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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Digitalidades


A imagem pode conter: 1 pessoa, meme e texto
Saudações desalmadas!
O tópico desta mensagem vai ser sobre influenciadores,memes e assuntos dentro da temática digital.
Há já um longo período,descobriu-se aleatoriamente um artigo que chama a atenção para a preservação da privacidade.
Após efectuar uma pesquisa detalhada,constatou-se estranhamente através dos resultados obtidos de que a informação disponibilizada é escassa e dispersa no que toca a memes e imagens,ou seja,aquilo que foi retido é vago,impreciso e não tem nada de útil pelo que chegou a altura de abordar esta matéria.
Ora desenvolvendo,está na hora de salientar a profundidade do tema.
Os memes que tanto se ouve falar por aí,são espécies de caricaturas,gifs,frases,vídeos e imagens que representam emoções e estados de alma,dando ênfase às reacções,situações inesperadas ou partilhas espontâneas e surgem como resposta às interacções relacionadas com humor levando a imprimir animosidade.
São personagens de uma figura real,alterada ou imaginada cedida por pessoas normais e editadas por artistas anónimos,muitas vezes fora do contexto para serem divulgados em vários meios,destinados ao entretenimento,por exemplo:comparações,sarcasmo,moral,sensibilidade,etc. com a capacidade de suscitar diálogos.Contudo,onde se encontra a legislação para os criativos comuns?Isto contrasta com gente que não tem o hábito regular de conversar com pessoas e conhecidos e pouco participativas a nível intelectual...apesar de terem piada,a durabilidade dos memes é curta ou então vai sofrendo alterações com o passar dos anos.
A cultura visual infelizmente gera sempre tráfego ao site ou página,sinal de conformismo e hipocrisia e os memes obviamente não escapam à seriedade dos direitos de imagem:é fundamental ter cuidado na exibição de determinado tipo de fotos,pois corre-se o risco de gerar má-interpretação,de cair em graça,de causar embaraço ou constrangimentos.
Novas formas de comunicar contribuem para a expansão da cultura e aqui alerta-se para a relevância da área digital.
Nesta era oferece-se wi-fi gratuito fora de casa para aumentar o consumismo e dependência tecnológica por isso a acessibilidade à internet faz com que as pessoas se tornem (diariamente) mais ocupadas e conectadas aos dispositivos móveis,gerindo tudo ou adquirindo experiências a partir do bolso.
A normalização de filmar ou fotografar com o "smartphone" algo circunstancial visto na rua só para ter assunto,pode ser perigosa e invadir a liberdade dos outros!!!Há uma responsabilidade a ser assumida na exposição,ou seja,é preciso ter noção de que se apanha audiência em larga escala em todos os espaços digitais,daí ser discutível por questões éticas.
Houve mais um artigo curioso acerca das Google imagens.
Neste caso,o surto de marketing de influência é o principal culpado por insuflar egos:os ditos empreendedores digitais,trouxeram uma carreira do qual a base gira em torno da imagem,número e visualizações.
Os influenciadores não acrescentam rigorosamente nada de especial,além disso era suposto haver um estatuto para os que trabalham com plataformas de comunicação...há que prezar pela originalidade e desenvolver talentos.
Actualmente,transmite-se a ideia errada de auto-estima (através de "gostos") e de um falso conforto de que alguém sem seguidores não vale nada e é um fracasso,porém,deve-se ter consciência de que na internet tudo tem visibilidade.
Voltando ao segundo tópico,pesquisar imagens directamente no Google para encontrar inspiração ou simplesmente complementar conteúdo produzido,é um acto comum.
O motor de busca recolhe sugestões daquilo que foi comandado,por isso aparece o aviso de que estão sujeitos a direitos de autor/imagem e são retiradas de bancos de imagens,fornecidas por utilizadores que adquiriram uma licença ou propriedade intelectual...é um detalhe que raros reparam e geralmente é ignorado:quem é que foi definir que nem todas as imagens do Google pertencem ao domínio público?É uma estupidez pedir autorização de uso se já estão disponibilizadas para o mundo!Talvez seja por motivos de credibilidade do criador,referindo meramente a ilustrações onde incluem pessoas,claro!!!
Como é que se pode proibir um utilizador de reproduzir fotos se circulam livremente pelas fontes?As imagens ilustrativas saem logicamente de um site de arquivos,resta saber as condições de utilização legal.
Quanto ao tema em si,a actividade online dos influenciadores não é segura.Eles incutem irrealismo e competitividade em mentes vazias porque o objectivo é justamente focar em reputação,ou melhor,na proximidade com os seguidores.No entanto,não pode servir somente para medir popularidade e aqui,eles estão absolutamente enganados:os números e o tráfego são voláteis e não se pode controlar!
Eles geralmente têm "perfil" formatado,filosofias de algibeira e reproduzem discursos para aproveitarem a vantagem.Por outro lado,o que vai acontecer futuramente com as fotos que eles espalham na web?No fundo não atraem interesse de jeito nem têm significado...só disfarçam superficialidade arranjando um pseudo-argumento.
O que mais baralha acima de tudo,são pessoas que pessoalmente não têm coragem de exprimirem sentimentos,serem receptivas a amizades ou de fazerem parvoíces mas paradoxalmente são capazes de captarem fotos desses momentos e exporem a centenas de desconhecidos no ecrã a fim de agradarem e de ganharem uma aprovação bacoca e artificial online!!!Isto revela serem desprovidas de personalidade e também de humanidade,pois verifica-se uma tremenda falta de exigência em termos digitais...incentiva-se ao parasitismo por todos os cantos em vez de se aconselhar a deixar uma marca concreta!As pessoas comuns usam o poder das redes sociais para compensar a falta de estímulos cognitivos.
Portanto,é escusado impingir um modelo-padrão daquilo que é classificado de ídolos contemporâneos:na maioria das vezes são indivíduos independentes da área de empreendedorismo digital a venderem conteúdo preferido pelos seguidores de modo a alcançarem destaque,sendo que não passa de lixo emitido nas respectivas comunidades inscritas pelos influenciadores.
Sem dúvida que por falta de orientação,inunda rasquidão!Quanto aos memes,até que ponto é permitido a criação?Por exemplo,não há problema em copiar fotografias de alguém popular/influente para serem usadas como suporte material de projectos e base de apresentação de textos,artigos pedagógicos,científicos e culturais?
Resumindo:a temática digital é a "gota de água",talvez mais tarde venha a disseminação de conhecimento para reflexão.

quarta-feira, 6 de março de 2019

O papel do podcast

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Saudações eternas!
O tópico desta mensagem vai ser sobre o papel que o podcast desempenha nos dias que correm.
Há uns tempos,surgiu um artigo interessante repleto de publicidade referente aos podcasters ao longo do texto.
Ora desenvolvendo,um podcast é o formato áudio de comunicação menos conhecido deste século.
Um podcaster é equivalente a um locutor de rádio e de entre todos os meios,este é o mais fácil porque não requer grande material:o equipamento basta ser um aparelho que esteja à mão para efectuar a gravação,por exemplo,um Ipod ou um recurso mais acessível,o resto o utilizador tem de saber dominar para editar o podcast online.
Ambos são passivos e carecem de diálogo com o interlocutor,ou seja,é o único meio de comunicação onde se pode falar como se estivesse ao telefone com alguém,com a diferença que há pouca interacção directa com o ouvinte/seguidor.
O podcast praticamente é uma nova dimensão do qual é preciso ter jeito para falar ou arrisca-se a ser enfadonho!É uma forma de divulgar informação através da oralidade recomendado aos que não gostam de se esforçar.
A pessoa pode escolher preservar a identidade ou manter-se anónima,porém há inúmeras desvantagens:há pouca hipótese de participação e a longo prazo as faixas deixam de ter importância,sobretudo se o tema estiver relacionado com celebridades.
Apesar de não ter quase nenhuma utilidade,serve para animar o público-alvo com humor,temas de conversa do dia-a-dia,atiçar curiosidades e contar histórias fascinantes.
Um podcast é ideal para passar o tempo e não tem grande valor.O registo falado diverge do registo escrito,isto é,o discurso do podcaster é imprevisível e por isso o ouvinte tem de ser paciente se for daqueles que prefere ouvir alguém a divagar do que ler...trata-se de uma questão de estabelecer rapidamente vínculos com o cibernauta ou fã,tal como se sucede numa conversa cara-a-cara,cria-se laços só que à distância.
Por outro lado,não se encontra nada de produtivo em ser podcaster:a matéria concentra-se em ficheiros áudio pouco credíveis do qual é preciso silêncio para ouvir alguém a emitir algo que não se sabe ao certo o que é mas partilha-se gostos em comum.
Há também uma dúvida a ser esclarecida:como é que o conteúdo permanece a nível histórico?As faixas publicadas vão caindo no esquecimento pela comunidade,tornam-se rasas e desconexadas...o áudio é uma espécie de tempo de antena onde a pessoa expõe uma opinião,fala de tendências actuais ou se distrai numa sessão de tertúlia.
O podcast capta mais a atenção da audiência que os restantes meios!
Resumindo,é uma ferramenta que oferece um papel activo em termos de dinâmica semelhante a um canal de rádio.

domingo, 13 de janeiro de 2019

O culto da (des)informação

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Saudações desalmadas!
Este tópico é sobre o culto da (des)informação circundante nas plataformas sociais.
Há uns tempos,numa revista virtual de comunicação digital,descobriu-se aleatoriamente um artigo do qual se discorda completamente.
É um site óptimo que aborda diversas temáticas,no entanto,o autor ao expôr essa visão,revela uma tremenda falta de noção e uma dose de ignorância neste assunto além disso nem sequer conseguiu ser imparcial...só reproduziu um cliché alterando o discurso!
Ler notícias nas redes sociais não é nenhum caminho perigoso,muito pelo contrário,é a forma mais acessível de obter informação do que ir directamente ao site!Essa ideia de conteúdo relevante das duas,uma:ou não existe ou é subjectiva porque nisso o leitor tem de ser selectivo.
Alguém que não compreenda esta matéria,vai achar que ele tem razão mas não é bem assim:os algoritmos marcam consoante o que os utilizadores pedem para aparecer no feed de notícias.
Geralmente aquilo que é interessante os editores não publicam,a pessoa é que tem de procurar em sites específicos e é suposto saber discernir aquilo que vai captando no meio do excesso de informação.
Uma rede social pode ter tanta importância quanto um livro,o utilizador é que tem de criar coisas úteis e propiciar qualidade em vez de esperar que os órgãos de comunicação tragam diariamente lixo onde não se incentiva a raciocinar e a debater,aí sim já é um erro crasso e perigoso!Jamais se deve depender do que se partilha nas plataformas:a internet é um vasto universo que usado de um modo consciente traz inúmeros benefícios a nível cultural.
Neste caso,uma rede social ainda continua a ser versátil e esse autor não tem o direito de ditar que o consumo de informação instantânea é mau,é o mesmo que proibir o utilizador de ler novidades levando a perder o melhor.
Se a internet é um veículo de comunicação democrático,evoluir intelectualmente é urgente,isto é,a própria pessoa é que deve assumir o controlo subindo a fasquia daquilo que quer acompanhar na actualidade e não as plataformas!!!Subscrever newsletters e RSS pertence ao passado e não se recomenda a não ser que seja conformista.
Ignorar a informação rasca é a solução.O utilizador tem de aprender a exprimir livremente e não seguir um autor que começou por dar um péssimo conselho aos leitores da página,basta ter a capacidade de interpretar e analisar se aquilo que leu e foi emitido é verdadeiro ou falso.
Nos dias que correm,uma rede social desempenha um papel poderoso do qual é preciso despertar mentes neste âmbito,por exemplo:o clickbait serve para aumentar o número de visualizações pelo título e gerar comentários provocando a curiosidade do público,girando em torno de uma espécie de aprovação bacoca.
O intuito das plataformas é justamente moldar a visão do utilizador,baseando no histórico de acções,popularidade e feedback e não em conteúdo duradouro e sério. 
O autor do texto também é culpado porque vai influenciar uma horda de desprevenidos com essa dica e criar uma bolha redutora de pensamento...a perspectiva dele é superficial e irreal e não estimula o utilizador a desenvolver o intelecto e a argumentar em relação à (des)informação.
Nota-se que ele não tem conhecimento suficiente de como se processa informação relevante,apenas debitou no ar uma mera opinião sem nenhum fundamento crítico proveniente precisamente desta consequência.
O segredo é navegar na internet e verificar se o conteúdo disponibilizado é digno de ser absorvido,porém há um detalhe oculto:o utilizador tem de se exigir no grau de literacia.
Uma plataforma é um serviço gratuito ao alcance de qualquer pessoa e por isso deve-se evitar expôr ou partilhar o que quer e apetece só pelo facto de um órgão de comunicação social ter impingido,ou seja,é um truque para espalhar ruído e notícias indesejadas.
O utilizador tem de colaborar na redefinição de informação consultando e incluindo regularmente todo o tipo fontes fiáveis por exemplo:sites,portais,páginas,blogues e espaços de discussão porque a imprensa manipula em favor de lucro fácil ao anunciante que paga aos jornalistas para venderem notícias sensacionalistas em detrimento de notícias instrutivas.
Uma dica de ouro passa por ler o que foi partilhado digitalmente e se esforçar para confirmar se é original e não cópia para tirar vantagem ou fazer concorrência!!!Escrever é uma componente principal,logo se está pouco coerente é óbvio que se trata de desinformação.
O utilizador tem de determinar um padrão do que quer acompanhar,praticando a habilidade de buscar qualidade,se não o conteúdo encontrado online vai permanecer efémero e em função de reacções e "gostos" que no fundo não dão veracidade nem traduzem nada.
É lógico que o autor do texto está absolutamente enganado!Convém esclarecer esta fraca percepção e não normalisar.
Cultivar informação útil vai além de ler notícias nas redes sociais.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

A aplicação onde tudo pode acontecer

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Saudações desalmadas!
O tópico desta mensagem é sobre uma app de encontros.
Pela informação obtida após uma pesquisa efectuada,foi deparado entre alguns resultados um artigo de imprensa a propósito da "Happn",uma aplicação concorrente da "Tinder".
Desenvolvendo,é uma plataforma de encontros para dispositivo móvel super básico e visual onde se selecciona um membro por fotos.
Futuramente todos se vão concentrar nessas app's porque é o novo meio de conhecer pessoas em vez de ser directamente nas redes sociais (ou ao vivo) que lentamente se vão tornando no segundo plano...gente estranha e hipócrita muda a ordem das coisas.
Há motivos para se discordar da utilização do "Happn".Pelo que diz,se gostar de alguém pode-se interagir,ela vai receber o aviso desse utilizador e ainda decide se quer ou não conversar?!Muito mau gosto,como se não bastasse ser um amor não correspondido!É aconselhável principalmente para arranjar companhia e passar tempo a ver os tipos de pretendentes contudo há pessoas que se não se identificarem com outra,não assumem que escolhem pela aparência sendo extremamente superficial e seco neste sentido.
Uma psicóloga não devia ser permissiva defendendo esta ferramenta só para não parecer retrógrada!A opinião expressada é um autêntico paradoxo com a carreira;o profissional desta área como é um intermediário tem um papel de peso na consciencialização,logo convém discernir e não influenciar,alertando aos mais frágeis das desvantagens e do mau hábito que proporciona com ética mas actualmente as linhas já se esbateram,não estimulando o indivíduo a pensar duas vezes antes de meter nisso e a moral (ou a resolução) ficou ao critério de cada um.
Na aplicação apanha-se claramente um maior número de indivíduos disponíveis só não dá garantia de ser uma fonte segura.Os mapas vêm incluídos nos perfis que regista os locais por onde passa,sugere pessoas próximas por sistema de geolocalização e os que frequentam os mesmos sítios do qual activa-se automaticamente...sinistro!É preciso ter cautela no uso do GPS para não correr o risco de ser seguido através das pistas deixadas,até se não for automático.
O "Happn" destina-se àqueles que têm poucas hipóteses na realidade,ou seja,não favorece aos que mantêm pessoalmente um contacto vasto e alargado onde há facilidade de conhecer alguém em comum devido à receptividade e sim indicado para utilizadores com um círculo restrito de amizades.
Salientando o excerto do artigo:"Hoje já são poucos os que ficam "presos" ao companheiro atual.Esta é "uma transformação social e cultural de grande magnitude e positiva,sobretudo,quando as pessoal,na sua maioria mulheres,se viam forçadas a permanecer em relações disfuncionais e insatisfatórias por constrangimentos de várias ordens,até ao final da vida".Sinceramente,o que é que esta parte tem a ver com a plataforma?É absolutamente incompreensível e está descontextualizado do assunto.
Por outro lado,traz algumas barreiras,por exemplo:há pessoas que não procuram alguém para um relacionamento porque simplesmente não lhes apetece e querem se animar enquanto puderem e não tiverem estabilidade,por isso nem sempre é por causa de uma vida profissional preenchida;segundo,o utilizador pode aderir ao espaço por curiosidade sem nenhum objectivo concreto e último,muitos não escalam a conversa passo-a-passo porque não lhes assiste levando ao conformismo (ciclo vicioso).
As redes sociais no geral,não têm um propósito definido e a ferramenta neste ponto é positivo porque a "Happn" foi concebida especialmente para descobrir algum membro com preferências semelhantes através das funcionalidades para comunicar,ver quem é do agrado e não para ser usado para outros fins.
Comparar a plataforma com as centenas de caras e das pessoas que se vêem quando se sai à rua afirmando que todos olham para o físico e não o psicológico,é uma ideia errada e um tanto redutora apesar de haver razão!Numa certa altura não é o suficiente na lei da atracção e aqui neste caso trata-se a nível virtual,ambientes completamente diferentes.
Então e se o membro viver numa zona distante ou remota?A questão depende também da densidade populacional da região e das possibilidades que a "Happn" oferece.Por se ter aderido,não significa que esteja acessível...é um pormenor,ou seja,praticamente o serviço combina imagens,interacção por ícones,mensagens instantâneas e o percurso captado.
Tal como foi referido,a ferramenta recomenda-se ao público com dificuldade de conhecer alguém da cidade onde vive e está sozinho e isto revela uma falsa evolução,pelo contrário,o declínio nas relações interpessoais é mais acentuado!!!A importância atribuída à aplicação é lamentável:aquilo é uma espécie de jogo estilo caça ao tesouro com seres humanos para aliciar os membros a permanecerem na base de dados.
Logicamente que no fundo,a "Happn" possui uma faceta negativa,por exemplo:a plataforma móvel é um pronto a estabelecer conexão na palma da mão tal como era antigamente com as salas de chat online,o utilizador teclava/marcava encontros com desconhecidos pelo anonimato/às cegas só por letras.
Nas entrelinhas,o psicólogo não devia normalizar porque uma foto impede de ver o comportamento do membro...é sinal de andar desfasado e de falta de autoridade e de capacidade de explicar (ou de experiência) na abordagem da matéria das aplicações de encontro,daí disfarçar com um discurso alheio.
Por conseguinte,resta a dúvida:como se vai construir memórias no mar de uma galeria digital fugaz apresentada?

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Cibercultura

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Saudações sombrias!
Nesta crónica vai-se abordar acerca da cibertribo.
Numa breve pesquisa efectuada,constata-se que há uma falta de informação disponibilizada relativa à cibercultura,os resultados obtidos são escassos e pelo que foi retido,não ditam nada em concreto.
Ora divagando,chegou a altura certa de haver matéria sobre a teoria estranha desta era.
O universo digital está num patamar preocupante onde se prioriza coisas que outrora eram impensáveis e andavam longe de povoar o imaginário da maioria da gente.
Actualmente há fortes dificuldades em reconhecer alguém sério,acabando por serem ocultados devido à falta de sensibilidade alheia no uso de uma rede social...inunda-se comportamentos errados e bizarrices porque perdeu-se a essência da interacção humana.
Uma rede social tornou-se num antro destinado puramente ao exibicionismo e isso identifica-se sem precisar de fazer um estudo sociológico nem teses de doutoramento.
Estimula-se o faz-de-conta e a popularidade instantânea onde se valoriza o número de amigos (e seguidores) em vez de ser coisas importantes,basta detectar os sinais através daquilo que emitem nos perfis do qual é um problema grave nos dias que correm.
Os utilizadores que recebem mais atenção e mais poluem,geralmente são aqueles que se enquadram nestas categorias:os de assuntos superficiais/reciclados,boémios,pessoas fúteis,selfies,famílias/casais,narcisistas,grupistas,vulgares,
pobres analfabetos,lançadores de indirectas (alarves),parvoíces corriqueiras,ricos materialistas,modas fitness e ostentação de estatuto.
Os extrovertidos armam-se em famosos expondo a vida como se fosse um reality-show,ou seja,não costumam ter filtros nas pegadas e "morrem" se não aparecerem...todo este fenómeno a que se está a assistir é proveniente da extroversão que origina foleirice e brejeirice desmedida.A atracção principal deles dentro das plataformas digitais é a exaltação de egos e vaidades.
Quem é pouco expressivo tem mais vantagem em coleccionar amigos e os exibicionistas são fãs de marcas,autores,artistas pós-modernos,páginas bacocas de entretenimento,figuras públicas,"gostam"/divulgam serviços de marketing e vendas,seguem grupos de discussão,visitam países/lugares,interessam-se por romances de cordel,excertos parolos e gostos vagos e impingidos;eles só aderem meramente por motivos básicos e não com outros intuitos,ainda por cima são pessoas cuja presença online não é assídua por serem ocupadas em termos profissionais e não terem tempo para se dedicarem ao espaço.
Gente que se aproxima do narcisismo também são logo notadas ou então arranja-se desculpas esfarrapadas para não comentar as fotos quando não lhes agradam,ficando intimidados:é uma regra predominante bem como frases reproduzidas às carradas na descrição ou no perfil.
Esse tipo de utilizadores ganha aprovação com facilidade (dantes era um desafio da adolescência,agora são os adultos que compensam o que não puderam ter enquanto jovens andando com esse complexo),o resto passa despercebido.
Depois há aqueles que adicionam e falam só com os que conhecem pessoalmente na realidade...quer dizer,isto é algo lamentável e absurdo!!!É suposto um adulto ter capacidade de discernimento,pois uma rede social não é para ser tão redutora senão está-se a criar ilhas isoladas e esta situação é escabrosa.
Alguém desses não tem noção da dinâmica e quase seguramente que os discursos são tacanhos.
A sociedade não deve normalizar aquilo que é artificial,por exemplo:quanto mais "amigos" pescar no FB mais hipóteses tem de ser bombardeado de "gostos" e de merecer elogios,factor preferencial desta cultura exclusivamente visual onde se celebra a imagem individual,a chamada iconofilia contemporânea.
Um utilizador de concorrência nula não se pode afirmar,é preciso ter uns traços favoráveis para o perfil manter-se activo em "gostos" e comentários só dessa forma se consegue,se não não se tem o direito de receber nada das amizades por não se simpatizarem com pessoas foram do comum...este código social gera um fosso abismal e cria um sentimento competitivo de rotulação;é uma atrocidade que não devia ser alimentada porque é negativo e incentiva à inferioridade.
No fundo,cada um de todos os tipos de exibicionistas compõem uma nova espécie de tribo digital que são preconceituosos e discriminam o que é diferente deles!!!São indivíduos com um nível baixo de evolução natural.
Alcançar o pedestal por vias banais (ou através de "gostos" comprados caídos às centenas) é uma grande desonestidade que dura há quase uma década revelando falta de integridade e por vezes ofendem-se com críticas ou aqueles que ficam histéricos quando alguém descobre alguma publicação pessoal exposta na internet:é normal,pois eles dão a possibilidade dos outros verem e de procurarem sem autorização,os demais não têm a culpa!Além de serem um autêntico tédio,eles são arrogantes sem nada para oferecerem,só procuram ser idolatrados (alguns são semi-celebridades).
Esta é a plena época abominável de filosofias de algibeira do qual a maioria se convenceu de ser assim,da ditadura do politicamente correcto,do crime-pensar e do deixar-se levar.No entanto,apregoar este ideal deturpado é extremamente perigoso tanto para a auto-estima quanto para a mente!
Os utilizadores pouco participativos não produzem nada,são parasitas das plataformas que tornam o ambiente "insuportável".
É preciso moldar as mentalidades com clareza e coisas significativas,as aparências são efémeras caso contrário,por si já indica que vai haver indivíduos desprovidos de pensamento próprio:deve-se ter um grau de compreensão para saber que não pende só para um determinado alvo,aí é injusto.
O espaço jamais foi concebido para estes fins desprezíveis e sim para ser livre de conviver,ter um suporte aos solitários,um conforto,alguém à distância para animar,serve para comunicar com terceiros e até manifestar opiniões espontâneas.O reflexo do perfil relacionava-se com a personalidade do autor e não era colectivo a tirar fotos para confirmar ao mundo que esteve com fulano e beltrano envolvido numa actividade patética qualquer,fazendo da partilha um espectáculo em vez de aproveitar o momento e frequentemente nem se possui contacto nem confiança com esses elementos!Trata-se de uma questão de bom-senso:se não se cruza na rua nem se estabeleceu vínculos duradouros,é escusado expôr fotos de grupos a fingir ser amigos só para exibir que se está na companhia de alguém...é uma fragilidade inconsciente e não uma lembrança a ser registada.
Convém repensar no modelo transmitido,a impressão dada é a de que não se encontra conteúdo porque a tribo digital da banalidade impera por todos os recantos da internet sob diversas maneiras,não contribuindo em nada e desempenhando um papel sem credibilidade.
Terminando esta publicação:se a cibercultura é visual,vai-se sofrer com a ignorância intelectual.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Os quatro tipos de blogues

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Saudações sombrias!
Nesta publicação foi resolvido abordar sobre os quatro tipos de blogues mais recorrentes.
Numa breve pesquisa efectuada,constatou-se de que predomina em larga escala quatro tipos de blogues do qual a maioria não sabe identificar e foi notado sobretudo que se deve esclarecer as diferenças devido à falta de informação útil,ou seja,verificou-se que não foi encontrado nenhum resultado a orientar adequadamente o utilizador:circula-se apenas um surto de dicas rápidas (de marketing) para um blogue normal,o que gera equívocos pois as ideias estão misturadas por aí que suscitam confusão a quem não entende disto,donde seguramente absorve aquilo que vai lendo a este respeito.
Desenvolvendo o tópico,chegou a altura de lançar um artigo com uma matéria enriquecedora a definir cada um desses blogues que afloram por essas bandas em força,despertando a consciência de quem pretende abrir um.
Eis então quais são:
blogue de marketing digital
é um blogue associado a um negócio criado por um profissional e serve para promover um serviço (produto/marca) fazendo estudos de mercado e sondagens.Usa-se técnicas específicas para escrever,isto é,os textos devem ser pequenos para não aborrecer,concisos e só se deve dizer o que é do interesse do público porque os consumidores detêm o poder.
Baseia-se em medidas/estatísticas,há uma segmentação por geolocalização,idade,género,interesses,profissão e camada.
Custo-benefício,nos dias que correm,qualquer empresa ou pessoa pode usar as ferramentas disponíveis para atingir o público-alvo dando independência;agilidade na comunicação,dantes precisava-se de ajuda de uma figura intermediária (geralmente uma agência de publicidade,uma produtora de áudio ou vídeo) para espalhar a mensagem nos media...custava recursos humanos,financeiros e tempo.Assim interage directamente com a empresa e o empreendedor pode programar as campanhas e outras actividades pelo "Google adwords" e instalar o "Google analytics".No email marketing,pode-se criar e enviar para a base de contactos,divulgando eventos,novidades e lançamentos.
Há a hipótese de haver uma banalização pelo que o utilizador tem de se certificar que não está a emitir poluição:há que ter uma aptidão para se marcar dos restantes blogues de marketing digital.

Blogue de marketing de conteúdo
O conceito é semelhante ao anterior contudo,este está relacionado com a visibilidade e visa atrair tráfego qualificado para os canais e plataformas onde o utilizador está registado,de modo a aumentar o número de seguidores.O sucesso do SEO depende exclusivamente do posicionamento nos motores de busca e para tal,deve-se investir no design da página e analisar o que pode ser melhorado no aspecto visual e funcional...guia-se por conteúdos modernos,pouco raciocinados e com linguagem acessível que satisfaça imediatamente a atenção dos leitores,um tanto em versão amadora da imprensa sensacionalista e cor-de-rosa levando as pessoas a clicarem inconscientemente em títulos apelativos para disparar nas visualizações e subir no ranking do top individual.
Consiste em cultivar coisas típicas de eterna juventude,dá-se azo a preferências impingidas (e aprováveis) socialmente,cultiva-se coisas sem um pingo de imaginação nem jeito e a dizerem o óbvio por dizerem.A regra é praticamente aguçar a curiosidade para fazer a alegria dos adultos imaturos e sem neurónios admirar o conteúdo lançado que na verdade são temas batidas à exaustão e replicadas pela internet em vez de surpreender com algo fora do habitual.
Existem vários meios a serem usados para este marketing,a começar pelo blogue - as mensagens neste formato é o mais difundido desde os primórdios;publicações de vídeo - este formato tem um crescimento exponencial na última década;infográficos,podcasts - o formato áudio é ideal para dispositivos móveis;pode-se fazer apresentações web em slideshare de todos os tipos e as webinars que são apresentações e palestras em vídeo excelente para aprofundar em algum assunto.
Primeiro o utilizador tem de ir condensando a aprendizagem neste âmbito através de cursos online/presenciais,workshop,blogues,portais,livros,e-books,eventos,congressos e networking.

Blogue de influência
É o mais apregoado pelo mundo blogosférico.
Aposta-se na imagem pessoal,é regido pela popularidade e pela vontade da pessoa ser uma semi-celebridade virtual.
Fala-se sobre assuntos corriqueiros,dá-se destaque a coisas insignificantes,insufla-se o ego do "influenciador" (um oportunista) a emitir no ar discursos cheios de palha e no fundo não percebem de autenticidade,ou seja,a ideia deles é comporem nichos e se promoverem sem acrescentar nada,havendo uma pequena tendência para transformar numa carreira.
A pessoa acha-se um intelectual culto por mencionar frases,excertos e citações patéticas,recicladas e básicas de escritores/autores pós-modernos duvidosos que também não valem lá nada de especial nem sequer trazem nenhuma novidade aos leitores porque não se vende obras literárias construtivas!Os "influenciadores" no geral são licenciados a partilharem histórias quotidianas e a seguirem correntes idealistas de personalidades reconhecidas de modo a ocultarem a incapacidade cognitiva:é uma estratégia para não transmitirem a reputação de figura inculta e de não desiludirem os fãs.
Eles não têm nenhuma lição a ensinar,abominam críticas,são arrogantes e há competitividade neste ramo.
Um "influenciador" digital é alguém naturalmente exibicionista a brincar ao faz-de-conta.Alguns chegam a ser convidados ocasionalmente para rubricas de imprensa ou estabelecem parcerias com marcas e o objectivo deles é alcançar um estatuto para conquistar a audiência.

Blogue de comunicação
É a forma comum de expressão de qualquer anónimo.
A plataforma é o espaço de escrita digital do autor onde se expõe o pensamento e as opiniões à comunidade de bloggers,gera-se informação,serve de fonte para auxiliar numa determinada área,inspirar,produzir conteúdo original e espelha sentimentos.
O utilizador tem de formular uma visão própria daquilo que vai escrever,ter gosto para manter e predisposição antes de aderir à blogosfera.
Um blogue de comunicação normal é o reflexo do autor:os relatos fornecem pistas e revelam o perfil.
Por ser livre,não há nenhuma preocupação,critérios a serem cumpridos nem obedece a nenhum padrão,portanto as actualizações são esporádicas,ao contrário do marketing que não se deve deixar parado por um longo período e requer um planeamento prévio...aqui é mais abrangente e não há uma frequência exacta do ritmo das publicações:isso é muito subjectivo!!!

Feita a explicação,cabe ao utilizador acompanhar a evolução a fim de evitar distorções entre os quatro tipos de blogues.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Ídolos virtuais

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Saudações tenebrosas!
O tópico desta crónica é sobre ser youtuber.
Numa pesquisa efectuada a propósito deste assunto,constata-se de que os resultados obtidos são pouco úteis e nenhum alerta a parte menos boa de ser vlogger:há uma falta de informação e orientação relativa a este projecto.
Ora desenvolvendo,chegou finalmente a altura certa de abordar acerca de referências digitais.
Daquilo que foi retido,notou-se de que não existem artigos a esclarecer quanto ao plano a longo prazo de ser youtuber,apenas um surto de dicas para abrir um canal,algo inacreditável nos dias que correm.
Antigamente era impossível uma pessoa comum ter um lugar de destaque.O "Youtube" é a nova revolução deste século alternativo à televisão,onde há mais de uma década o fenómeno de popularidade era impensável e a impressão que se tem ainda é vaga pois em plena era de celebridades virtuais,muita gente não consegue adaptar ao ritmo das mudanças,ou seja,não se tem noção que o "Youtube" é um universo muito raso.
Ser youtuber não é uma mera brincadeira de entretenimento,pelo contrário,é uma nova forma de gerar ídolos e de catapultá-los para o estrelato,daí a ser famoso é um passo muito curto.
A plataforma para além de ser uma ferramenta de desenvolvimento,é uma extensão dos media e como tal,tem de ser incutida a seriedade nos mais novos que andam fascinados!Actualmente os youtubers são equivalentes a artistas e animadores devido à facilidade de adquirir fama...ao criar um canal,praticamente passa a ser um apresentador do próprio programa contudo a ocupação não é para qualquer um.
A comunicação audiovisual é ideal para pessoas dinâmicas com uma personalidade amigável e disposição para se relacionar com os seguidores.O "Youtube" é o palco do protagonismo:ao falar para a câmera,centenas de pessoas vão estar a ouvir e a imagem naturalmente é a base.
O autor tem de "estudar" previamente o conteúdo antes de ser lançado,elaborar o guião,ter uma ordem daquilo que se vai falar,traçar o roteiro,mexer em programas de gravações,saber editar vídeos com legendas,ter em atenção ao som,luz e ângulo,construir o cenário,ter um alvo definido,expressar-se convenientemente e usar uma linguagem adequada.A preparação leva tempo por vezes semanas e antes disso,a exposição não pode ser controlada...os filtros não atenuam a visibilidade:é importante explicar o trabalho envolvido nos "bastidores" e que automaticamente vai-se saindo do anonimato.
Um vídeo depende das visualizações para alcançar sucesso e a participação do público é fundamental para o canal manter-se no ar,o subscritor tem de se identificar com o vídeo,se não,não compensa.
A actividade deixa um histórico e fica registado na plataforma,o vídeo produzido surge dos arquivos consoante a busca,logo o youtuber tem de ter o cuidado de não fazer algo que mais tarde se possa arrepender,relembrando que o vídeo fica acessível a todos,inclusive de outros países.
O autor está sujeito a diversas reacções pelo que não há nada mais entedioso que apanhar alguém exibicionista com a intenção de fazer número!
O tema é discutível.Para publicar vídeos,requer competência social e a reputação é transmitida a milhares de pessoas...o "Youtube" é um motor potente a nível mundial e para ser durável,precisa de ter alguma vocação,por exemplo:vídeos ao estilo consultório sentimental,é destinado a alguém que já seja bom e tenha experiência na área de relacionamentos interpessoais sem reproduzir clichés!Ser dotado de moral e sensibilidade no sentido humano;para abrir um canal de life coaching,também é semelhante e a pessoa tem de ter credibilidade em vez de usar o estatuto para atrair tráfego,não pode ser um coach de algibeira nem soar artificial e um vlog temático contribui na expansão de conhecimento e horizontes.
A planificação tem de ser ponderada,sempre com discursos curtos e com rigor e o ídolo torna-se responsável pela comunidade e deve fazer a divulgação em grupos de "influenciadores".
Por outro lado,a plataforma é democrática e há a banalização em ganhar reconhecimento causando alguma confusão,a audiência tem de ter a capacidade de distinguir e formular as opiniões daquilo que é exposto.
O termo não deve ser associado ao marketing,a não ser que se faça disso uma carreira e a pessoa tem de aprender a lidar com a fama...só não vale imitar ninguém.
É aconselhável revelar a melhor faceta,pois pode ser simpatizado por pessoas próximas,ser seguido por quem menos se espera ou então alguém de longe tomar como modelo.
Concluindo:um ídolo virtual não nasce numa árvore!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Regras de etiqueta do Facebook

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Saudações tenebrosas!
O tópico desta mensagem é sobre aquilo que jamais se deve fazer numa rede social.
Há uns tempos,surgiu um excelente artigo de imprensa a falar do ódio que se vive por todo o lado e dicas para enfrentar.
Da informação retida e através de uma observação aprofundada,foi seleccionado alguns pontos mais comuns apresentados por pessoas na sua maioria com estudos superiores.
Desenvolvendo a crónica,actualmente predomina ignorância no uso da rede social:não é por ser virtual que se pode expôr tudo desmedidamente,ou seja,o espaço não é um caixote de lixo para circular diariamente uma grande quantidade de mediocridade!
Antes de tudo,é preciso ter noção de que as regras de etiqueta ainda são válidas e não estão ultrapassadas,são fundamentais para a harmonização online.
Eis em seguida dezasseis comportamentos graves e deploráveis cometidos pelos utilizadores no facebook:
1 - indirectas
procurar resolver um problema pessoalmente,se não for possível,é para esquecer em vez de lançar ódio na rede social.Uma indirecta é infantil,o alvo não vai ver e além disso atinge desconhecidos;

2 - enviar solicitações de jogos e eventos
mandar pedidos para jogar,ir a eventos ou adicionar aplicativos é desagradável.Nas notificações recebidas espera-se ver algo interessante e não ser incomodado por convites parvos e irritantes,a não ser que a pessoa também goste do mesmo;

3 - conteúdo perturbador
partilhar fotos e vídeos perturbadores por mais comovente que seja,são horríveis e extremamente de mau gosto.As notícias sensacionalistas já fazem esse trabalho de mostrar crianças e animais doentes ou maltratados.O conteúdo polui o ambiente e a única coisa que se consegue são comiserações.Convém ter bom-senso,pois não se cura doenças nem se angaria dinheiro através de um clique,o facebook é para se entreter e não para publicar tragédias,desgraças e sobrecarregar com coisas depressivas e negativas que pouco contribuem;

4 - confissões
não se pode confundir uma rede social com um psicólogo ou um refúgio para muitos virem desabafar e contar confidências no mural do perfil ou outro sítio com visibilidade.Há gente com a ideia errada de que encontram apoio pelo ecrã ao exporem os problemas pessoais mas é preciso lembrar de que está na internet perante milhares de membros a saberem informações da vida de alguém;

5 - fotos
nas fotos de grupo quando um elemento sai mal,menos favorecido ou há alguma distracção no meio que ganha mais atenção,não se deve expôr no álbum mesmo que todos estejam perfeitos!!!Primeiro precisa de ser aprovada pois uma foto tira-se com paciência e não sem aviso prévio e sem autorização da pessoa para deixar embaraçada.Caretas e selfies são ridículas,o facebook não é um espelho e o utilizador arrisca-se a ser gozado;fotos com descrições cheias de moral é outra coisa incompreensível.Cada um é responsável por aquilo que coloca,quem vê não é culpado;

6 - publicações
jamais emitir uma mensagem espontânea (por exemplo,a reclamar do tempo),enigmática,spam,publicidade comercial,comunicados de imprensa à facebook,boatos,partilhar pedidos de gostos para os utilizadores votarem em desconhecidos nas participações em passatempos,correntes duvidosas e movimentos virais ou frases aleatórias no mural com o intuito de mostrar que quer meter conversa.São vagas,supérfluas e estão fora de questão porque inundam o "feed" de notícias com coisas desnecessárias,há formas normais de falar e esta é estranha;

7 - interacção
só se deve dar um "gosto" quando é agradável à vista,positivo,valioso ou quando se concorda com determinado assunto jamais para incentivar calúnias,exaltar egos,decadências,gostar só por ser uma figura célebre,dar força a conteúdos impróprios/obscenos,imagens de teor abusivo,fatalidades,coisas que prejudique alguém,"gostar" só para dizer "olá já vi estou aqui" ou por outros motivos geralmente contraditórios e descontextualizados.
Dar "gosto" nas próprias fotos,indica que a pessoa ou é carente ou retardada:o facto de se ter publicado já significa que gostou!
Não deve ser dado inconscientemente por aí,só em quem realmente merece reconhecimento,não para promover o exibicionismo (de qualquer natureza:pais e filhos,vulgaridade,foleirice,futilidades,etc.) que provém de gente narcisista armadas em semi-deuses prontos a serem idolatrados num pedestal.O botão "gosto" serve exclusivamente para clicar em informação útil,divertida ou quando o utilizador se identifica;

8 - comentários
responder a um comentário de alguém numa página (sem ter gostado),é uma enorme falta de respeito.Manifestar opiniões não é crime e uma discussão cheia de ataques jamais deve ser alimentada!O utilizador tem de aprender a tolerar pontos de vista diferentes em vez de arranjar conflitos,a liberdade de expressão é um direito de todos e não pode ser confundida com violência verbal,contudo,comentar sempre no sítio certo e consoante aquilo que leu ou viu e não falar de coisas descabidas;

9 - reacções
as reacções representam as emoções e são semelhantes aos "gostos".A quantidade de cliques numa reacção dita o impacto causado da foto ou publicação,atribui ânimo sem mudar nada,apelando à participação superficial com uma leve importância;

10 - obcessão
mendigar "gostos" é sinal de que o utilizador está desesperado que as imagens,fotos,textos ou vídeos sejam comentados desencadeado talvez por baixa auto-estima.
Retribuir não é obrigatório (dependendo do que se vê),convém ter auto-controlo e evitar expôr cada passo por onde anda a fim de não ser seguido;

11 - amizades
em relação aos pedidos de amizade,pode-se aceitar de desconhecidos excepto perfis falsos ou de pessoas que falem noutra língua.
Amizades de colegas de trabalho,só em caso de ter bons vínculos e intimidade suficiente no círculo profissional,os familiares também são um obstáculo mesmo que se tenha boa convivência...fica-se tudo misturado na lista,perde-se o à vontade na rede social e o utilizador torna-se chato.Os elementos aderem meramente para entrarem na modernice com a intenção de bisbilhotarem,praticamente é preciso cautela porque eles vão estar de olho no perfil e aceder aos dados...o utilizador tem de ajustar as configurações de privacidade porque a linha é perigosa,há gente que não sabe discernir os espaços achando ser tudo igual;

12 - fanatismo
jamais espalhar temas polémicos como o futebol,política e religião.O facebook não foi concebido para implantar doutrinações e isso inclui ideologias e activismo.Se alguém quiser abordar tem de ser dentro da racionalidade,no sentido culto,com reflexão e explicitar como deve ser para não gerar más-interpretações.Falar com moderação e evitar ferir susceptibilidades;

13 - partilhas
há páginas que partilham vídeos ou frases sentimentais,estados e citações de personalidades que por vezes não correspondem com a ilustração usada ou vêem acompanhadas do nome incorrecto do autor,transformando o mural num "Tumblr" ou num "Youtube".Os analfabetos estão perdoados,já nos licenciados é preocupante partilhar imagens ou vídeos bacocos,corriqueiros ou cheios de padrões que não têm nada de inspirador,nem são auto-ajuda muito menos simpatia,são réplicas e em parte são adulteradas;

14 - perfil
não se baseia só em fotos ao estilo "Instagram" e em monotonia.É uma ferramenta que dá a oportunidade de desempenhar diversas experiências,ter uma voz,revelar o lado humano e não para criar ilhas;

15 - mensagem
se alguém de fora mandar mensagens privadas,tem de se responder a não ser que sejam cumprimentos,ofensas ou anúncios,essas são para serem apagadas.Se for circunstancial,descarta-se dos amigos caso estejam dentro,os utilizadores têm de entender que não há nada a proibir de contactar uma pessoa

e finalmente,o ponto 16 - linguagem
usar linguagem adequada e evitar proferir alarvidades à toa.Dizer asneiras é injustificável a não ser que se trate de uma indignação ou decepção,aí é concordável.

Apesar de ser informal,o utilizador tem de ponderar o que é partilhado no perfil...a actividade traduz silenciosamente a identidade.
Para quê deturpar a visão se todos sabem distinguir entre o que é aceitável e reprovável no ambiente virtual?O nível de exposição de ruído tem de começar a ser atenuado porque o propósito de uma rede social está longe deste tipo de comportamentos e os membros têm de aprender a serem civilizados.
Visualizar conteúdo desprezível é nocivo à sanidade mental por mais filtros que se tenha.Estar atrás do ecrã implica ser autêntico e transmitir simplicidade,não para ter monólogos e tristezas constantes...está na hora dos utilizadores terem sensibilidade.
Ressalvar as regras de etiqueta é importante porque no "Facebook" capta-se as pistas deixadas pelo utilizador.
Estes dezasseis comportamentos moldam a percepção de uma rede social no entanto,a raíz encontra-se na falta de limites estabelecidos que faz com que muitos membros ajam virtualmente como se quer e apetece.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Dicas de criação de conteúdo

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Chegou a altura de abordar dicas de criação de conteúdo no sentido literal e não associado ao marketing digital.
Numa pesquisa efectuada a fundo,constata-se de que apesar de haver um surto de dicas,os resultados obtidos não são os desejados:há clichés que passam longe do que se pretende e a soar a truques infalíveis e um tanto instantâneos para enganar os ignorantes.
Desenvolvendo esta mensagem,destina-se a bloggers de longo prazo e não a influenciadores faz-de-conta.É hora de despertar-consciência de que a plataforma não foi concebida para qualquer um andar a poluir nem é uma brincadeira!No entanto,vale esclarecer de que actualmente há um conceito totalmente falso levando muitos a aderirem por ser moda e por achar engraçado mas não é assim como se diz.Exige disciplina e cuidado no projecto,pois vai ser acedido por centenas de pessoas e não porque se quer e apetece ser um influenciador.
É uma tarefa complexa e poucos estão dispostos a se envolverem.
Criar conteúdo para o blogue até já tem um termo designado de "web writing":trata-se de escrever para uma vasta audiência virtual que lê na mesma língua e do qual tem de ser útil,legível e ter seriedade,critério crucial porque vai ficar alojado nos motores de busca,as mensagens ficam marcadas na web...é preciso pensar bem antes de mergulhar neste mundo,imaginando por exemplo que um dia (dependendo do alcance) pode ser descoberto e servir de suporte para realizar algum trabalho de alguém,o chamado "web content".
Eis as vinte dicas para criar conteúdo para o blogue:
1 - banco de ideias
ter um banco de ideias,alimentar com frequência e seleccionar os tópicos mais adequados e favoráveis ao perfil do autor;

2 - memorização
convém ter à mão um bloco de notas porque as ideias costumam surgir exactamente quando menos se espera,apanhando o autor desprevenido e não se deve confiar na memória,é preciso apontar aleatoriamente no papel (recomendável) antes de esquecer ou se dispersar;

3 - inspiração
a inspiração para criar conteúdo provém de todos os meios:conversas,revistas,jornais,programas,áudio,youtube,navegar na internet e ler algo relacionado com a área do blogue.Os estímulos são constantes,o resto são desculpas esfarrapadas;

4 - evitar distracções
é preciso calma e concentração durante a elaboração do artigo,saber argumentar,justificar os motivos,desenvolver e fundamentar com o próprio ponto de vista;

5 - habilidade
escrever regularmente não é o mesmo de ser diariamente:deve-se ir praticando e enriquecendo o vocabulário,baseia-se em construir minimamente um texto coerente através de uma certa consistência sem enrolar o leitor ou ser vago,imprimindo um modelo pessoal e não formatado;

6 - verificar e estudar
perceber o que falta na blogosfera fornecendo informação nova aos leitores.Esta dica é universal e serve para bloggers experientes,para os iniciantes,para os desorientados e para empreendedores de marketing digital;

7 - planos,organização e metas
uma das estratégias de peso passa por ter um calendário editorial de modo a gerir o tempo e planificar (ocasionalmente,semanalmente ou mensalmente) a fim de tornar permanente e de não estar longos períodos inactivo;

8 - repetição de tópicos
só se deve reciclar uma mensagem quando o objectivo for acrescentar ou aprofundar um tema já publicado,dividindo em partes se houver muita matéria para ser exposta;

9 - plágios e veracidade do conteúdo
nunca copiar nada de nenhum blogue/site ou portal.Se o autor achou interessante,tem de referir sempre o link da fonte e usar aspas quando faz citações:só por estar publicado,não dá o direito de copiar sem autorização;o original foi redigido por uma pessoa dedicada e não por um bot automático.
Por outro lado tem de entender que só se deve escrever aquilo que for credível,aprovável ou vantajoso e não porque todos falam de determinada coisa por ser um fenómeno só para estar activo:ser autêntico é o segredo;

10 - quantidade
procurar um equilíbrio para não cair na monotonia,ou seja,não falar sobre os mesmos assuntos e sim ir variando dentro das categorias principais do blogue.
Transmite-se uma ideia errada de que quanto mais se publicar,mais os seguidores vão ler;

11- críticas e feedback
saber debater e aceitar opiniões diferentes é meio-caminho andado para conquistar a confiança dos membros,de ganhar uma reputação positiva e até de criar elos e colaborações;

12 - divulgação
divulgar nas redes sociais é uma forma bastante importante de expandir a visibilidade e de estabelecer uma comunidade.A página é uma extensão do blogue:o autor deve manter uma comunicação (humana e não robotizada) quando for necessário com os seguidores para se sentirem incluídos;

13 - alvo
ao contrário do que se apregoa por aí,é escusado definir um alvo específico.Além de limitar os seguidores,impede os outros bloguistas de fora do tema de participarem e de aprenderem melhor entre si e a blogosfera é livre e não para formar nichos!!!;

14 - ilustração
uma mensagem sem uma imagem a acompanhar torna-se aborrecido de ler.É obrigatório ilustrar sempre com uma imagem retirada de um depósito online gratuito correspondente ao artigo;

15 - pessoa
é aconselhável usar a terceira pessoa do singular no sujeito subentendido,a não ser que o carácter seja um diário de relatos pessoais ou intimista (jamais misturar) e responder na primeira pessoa;

16 - alma
empregar palavras vivas dá alma ao corpo do texto e chama a atenção do leitor;

17 - objectivo
a prioridade é a vontade do autor e nunca do agrado dos leitores,ou seja,o seguidor tem de se identificar com algo naturalmente;

18 - concorrência
num blogue normal,jamais se deve preocupar com o reconhecimento,concorrência e números.A informação retida dá a impressão de que a plataforma deve seguir um estilo profissional,com uma série de regras detalhadas para aumentar o SEO,causar impacto e atrair tráfego e de facto muitos criadores de conteúdo acreditam nessa armadilha impingida pelo marketing que só funciona para quem faz disso uma profissão ou se promove (aqueles bloggers que andam a preencher vazios);

19 - apresentação
no geral a estrutura tem de estar apresentável

e finalmente a dica número 20 - essência
um blogue não é para imitar um catálogo de vendas ou a imprensa!Isso faz perder a essência da plataforma tornando artificial.Tem de se exprimir o reflexo do autor sem medo de desafiar o convencional (não se pode vir com a ideia de que não compensa).

O propósito é destacar-se do ruído que abunda nos grupos de bloggers e que não trazem nada de especial.
Criar conteúdo é para os que se comprometem com o blogue e têm plena noção da potencialidade do papel desempenhado.
Os empreendedores ao menos deviam deixar explícito de que as dicas são a nível de marketing digital do espaço e para os que ganham dinheiro e não para serem seguidas por quem tem o blogue por ocupação e escreve por prazer:aqui encontra-se uma pequena distorção.
Do lado oculto da questão,também é indispensável ir adquirindo conhecimentos informáticos neste âmbito...a informação documentada nos blogues pertence à web.
Em resumo,criar conteúdo significa produzir,renovar se não obviamente não se pode classificar de "criação".

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Iniciar conversas em salas de chat

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O tópico desta crónica vai ser sobre uns conselhos para iniciar conversas em salas de chat.
Numa breve pesquisa efectuada por mera curiosidade,constata-se de que não existe informação partilhada em relação à utilização das salas de chat online.
Após uma longa ponderação,esta é a altura ideal de abordar uma publicação semelhante a esta,onde é importante salientar as regras básicas pois há um conformismo no modo de participar em salas de chat.
Um chat é a única plataforma activa em termos de socialização virtual,ou seja,é a forma mais primitiva de interacção humana:praticamente é um pronto-a-conhecer gente por escrito do qual os utilizadores trocam mensagens instantâneas,tudo pelas letras.
Proporciona conforto aos isolados,serve para descomprimir e principalmente combater o tédio.
Deve-se ter a noção de que isso não foi concebido para se chatear e sim divertir e animar ao teclar.
Actualmente converteram-se em espaços de enxovalhamento e de comportamentos abusivos e como em qualquer sítio da internet,uma sala de chat não é excepção:apesar de ser no anonimato,não implica entrar lá e dirigir-se a alguém como quer e apetece!
Eis então uma série de princípios fundamentais a serem retidos.
1 - O utilizador é notado pelo nome do nick:uma espécie de alter-ego que define alguém (é recomendável não usar nome próprio);

2 - as conversas são cruzadas e públicas;

3 - procurar saber primeiro o propósito de frequentar o chat dessa pessoa escolhida aleatoriamente;

4 - não bombardear com perguntas;

5 - ao contrário do facebook onde há uma eternidade para pensar,deve-se falar sobre assuntos leves e de raciocínio rápido e se a sala estiver cheia,a conversa voa e o membro tem de prestar atenção porque o histórico não fica registado;

6 - como um chat é livre,permite que um homem entre disfarçado de nick feminino,vice-versa,etc.Convém analisar as leituras para ter uma ideia do ambiente virtual em que se está a meter antes de cair numa armadilha ou pela possibilidade de ser uma brincadeira de mau gosto;

7 - há conversadores online que chamam logo no privado para estarem à vontade,no entanto não é assim que funciona:privar é a fase seguinte de quando se encontra um membro interessante,quando se pretende prolongar ou solidificar uma conversa e não como um escape por se sentirem intimidados ou confusos no meio de tantas mensagens!!!;

8 - se o utilizador não quiser conversar com ninguém,simplesmente entra-se na sala de chat com um nickname neutro a fim de observar ou de passar despercebido em vez de complicar os outros que vão lá para se entreterem;

9 - evitar divulgar o endereço de email ou outros contactos pois é algo muito particular para ser banalizado,captado por terceiros e até usurpados por aí;

10 - ter paciência e calma;

11 - a comunicação deve ser eficiente e directa para não gerar más-interpretações pois ninguém pode adivinhar ou descodificar o tom da mensagem expressa nem as reacções pela impessoalidade;

12 - num chat concentra-se utilizadores de todas as idades por ser de fácil acesso e o conversador deve filtrar o alvo e ter uma dose de bom-senso;

13 - as conversas são efémeras portanto nada de agarrar aos nicks;

14 - nunca ofender ou ser agressivo gratuitamente durante as conversas:isso é extremamente infantil e desagradável da parte de adultos;

15 - ser discreto ao interagir com um utilizador,isto é,nunca fazer perguntas invasivas ou menos próprias sem alguém mostrar receptividade para tal;além de ser aborrecido responder sempre o mesmo a todos,revela falta de respeito contra desconhecidos!!!;

16 - Não se pode ver quem está do outro lado do ecrã a teclar,ou seja,se o objectivo for conhecer alguém é para esquecer,pois num encontro marcado às cegas a hipótese de ter um desgosto é alta,ainda por cima muitos desses conversadores estranhamente não possuem conta em nenhuma rede social,escondendo atrás de palavras sendo duvidoso neste aspecto;

17 - o utilizador tem de ser capaz de identificar o "perfil" geral dos conversadores através de uma experiência exaustiva:que tipo de frequentadores costumam predominar,o estado civil,a localização,a faixa etária,se é a mesma pessoa que entra com vários nicks deve-se notar pelo padrão da mensagem,o background,etc.;

18 - a sessão é em tempo real,há conversadores a entrarem e a saírem constantemente;

19 - a conversação deve ser estilo telegrama

e para finalizar,a regra número 20:um chat destaca-se pelo teor informal.

Há erros cometidos pelos utilizadores que jamais devem ser ignorados.
É necessário alertar pois muita gente não tem esta percepção achando ser um espaço insignificante,daí não haver esclarecimento nesta matéria nem orientação suficiente.
Tirando esta parte,uma sala de chat também é uma fonte de impressões a não ser desvalorizada,embora haja atritos...o contexto é diferente das redes sociais contudo todo o cuidado é pouco:basta tentar envolver mais para entender a dinâmica dos conversadores da plataforma,evitar arranjar problemas e harmonizar a interactividade.
Isto remete à época do MSN (um programa instalado no pc)  onde as pessoas adicionavam outras na lista,teclavam e havia sempre aquela que chegava a salvar e a imprimir páginas de conversa para comprovar a veracidade a alguém ou por ser marcante ler.Nos dias de hoje,tira-se uma captura de um chat particular (como por exemplo,"Whatsapp","snapchat"...) usado diariamente e manda-se esse excerto à pessoa desejada...tornou-se num hábito comum arquivar mensagens instantâneas.
Conclusão:iniciar conversas numa sala de chat online depende da temática,o resto é deixar usufruir.
"O discurso é o rosto do espírito." Séneca

"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .