai ser sobre uns conselhos para iniciar conversas em salas de chat.
Numa breve pesquisa efectuada por mera curiosidade,constata-se de que não existe informação partilhada em relação à utilização das salas de chat online.
Após uma longa ponderação,esta é a altura ideal de abordar uma publicação semelhante a esta,onde é importante salientar as regras básicas pois há um conformismo no modo de participar em salas de chat.
Um chat é a única plataforma activa em termos de socialização virtual,ou seja,é a forma mais primitiva de interacção humana:praticamente é um pronto-a-conhecer gente por escrito do qual os utilizadores trocam mensagens instantâneas,tudo pelas letras.
Proporciona conforto aos isolados,serve para descomprimir e principalmente combater o tédio.
Deve-se ter a noção de que isso não foi concebido para se chatear e sim divertir e animar ao teclar.
Actualmente converteram-se em espaços de enxovalhamento e de comportamentos abusivos e como em qualquer sítio da internet,uma sala de chat não é excepção:apesar de ser no anonimato,não implica entrar lá e dirigir-se a alguém como quer e apetece!
Eis então uma série de princípios fundamentais a serem retidos.
1 - O utilizador é notado pelo nome do nick:uma espécie de alter-ego que define alguém (é recomendável não usar nome próprio);

2 - as conversas são cruzadas e públicas;

3 - procurar saber primeiro o propósito de frequentar o chat dessa pessoa escolhida aleatoriamente;

4 - não bombardear com perguntas;

5 - ao contrário do facebook onde há uma eternidade para pensar,deve-se falar sobre assuntos leves e de raciocínio rápido e se a sala estiver cheia,a conversa voa e o membro tem de prestar atenção porque o histórico não fica registado;

6 - como um chat é livre,permite que um homem entre disfarçado de nick feminino,vice-versa,etc.Convém analisar as leituras para ter uma ideia do ambiente virtual em que se está a meter antes de cair numa armadilha ou pela possibilidade de ser uma brincadeira de mau gosto;

7 - há conversadores online que chamam logo no privado para estarem à vontade,no entanto não é assim que funciona:privar é a fase seguinte de quando se encontra um membro interessante,quando se pretende prolongar ou solidificar uma conversa e não como um escape por se sentirem intimidados ou confusos no meio de tantas mensagens!!!;

8 - se o utilizador não quiser conversar com ninguém,simplesmente entra-se na sala de chat com um nickname neutro a fim de observar ou de passar despercebido em vez de complicar os outros que vão lá para se entreterem;

9 - evitar divulgar o endereço de email ou outros contactos pois é algo muito particular para ser banalizado,captado por terceiros e até usurpados por aí;

10 - ter paciência e calma;

11 - a comunicação deve ser eficiente e directa para não gerar más-interpretações pois ninguém pode adivinhar ou descodificar o tom da mensagem expressa nem as reacções pela impessoalidade;

12 - num chat concentra-se utilizadores de todas as idades por ser de fácil acesso e o conversador deve filtrar o alvo e ter uma dose de bom-senso;

13 - as conversas são efémeras portanto nada de agarrar aos nicks;

14 - nunca ofender ou ser agressivo gratuitamente durante as conversas:isso é extremamente infantil e desagradável da parte de adultos;

15 - ser discreto ao interagir com um utilizador,isto é,nunca fazer perguntas invasivas ou menos próprias sem alguém mostrar receptividade para tal;além de ser aborrecido responder sempre o mesmo a todos,revela falta de respeito contra desconhecidos!!!;

16 - Não se pode ver quem está do outro lado do ecrã a teclar,ou seja,se o objectivo for conhecer alguém é para esquecer,pois num encontro marcado às cegas a hipótese de ter um desgosto é alta,ainda por cima muitos desses conversadores estranhamente não possuem conta em nenhuma rede social,escondendo atrás de palavras sendo duvidoso neste aspecto;

17 - o utilizador tem de ser capaz de identificar o "perfil" geral dos conversadores através de uma experiência exaustiva:que tipo de frequentadores costumam predominar,o estado civil,a localização,a faixa etária,se é a mesma pessoa que entra com vários nicks deve-se notar pelo padrão da mensagem,o background,etc.;

18 - a sessão é em tempo real,há conversadores a entrarem e a saírem constantemente;

19 - a conversação deve ser estilo telegrama

e para finalizar,a regra número 20:um chat destaca-se pelo teor informal.

Há erros cometidos pelos utilizadores que jamais devem ser ignorados.
É necessário alertar pois muita gente não tem esta percepção achando ser um espaço insignificante,daí não haver esclarecimento nesta matéria nem orientação suficiente.
Tirando esta parte,uma sala de chat também é uma fonte de impressões a não ser desvalorizada,embora haja atritos...o contexto é diferente das redes sociais contudo todo o cuidado é pouco:basta tentar envolver mais para entender a dinâmica dos conversadores da plataforma,evitar arranjar problemas e harmonizar a interactividade.
Isto remete à época do MSN (um programa instalado no pc)  onde as pessoas adicionavam outras na lista,teclavam e havia sempre aquela que chegava a salvar e a imprimir páginas de conversa para comprovar a veracidade a alguém ou por ser marcante ler.Nos dias de hoje,tira-se uma captura de um chat particular (como por exemplo,"Whatsapp","snapchat"...) usado diariamente e manda-se esse excerto à pessoa desejada...tornou-se num hábito comum arquivar mensagens instantâneas.
Conclusão:iniciar conversas numa sala de chat online depende da temática,o resto é deixar usufruir.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Acerca do modelo neurodidático

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Saudações tenebrosas!
Esta mensagem é sobre um novo modelo de ensino.
Num site de imprensa,ressaltou um artigo de uma ciência emergente.
Nos resultados de pesquisa infelizmente não existe esta abordagem em português por ser uma novidade e trata-se de modernizar a aprendizagem através de uma técnica recente pouco conhecida entre a classe dos educadores,pedagogos e docentes no geral.
Desenvolvendo isto,o professor é a raíz que deve contribuir para mudanças no âmbito da educação.
Implementar a neurodidática,está exclusivamente nas mãos do docente e não no sistema educacional.
É preciso romper convenções,arriscar e usar outras metodologias quando todos sabem que as aulas expositivas são desgastantes,insuportáveis e já não funcionam nos dias que correm!Para tal,os professores jamais devem andar metidos nos sindicatos,participarem em greves do que em revoluções de ensino e muito menos se preocupar em exibirem o estatuto e o privilégio de ocupar esse cargo do que com a carreira...esse tipo são dos piores e demonstram anti-ética,pois o aluno não pode ser sempre o receptor.
Estabelecer um padrão definido com rigor e critérios de elevada selecção seria crucial dado que depende dos profissionais que leccionam:é fundamental colocar alguém que saiba acompanhar a lógica dos tempos,que tenha uma mente aberta e seja criativo,ou seja,que tenha aptidão suficiente a ponto de incluir as capacidades relacionais no currículo e que o ensino corresponda com a realidade da época vindoura;baseia-se nos elos que se cria nas salas de aula e na compreensão de valores construtivos de cidadania.
Dinamizar a neurodidática é prepará-los para as exigências que vão ser necessárias para trabalhar numa empresa ou viver em sociedade,modelo voltado justamente à prática.
A plataforma "Neurok" referida aí,parece ser uma invenção promissora para os alunos aguçarem a curiosidade.
O modelo proposto é uma excelente ideia!Deve-se começar a diversificar disponibilizando suportes de estudo,é suposto ser um fornecedor de conteúdos a fim de motivar,ensinar a gerar informação e a gerir debates e deixá-los procurar soluções vai ser determinante no percurso...a cooperação é a palavra-chave do contrário é condicionante.A ignorância (e o conservadorismo) não deviam prevalecer e por isso os professores têm de seguir um modelo pedagógico futurista.
Porém eles têm de ter a noção de se colocarem no seu papel e não roubarem o emprego aos oradores/palestrantes:personalidades que vão para um palco fazerem discursos de despertar-consciências com o objectivo de expandirem os horizontes da audiência e de disseminarem alguma moral,reflexão,espiritualidade,comportamento,técnicas de relacionamento,teoria,corrente filosófica,etc. acerca de um tema ou área cuja maioria nunca ouviu falar ou não sabe se orientar perante certa situação e do qual absorvem essa referência que se destacou nesse termo.É um influenciador nato,um guru de auto-ajuda,enfim,um conselheiro (ou coach como se costuma chamar) com uma visão âmpla,original e credível e não aqueles que saem por aí a emitirem frases feitas,discursos previsíveis,exemplos vindos do pacote e a contarem histórias pessoais a fim de alcançarem fama...esses são os falsos palestrantes que chegam lá tirando um curso de "fim-de-semana" que serve para alimentar o bolso dos directores (ou por meio da carreira) e não propriamente alguém vocacionado a inspirar terceiros.
Cada profissão tem de estar no seu devido lugar,por conseguinte não devem ser confundidas!!!
Um professor deve parar de assumir a postura de orador de sala de aula com discursos previamente ensaiados e de impingir barreiras,isso depois reflecte-se nas notas.
Por outro lado,também actualmente nem faz sentido debitar matéria há que ser coerente com aquilo que se quer cultivar.O modelo antigo faz com que um aluno que não se adapte ao ritmo,compense em explicações ou leve a adquirir material complementar para entender e isto está errado.
A neurodidática é positiva.Por exemplo:em vez de ser o professor a ditar tudo,o aluno pode efectuar uma busca de tópicos de forma autónoma,assim activam os neurónios e leva a estarem concentrados sobre o que vão aprendendo e vão descobrindo potencialidades.
Entretanto,para acabar gradualmente com a programação onde as coisas devem ser decoradas consoante o gosto deles,o docente tem de ter uma espécie de formação adequada e centrar no perfil dos alunos deste século...a escola ainda é muito unilateral e não favorece ambas as partes.
Resumindo:um professor deve-se envolver naquilo que escolheu ser e conquistar a confiança dos alunos para as turmas se interessarem pela disciplina e um palestrante é que deve manter distância com o público e nunca trocado.
O ensino didático só traz benefícios apesar de muita gente achar que perde a típica seriedade,só basta repensar no molde.
O artigo é relevante e concorda-se com as neurociências:para convencê-los a aderirem,pode-se pedir a opinião a um especialista de modo a tornar a hipótese aceitável e frutífera.
Não resta dúvidas de ser uma estrutura complexa,a diferença vai ser notória e o empenho vai melhorar substancialmente.
Por enquanto o modelo neurodidático de ensino é utópico porque impera a falta de vontade.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Robótica para crianças

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O tópico desta mensagem é sobre a continuação da senda da tecnologia.
Há já um certo tempo,houve uma notícia um tanto polémica do qual gera um burburinho acerca do ensino da programação para crianças.
Ora dissecando o artigo,tem muito que se lhe diga.
Formatar as gerações para lidarem com robôs desde o jardim-de-infância é um contra-senso.
É escusado ensinar programação em tenra idade por não fazer sentido e isso vai ter um impacto negativo:há uma altura ideal para aprender a comandar robôs e elas devem ser controladas ou supervisionadas porque entregar tecnologia nas mãos de crianças é perigoso por causa dos vícios...o contacto deve ser feito com "grão de sal".
O robô Doc do "Kids Media Lab" no fundo não obriga a pensar,o boneco já vem pré-concebido e adaptado ao público infantil.A finalidade educativa é um argumento usado para introduzir a programação nas escolas sendo que equivoca-os a serem "inventores" e os pais andam iludidos com a ideia transmitida!
A interacção precoce com uma engenhoca provoca atrasos no desenvolvimento cognitivo,as crianças não precisam de aprender conceito básico nenhum sobre robótica;o marketing tem limites e influenciar através do ensino é preocupante.A criatividade não se encontra no robô:aquilo é só chegar lá,planear as instruções e dar ordens que o brinquedo obedece à voz da criança.
A comissão europeia comete um erro crasso ao definir a iniciativa como uma mais-valia apesar de serem os robôs a dominarem a sociedade no futuro e além disso nem todos vão gostar do mesmo.
A psicologia neste âmbito perdeu o poder devido à imposição tecnológica desde muito cedo e o conselho dado por esse americano soa a hipocrisia contudo alertar continua a ser fundamental:o psicólogo a este respeito desempenha um papel de peso.
Há uma enorme falta de noção neste aspecto...as actividades nas aulas feitas com o tablet não devem ser formais para manterem o interesse!!!
Que experiência uma criança da pré-primária vai adquirir com um robô?Isso não mede a inteligência de quem comanda e sim depende das capacidades individuais e do modo de processamento,outra,qual é a base e os critérios de avaliação na escola em relação à programação?O Doc foi classificado de brinquedo lúdico-pedagógico quando pouco permite estimular e desafiar a longo prazo,portanto a mensagem vinculada é falsa e o intuito devia ser explorar a robótica.
A investigadora quer expandir o projecto no 1ºciclo e pré-escolar ignorando completamente a ética e os princípios cívicos de cada família quando era suposto haver liberdade de escolha...os pais deviam ter a hipótese de decidir se querem (e for da vontade dos pequenos) que brinquem com o robô Doc e não implementado em massa como se fosse uma regra,devia de passar primeiro pela autorização,assim os coordenadores fazem com que seja inaceitável,onde são terceiros a educarem os filhos e além disso a questão é discutível pois contribui para a desumanização!
Oferecer robôs e tablets às crianças que não podem ter por razões económicas é uma estupidez quando as queixas mais recorrentes são as refeições das cantinas:aí talvez não convém ser prioridade e acham normal eles se alimentarem com o que se vende ou comerem refeições pobre em nutrientes e tal mas pelos vistos poucos mexem no assunto.
Por outro lado,distribuir os robôs também traz prejuízo em termos ambientais devido à acumulação de lixo electrónico/detritos que daqui a décadas vai custar muito a se decompôr...a lógica do "Kids Media Lab" está errada porque não garante que eles um dia sejam programadores!
A responsável está-se a tentar justificar incutindo a crença de que a robótica é um ramo da tecnologia que vem por bem e que vai ajudar muito a vida de milhares de pessoas.No entanto as coisas não funcionam como são ditas:ensinar programação a quem tem menos de cinco anos,é uma lavagem cerebral precisamente porque as crianças absorvem tudo nessa fase.
Por conseguinte,ninguém vai ser "inventor" ao aprender programação na pré-primária e primária.
Obviamente que dizem isso a brincar mas lá está o problema:é ao brincar de faz-de-conta de país evoluído porque a fasquia é baixa e o nível daqui está longe de alcançar esses onde o sistema é diferente e todas as escolas estão equipadas,preparadas e actualizadas para receberem este patamar superior de comunicação,ao contrário deste que anda decaído,nem sempre há condições ou infraestruturas e aderem pelo facto de ser uma tendência,para não dar a impressão de ser retrógrado.
Há inúmeros motivos para estar contra a componente de robótica para crianças...na prática retira o direito delas trabalharem o cérebro.
Para terminar,a produtividade da criança provém da imaginação e não fruto da programação.
"O discurso é o rosto do espírito." Séneca

"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .