quinta-feira, 24 de julho de 2008

Vivo num mundo de loucos:QUERO IR PARA A ILHA!!!

Sou descendente de uma família conservadora,ignorante e estúpida como o c******!
As modernices são uma constante novidade para os meus pais,não só em tecnologias,como também socialmente.É só falar um pouco para perceberem que eles são de uma geração antiquada!
Ás vezes sinto-me controlada pelas regras que já vêem impostas e de que não tenho vida própria:não pode ser assim nem assado,etc.É mesmo muito irritante ouvir certos assuntos acerca do meu futuro e que de certeza é impossível eu realizar!!!
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O outro assunto que me incomoda é a injustiça,seja onde for,caramba!Jovens contra jovens:na netlog há shouts onde dizem para comentarem o perfil...eu comento e mal sou retribuída.Como é que isto é possível?Cegueira psicológica,digamos!
Eu só estou activa na netjovens,mas mesmo assim a maior parte é velhadas e outros são...não há explicações!!!
Os jovens não podem ser caracterizados da mesma maneira...se 99,9% procuram engates na net os outros procuram serem respeitados,nada mais.Eu nunca sou respeitada nas decisões ou então desobedecem-me e depois elimino-os da lista.Falo sempre no sentido psicológico:o físico pode ser a 8ªmaravilha do mundo,mas para mim o sentido psicológico da pessoa é ouro.É por isso que avalio gente neste sentido.
Não se fala noutra coisa a não ser em termos ligados á agressividade e á tristeza.A sabedoria e a justiça desapareceram...e agora?
Longe vão os tempos em que reinava a obediência na humanidade,etc.
Vivo num mundo de loucos:QUERO IR PARA A ILHA!!!

vida semelhante á poetisa Florbela Espanca

A minha vida é semelhante á poetisa Florbela Espanca. Há poemas e versos que retratam muito bem a minha vida,como estes:"Na vida, para mim, não há deleite./ Ando a chorar convulsa noite e dia ... "."E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada/ Que seja a minha noite uma alvorada,/ Que me saiba perder... pra me encontrar... ". E principalmente este poema: Eu ... Eu sou a que no mundo anda perdida, Eu sou a que na vida não tem norte, Sou a irmã do Sonho,e desta sorte Sou a crucificada ... a dolorida ... Sombra de névoa tênue e esvaecida, E que o destino amargo, triste e forte, Impele brutalmente para a morte! Alma de luto sempre incompreendida!... Sou aquela que passa e ninguém vê... Sou a que chamam triste sem o ser... Sou a que chora sem saber porquê... Sou talvez a visão que Alguém sonhou, Alguém que veio ao mundo pra me ver, E que nunca na vida me encontrou Florbela Espanca A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza. Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim-de-século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões. Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns críticos encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX. http://www.astormentas.com/ Hoje em dia ninguém quer saber disto,mas comigo é mesmo verdade:não vejo o dia do fim do sofrimento por ser rejeitada pelos rapazes.A beleza não tem nada a ver com o namoro,eu é que tenho uma personalidade forte,que eu sei muito bem que os faz espantar!Porque é raro (ou há uma minoria) que procura relacionamentos sérios na adolescência!!!

Noite eterna

O sol vive de dia e dorme de noite e a lua vive de noite e dorme de dia e os seres nocturnos também.O dia simboliza o começo e o nascimento e a noite simboliza o fim,a tristeza e a renovação. A noite só é eterna quando os mortais deixam de existir e a escuridão toma conta deles. O nascer do sol é a introdução,o dia é o desenvolvimento e a noite é a conclusão.

Certas derrotas preparam-nos para grandes vitórias

Na escuridão das trevas,
onde a luz não ousa chegar,
existe um lugar onde a vida apenas sobrevive.
Muitos chamam esse lugar de inferno,
outros de fim do mundo.
Eu, chamo de lar.
O sono é uma morte incompleta,
a morte é o sono perfeito.
A sombra é a luz negativa.
Uma cadeia de ferros é mais facil do que romper uma cadeia de flores.
A pratica é o verbo em ação,
o homem que pratica pertence
a doutrina cujo ritos realiza.
Se eu avançar, segue-me.
Se eu morrer, vinga-me.
Se eu recuar, mata-me.
Se você é capaz de amar,
não faça sofrer quem te ama.
Lutar sempre,
vencer se possível,
desistir nunca.
Antes de magoar um coração,
veja se não esta dentro dele.
"Quando nos dedicamos a amar e fazer o bem a alguém e esta pessoa não dá o valor que merecemos, talvez, somente talvez esta pessoa não nos mereça!"

Trevas

...o silêncio da noite é nosso refugio, somos filhos da escuridão somos crianças perdidas, tristes, melancólicas. O ar árido da noite nos cerca, já não sentimos mais nada, somente medo. mais medo do que??? medo de nós mesmo??? ou medo de tentar ser o que na realidade abominamos??..."
"O discurso é o rosto do espírito." Séneca
"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .