domingo, 23 de março de 2014

Provérbios inúteis

Entre os provérbios que existem,apanhei alguns que deviam sair da lista.São ditados que já não colam mais e nem lembram ao Menino Jesus.
Aí vão enumerados os vinte provérbios:


2 - "Beleza sem bondade não vale metade."

3 - "A justiça tarda mas não falha."

4 - "Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo."

5 - "Casarás e amansarás."

6 - "Há males que vêm por bem."

7 - "Sempre a verdade saiu vencedora."

8 - "Espera de teus filhos o que a teus pais fizeres."

9 - "Mulher que assobia,ou é cabra ou é vadia."

10 - "Quanto tens,quanto vales."

11 - "Quem cala,consente."

12 - "Quem é pobre não tem vícios."

13 - "Brigas de namorados,amores dobrados."

14 - "Da discussão nasce a luz."

15 - "Com o tempo tudo se cura."

16 - "Quanto mais me bates mais gosto de ti."

17 - "Quem sofreu o mal pode esquecê-lo,mas quem o fez nunca se esquece."


19 - "Trabalho é trabalho,conhaque é conhaque."

20 - "Longe da vista,longe do coração."

Indo por ordem,nem precisa de grandes explicações:a beleza tornou-se mais ilustre que a bondade;a justiça nem ver;os mentirosos andam descansados;os comprometidos comportam-se como solteiros;nenhum mal traz benefícios;quem diz verdades é visto como mau da fita;nunca se deve prever como os filhos serão no futuro fazendo comparações;as pessoas não se medem pelo dinheiro;calar demonstra superioridade;em grande parte das brigas de casais não há volta a dar;nenhuma discussão é concluída;tempo não é medicamento;quem fez maldades esquece logo;o ambiente de trabalho também tem de ser acolhedor e por fim,a distância reforça a saudade.
Estes são os vinte provérbios totalmente inúteis nos dias que correm.

Sem comentários:

"O discurso é o rosto do espírito." Séneca
"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .