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domingo, 13 de janeiro de 2019

O culto da (des)informação

Resultado de imagem para informação digital
Saudações desalmadas!
Este tópico é sobre o culto da (des)informação circundante nas plataformas sociais.
Há uns tempos,numa revista virtual de comunicação digital,descobriu-se aleatoriamente um artigo do qual se discorda completamente.
É um site óptimo que aborda diversas temáticas,no entanto,o autor ao expôr essa visão,revela uma tremenda falta de noção e uma dose de ignorância neste assunto além disso nem sequer conseguiu ser imparcial...só reproduziu um cliché alterando o discurso!
Ler notícias nas redes sociais não é nenhum caminho perigoso,muito pelo contrário,é a forma mais acessível de obter informação do que ir directamente ao site!Essa ideia de conteúdo relevante das duas,uma:ou não existe ou é subjectiva porque nisso o leitor tem de ser selectivo.
Alguém que não compreenda esta matéria,vai achar que ele tem razão mas não é bem assim:os algoritmos marcam consoante o que os utilizadores pedem para aparecer no feed de notícias.
Geralmente aquilo que é interessante os editores não publicam,a pessoa é que tem de procurar em sites específicos e é suposto saber discernir aquilo que vai captando no meio do excesso de informação.
Uma rede social pode ter tanta importância quanto um livro,o utilizador é que tem de criar coisas úteis e propiciar qualidade em vez de esperar que os órgãos de comunicação tragam diariamente lixo onde não se incentiva a raciocinar e a debater,aí sim já é um erro crasso e perigoso!Jamais se deve depender do que se partilha nas plataformas:a internet é um vasto universo que usado de um modo consciente traz inúmeros benefícios a nível cultural.
Neste caso,uma rede social ainda continua a ser versátil e esse autor não tem o direito de ditar que o consumo de informação instantânea é mau,é o mesmo que proibir o utilizador de ler novidades levando a perder o melhor.
Se a internet é um veículo de comunicação democrático,evoluir intelectualmente é urgente,isto é,a própria pessoa é que deve assumir o controlo subindo a fasquia daquilo que quer acompanhar na actualidade e não as plataformas!!!Subscrever newsletters e RSS pertence ao passado e não se recomenda a não ser que seja conformista.
Ignorar a informação rasca é a solução.O utilizador tem de aprender a exprimir livremente e não seguir um autor que começou por dar um péssimo conselho aos leitores da página,basta ter a capacidade de interpretar e analisar se aquilo que leu e foi emitido é verdadeiro ou falso.
Nos dias que correm,uma rede social desempenha um papel poderoso do qual é preciso despertar mentes neste âmbito,por exemplo:o clickbait serve para aumentar o número de visualizações pelo título e gerar comentários provocando a curiosidade do público,girando em torno de uma espécie de aprovação bacoca.
O intuito das plataformas é justamente moldar a visão do utilizador,baseando no histórico de acções,popularidade e feedback e não em conteúdo duradouro e sério. 
O autor do texto também é culpado porque vai influenciar uma horda de desprevenidos com essa dica e criar uma bolha redutora de pensamento...a perspectiva dele é superficial e irreal e não estimula o utilizador a desenvolver o intelecto e a argumentar em relação à (des)informação.
Nota-se que ele não tem conhecimento suficiente de como se processa informação relevante,apenas debitou no ar uma mera opinião sem nenhum fundamento crítico proveniente precisamente desta consequência.
O segredo é navegar na internet e verificar se o conteúdo disponibilizado é digno de ser absorvido,porém há um detalhe oculto:o utilizador tem de se exigir no grau de literacia.
Uma plataforma é um serviço gratuito ao alcance de qualquer pessoa e por isso deve-se evitar expôr ou partilhar o que quer e apetece só pelo facto de um órgão de comunicação social ter impingido,ou seja,é um truque para espalhar ruído e notícias indesejadas.
O utilizador tem de colaborar na redefinição de informação consultando e incluindo regularmente todo o tipo fontes fiáveis por exemplo:sites,portais,páginas,blogues e espaços de discussão porque a imprensa manipula em favor de lucro fácil ao anunciante que paga aos jornalistas para venderem notícias sensacionalistas em detrimento de notícias instrutivas.
Uma dica de ouro passa por ler o que foi partilhado digitalmente e se esforçar para confirmar se é original e não cópia para tirar vantagem ou fazer concorrência!!!Escrever é uma componente principal,logo se está pouco coerente é óbvio que se trata de desinformação.
O utilizador tem de determinar um padrão do que quer acompanhar,praticando a habilidade de buscar qualidade,se não o conteúdo encontrado online vai permanecer efémero e em função de reacções e "gostos" que no fundo não dão veracidade nem traduzem nada.
É lógico que o autor do texto está absolutamente enganado!Convém esclarecer esta fraca percepção e não normalisar.
Cultivar informação útil vai além de ler notícias nas redes sociais.

domingo, 24 de maio de 2015

O papel da televisão

Mortíssimas saudações!
O tema desta mensagem vai ser focado no papel que a televisão tem vindo a desempenhar.
Nos últimos anos,a televisão tem perdido o seu poder.Nesta crónica com um título bastante "emocionante",pode-se constatar o retrato dos media.
A televisão já não dá novidades:limitou-se a transmitir programas degradantes,barraqueirismos,músicas duvidosas,notícias sensacionalistas sobre desgraças,comportamentos negativos e grande parte do tempo é dedicado aos discursos políticos.
Quanto aos canais internacionais,também pouco se aproveitam,pois muitos conteúdos são banais.É só fazer um zapping para notar que os filmes por exemplo,são todos uns iguais aos outros e não existe valores construtivos presentes.Tudo é à base de modelos já pré-concebidos.
A televisão atingiu um ponto de saturação:nem para ruído de fundo serve e foi substituído pelas redes sociais.
Há quem diga que quanto mais lixo visual o público consome,mais as entidades reguladoras emitem e por outro lado,demonstra em parte o reflexo dos países.A liberdade de imprensa é um factor destacado e determinante nas influências dos telespectadores.
Encontrar um entretenimento de qualidade tornou-se num  grande desafio,pois a televisão deixou de produzir programas originais dando espaço ao interesse da maioria.
Da lógica dos media,exibir algo relevante como cultura geral ou princípios morais,não iria compensar as audiências,por isso o básico sai a triunfar.
Por conseguinte,a televisão precisa de ser reinventada e voltar a ter o papel activo de agregador de massas,mesmo tendo a concorrência das plataformas.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Anúncios moralistas

Tenho andado a analisar bem como são feitos ultimamente os anúncios publicitários,e verifiquei que:todos os vídeos têm uma história dramática e que o slogan só aparece no fim;que nem sempre corresponde com aquilo que se quer transmitir como é o caso da Optimus,e que serve mais para despertar consciências do que para divulgar o produto ou serviço.
A Dove,como todos viram,é um excelente exemplo deste último:reforça em peso o culto à imagem,alimenta egos e nos mostra sobretudo que uma mulher de qualquer idade,tipo,raça ou forma tem a sua própria beleza e que não deve tentar ser como nenhuma modelo,porque o padrão dos media é irreal.
A explicação para este tipo de anúncios fazerem sempre sucesso,é simplesmente porque o público é movido pela emoção do que pela razão!A falta de afecto no dia-a-dia,falta de motivação,a baixa auto-estima,falta de apoio emocional e até a pobreza de espírito,leva o marketing a lançar vídeos extremamente poderosos,lembrando a velha máxima:"uma imagem vale mais que mil palavras" e cria-se um enredo,alertando para os valores humanos.
É exactamente através desta forma que o controlo e manipulação de massas se torna mais fácil,onde todos se assumem como rebanhos.
Vejam aqui outro exemplo da linha de telecomunicações de Taiwan:tem slogan no fim mas não sei o que destacaram,só vi um filme!
Por outro lado,isto me fez reflectir acerca da importância que se tem na realidade,ou seja,nenhuma!
Eu sei que há muito trabalho envolvido para se produzir anúncios moralistas mas é lógico que continua a ser inútil,pois o respeito ao próximo é um tema que deve ser incutido seriamente e não como estratégia de venda.
Referindo ainda a campanha da Dove,devo salientar um detalhe:se a auto-estima depende exclusivamente da relação com o exterior,dos elogios ou de como os outros nos vêem,esta ideia (errada) não pode baralhar as cabeças das gerações vindouras?
São deste género de coisas que me fazem pôr em dúvida acerca de tudo aquilo o que aprendi e adquiri ao longo dos tempos...os valores actuais são totalmente invertidos...é como se agora as plataformas ditassem o que é certo e todos concordassem e seguissem,enquanto a vida passa ao lado com os seus ensinamentos e todos ignoram porque vão/preferem ver vídeos patéticos ao you tube.
Para concluir,os anúncios moralistas funcionam também como reflexo do comportamento da sociedade,e não como algo para se impressionar.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O novo modo de vida

Como já devem ter visto,cada vez mais é frequente as pessoas fazerem sucesso através do you tube e FB.
Vejam o caso das páginas dos concursos de beleza entre universitárias:como é possível uma banalidade destas correr na imprensa?Ainda se houvesse dinheiro como prémio,eu entendia mas o objectivo é destacar o que de mais belo se vê nas universidades portuguesas.(sempre pensei que fossem os estudos)
Ora bem,estas iniciativas são absurdas!No tempo em que andei na escola,alguém que fosse popular,era chamado de convencido e estava sujeito a mais uma série de rótulos,incluindo a tão ouvida frase:"estás cá para estudar,não para fazer um desfile de modelos".Actualmente é quase regra porque a sociedade assim o dita!
Quanto às fotos:antigamente (e que eu saiba ainda continua a ser) quem exposse fotos menos próprias ou de maneira ousada,era um apelo ao engate.Se a finalidade não fosse essa,os rapazes desistiam ou rebaixavam.
Actualmente,já dizem que pode servir também para fortalecer o ego e que é o instinto humano natural de ser admirado.
Se dantes roubar fotos dos perfis dos colegas era crime e todos olhavam com ar reprovador,cada vez mais é normal compartilhar e ir parar às mãos de terceiros,muitas vezes sem o visado saber.
Não sei que raio de concursos são estes onde os organizadores já tentam dar o menor número de informações sobre a beldade,chegando alguns a remover comentários com publicidade à pessoa.
Por outro lado,é uma enorme atrocidade generalizar primeiro e em seguida discriminar!No fundo,estas espécies de homenagens incentivam ao machismo e não propriamente ao que eles afirmam.
O conceito de beleza português é muito rasco e mal definido,e a culpa disto é dos padrões vagos dos media que bombardeia com a imagem da mulher vulgar,a ponto de ainda haver muita gente habituada a buscar o perfeccionismo e de acreditar que é mesmo aquilo que se observa,não aceitando outros modelos.
Quanto ao you tube:basta um vídeo qualquer ter milhões de visualizações para a pessoa ser catapultada para o estrelato mundial,inacreditável para algo tão básico!!!
Se dantes uma menina contasse a alguém que gostava que tivesse um parceiro que ajoelhasse e pedisse em casamento em público,todos diziam que isso só acontecia na ficção;hoje em dia filmam,o vídeo torna-se famoso,é aplaudido e ganha respeito.
Para além disto tudo,quem passasse a vida atrás do ecrã era considerado nerd ou solitário.
Actualmente é exactamente o contrário:tudo começa/é projectado na internet,não há limites!E quem não saber nada destas coisas,é visto como troglodita.
Em conclusão:nos dias de hoje,é comum pessoas ganharem mérito pela beleza e estatuto pelo exibicionismo e a superficialidade foi incutida como novo modo de vida,o que só prova que andamos a retroceder no tempo.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O cérebro já não conta?

Boa tarde comunidade do blogger!
Ao visitar a página da revista "Visão",li um artigo em que um grupo de jovens criou uma página de misses universidade do Porto,com o objectivo de inclusão e namoro entre os estudantes universitários.Leiam a notícia aqui. E esta,onde explica melhor o propósito e do qual já houve problemas.(Para quem quiser saber mais sobre a privacidade das fotos,leiam esta notícia).
Ora bem,antes de mais fiquei sem perceber bem o que aquilo é:não sei se é um concurso de beleza,pois as fotos têm de ser aprovadas pelos administradores ou se é para dar a conhecer a todo o mundo meninas que procuram relacionamento.(como se as próprias redes sociais não valessem nada)
Esta notícia para além de ser muito banal,causou-me uma grande confusão pela sua enorme falta de clareza.
O que isto tem de tão importante para ser notícia?Os adms deviam era criar um grupo fechado,só entre os que estudam nessa universidade.Não sei porque raio teve de correr nos media e estar aberto a qualquer tipo de público,onde como é normal,as fotos são compartilhadas até chegar sabe-se lá onde,os comentários são menos próprios e de homens rebarbados,corre-se o risco de haver grandes fraudes e no fim nem devem chegar a se integrarem,hahahahaha!
As fotos são enviadas ainda por cima,pelos amigos dessas estudantes e algumas nem sabem desta iniciativa.
Ora bem,eu sempre pensei que uma universidade servia para ter mais cultura e formar cidadãos mas pelo que vejo,há cada vez mais provas de que é exactamente o contrário.
É típico do português afirmar que o que conta mais é o cérebro e blá,blá,blá e no fundo,no fundo vai-se a ver:ou exaltam a beleza ou julgam as aparências!!!
Cada vez mais é comum ganhar popularidade pelo exibicionismo e isso é inevitável nos dias de hoje,uma vez que o jornalismo tem tendência a destacar tudo o que é rasca.
O que será que vai acontecer às fotos delas quando acabarem a universidade?Como é que uma iniciativa tão básica saída das cabeças de jovens adultos pode ter tanto sucesso?
O outro facto muito irritante que se pode observar,é a espécie masculina toda agarrada à página a elogiarem-nas cheios de pena e a dizerem que vão ter um grande futuro e que vão encontrar alguém,como se as conhecessem pessoalmente.
Desculpem lá,desde quando é possível ter um relacionamento com alguém só pela beleza?Só se for para engate,que é o que não falta por aí.(e depois queixam-se que foram assediadas ou tratadas como objectos) E desde quando isso é para ser colocada num pedestal?A beleza é um atributo temporário mas infelizmente os envolvidos nestes tipos de projectos não pensam a longo prazo,pois estão na fase do forever young.(ou se calhar são pobres de espírito)
Eu sinceramente não sei o que é pior,se são as meninas que não tiveram a sorte de serem seleccionadas ou se é a superficialidade e a futilidade que são incutidas constantemente na geração jovem.
Uma vez que se trata de universitárias que têm o objectivo de encontrar alguém da mesma universidade,resta-me perguntar:o cérebro já não conta?
Eu sinto que o objectivo é o último grau de desespero para se ser admirada (e o tal complexo de inferioridade que muitas mulheres portuguesas sofrem) e não propriamente como o título da página indica.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Praga dos anúncios da Optimus

Caso não saibam,os anúncios da Optimus são uns autênticos vira-discos e toca o mesmo:a música mantém-se e o tema é diferente em cada edição.
Desta vez o lema é:"bem-vindos à aldeia global".
Que eu saiba,a aldeia global continua a ser a internet,onde se encontra todo o mundo ligado e não uma operadora de telemóveis,hahahahahaha!
E reparem que isto mais parece que o objectivo é promover o inglês aos aldeões.
Para além de ser um anúncio irritante,transmite a ideia de miséria e desertificação das aldeias,acentuando ainda mais a reputação negativa de Portugal.(sobretudo lá fora)
Não é por mal mas não aplaudo nada em meterem na televisão,idosos analfabetos e com a 4ªclasse a tentarem cantar inglês (sem saberem a letra) com a finalidade de impressionarem os telespectadores:eles já têm a vida feita e a memória também já foi melhor.É como diz o provérbio:"burro velho não aprende línguas".(só imitam oralmente o maestro)
Muitos deles nem sabem o que é um telemóvel e isso das tecnologias,quanto mais saberem em português o que estão a cantar,reforçando em flecha a típica ignorância dos camponeses.
Do meu ponto de vista,mais valia exibirem no anúncio uma cambada de "burros" e ditos preguiçosos da cidade do que "burros" das aldeias.
Anúncio falhado.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O culto da imagem # 2


Saudações!
O tema de hoje vai ser sobre a imagem pessoal,semelhante ao que publiquei há três anos.
É sabido que quem trabalha na área do entretenimento,a imagem tem sempre um grande peso.
Actualmente,é cada vez mais comum as pessoas anónimas recorrerem às operações plásticas e às injecções de botóx com o objectivo não só de recuperarem a beleza perdida,como também de compensarem alguma situação constrangedora do passado.
O que eu tenho notado muito é que,à medida que este fenómeno vai crescendo,a beleza natural vai sendo desvalorizada.
Ora vejamos as desvantagens:por mil e uma alterações que se faça,ninguém vai ficar com as mesmas formas físicas para o resto da vida;a partir do momento em que se estica a pele da cara,a pessoa exibe uma única expressão facial para todas as circunstâncias e por último,arriscar a vida em nome da beleza é uma loucura.
Vocês já repararam no modelo de beleza ocidental imposto pelos media?Uma mulher é considerada bela se for branca,jovem,classe média,independente,rica e sobretudo tem mais destaque se tiver algo de artificial no corpo,tal como as celebridades.
Agora sinceramente:não acham que a beleza devia ter limites?
Estas pessoas,para além de estarem a vingar dos que as rejeitaram,estão a contribuir também para as agradar:elas estão confiantes com o seu novo aspecto mas no fundo não são felizes.
Ao longo destes últimos anos,eles têm estado a passar uma ideia muito errada,de grande impacto social em todas as faixas etárias e géneros,acerca da definição de beleza.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Acerca da rúbrica da "Vidas"

Boa tarde!
Eu há já muito tempo falei aqui no blogue acerca de uma rúbrica da revista "Vidas" do qual analisei a descrição.
Hoje vou desenvolver mais.
Agora que verifiquei melhor a rúbrica "A minha pose",vou discursar sobre o assunto.
Esta rúbrica é muito pobre em conteúdo.Ao que eu pude ver,a redacção selecciona aspirantes a modelos e na maior parte das vezes,meninas que tenham feito trabalhos como modelos fotográfico.
Divulga-se lá meia dúzia de fotos rascas onde o cenário é semelhante,os acessórios e a maquilhagem são pouco visíveis e o guarda-roupa é sempre miserável,como é típico ver-se nas sessões fotográficas portuguesas.(se é para ser-se ousada,tem de haver glamour para condizer)
Nesta rúbrica só se apresenta a modelo e uma frase do género:"todos dizem que sou bonita".
Esta rúbrica é muito superficial,isso qualquer uma diz e para além da exibição parece que não têm nada na cabeça.
Sinceramente,isto só ocupa espaço,porque vejamos:seria mais interessante se a vencedora ganhasse um prémio para trabalhar como modelo profissional ou se a rúbrica se tratasse de caça-talentos na área dos media e do entretenimento.
Assim não vejo qual é o objectivo disto,a não ser para mero protagonismo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A consequência da parvoíce


(Granda gaffe!Em vez de dizer vegetação disse "ribanceira"!!!)
Desta vez ele foi entrevistado porque arrependeu-se de ter colocado o vídeo.
Que mais se pode dizer acerca de alguém que conseguiu ser mundialmente famoso no you tube e que agora ousou aparecer para dizer que mal sabe lidar com a fama?
E mais:quem na verdade se tornou famoso,foi o amigo por quem ele o chamou!
Eu sou das poucas pessoas que considera esta exibição patética e desprezível,pois se o objectivo era publicitar uma loja de skate,o que todos viram foi a queda.
O problema também é que os media actualmente estão-se a tornar sensacionalistas e as notícias importantes perdem qualidade para dar destaque a parvoíces deste género.

terça-feira, 20 de abril de 2010

A influência e o poder dos media

Ética, Comunicação e Sociedade

Influência da comunicação social na opinião pública



Introdução

A ideia de que a imprensa, a rádio e o cinema podem influenciar e manipular os indivíduos, vem desde o final dos anos 30, princípios dos anos 40.
O Poder politico tenta usar os media em proveito próprio, principalmente a imagem: ela vale mil palavras. Mas em assuntos delicados e comprometedores ele zela cuidadosamente para que não circule nenhuma imagem. Neste caso trata-se de uma forma de censura, nem mais nem menos. Os relatos escritos, os testemunhos orais podem ser apresentados dado que nunca irão provocar o mesmo efeito. O peso das palavras não se compara ao choque das imagens. A imagem, quando é forte, apaga o som e o olhar transporta-a até ao ouvido. Deste modo hoje existem por aí imagens sob forte vigilância, ou até mesmo, proibidas, que é a maneira mais precisa de segurá-las.
À medida em que a nossa civilização se desenvolve, parece haver uma indiferença cada vez maior das pessoas perante a vida humana. Ninguém se espanta quando o noticiário da televisão exibe assassinatos ou acidentes horríveis. Este comportamento de indiferença pode ser explicado, em parte, pelo facto de os programas de televisão se caracterizarem, na sua grande maioria, pela indeterminação do tempo e do espaço. Num determinado momento, pode-se estar a falar sobre a vida dos indígenas na Europa do século XV e alguns segundos mais tarde na explosão de um vulcão no Japão e, mais alguns segundos depois, aborda-se um acidente de avião ocorrido noutra cidade. Esta variação rápida de tempo e espaço não permite que o nosso cérebro faça um julgamento adequado dos acontecimentos, acabando por esquecer alguns dos detalhes.

Percepção dos meios de comunicação social como “não-problema”

O indivíduo tem tendência a não associar mensagens que entrem em contradição com a sua forma de pensamento. Tem tendência a ouvir apenas o que vai ao encontro das suas opiniões. O receptor procede a uma percepção selectiva ligada à sua interpretação, filtrando a mensagem em função do seu pensamento. Esta filtragem pode levar à alteração da mensagem inicial, ou seja, as pessoas que consomem as visões do mundo produzidas pelos media também as reinterpretam de maneira diferente de acordo com as suas tradições, religiões e, de uma forma geral, de acordo com a sua ética.
A comunicação social tem um papel fundamental na opinião, pois sem a presença de uma informação vinda de fora a opinião não era formulada. Mas a única opinião formulada é aquela para a qual o indivíduo já está predisposto. Conteúdos que eventualmente contrariem a sua crença são geralmente descartados.
De acordo com esta perspectiva, os meios de comunicação são um não-problema, já que a base da opinião se encontra basicamente dentro de cada cidadão, nas suas limitações éticas, nas suas preocupações e não na informação despejada pelos media.

Influência da comunicação social

Vivemos numa actualidade em que a televisão aposta muito em novelas e desenhos animados violentos. Será isto uma boa influência? Vejamos: as novelas retratam a vida do público ou tentam criar uma imagem do dia a dia de cada indivíduo, mas se analisarmos bem, quantos divórcios ocorrem em cada novela? Quantas crianças faltam às aulas? Quantas desobedecem aos pais? Quantas fazem asneiras? No meu ponto de vista as pessoas por vezes esquecem-se que aquilo é ficção e que a vida é a realidade. Algumas ficam preocupadas com o que aconteceu na novela e esquecem-se dos problemas do dia-a-dia. Outras seguem a novela como exemplo e não se preocupam se desrespeitam os pais, os educadores e outros indivíduos.
Isto é considerado normal, pelo menos na novela.
Por outro lado, a televisão tem um efeito preponderante na educação, como é o caso dos documentários, debates, etc, que desenvolvem uma cultura melhor, uma melhor argumentação, um aprofundamento de novas linguagens e uma visão do mundo que não está ao alcance de todos os indivíduos, podendo contribuir para mudanças de atitude e de respeito pela diversidade.
A publicidade em ajudas humanitárias também tem uma grande importância, porque mostra às pessoas os problemas a que a humanidade está sujeita, como é o caso de doenças incuráveis como a SIDA ou o cancro, ou também problemas derivados à escassez de rendimentos por parte de algumas famílias, o que leva à fome ou a algumas limitações.

A televisão é muito utilizada para efeitos de marketing, influenciando o público a comprar determinados produtos. Na altura do Natal são imensas as publicidades feitas a todo o tipo de brinquedos, para que as crianças peçam aos seus pais aquela boneca que viram na televisão ou aquele carro e para não falar na quantidade de propaganda feita aos telemóveis. É um absurdo, leva a que as pessoas queiram comprar um outro topo de gama porque tem mais funcionalidades, ou porque é mais bonito, ou porque cabe no bolso ou até porque dá para vestir com umas calças mais apertadas. De facto é impressionante como a televisão influencia o consumismo da população.

Manipulação da opinião pública

A televisão influência, e muito, o consumismo da população. Em muitos dos casos só se compra um produto porque apareceu na televisão. Por exemplo imaginemos que estamos a comprar um perfume e hesitamos em qual das marcas escolher; muito provavelmente vamos comprar a marca de que mais nos falaram. Ora o mesmo acontece no caso de estarmos numa cabina de eleições. Se estivermos indecisos em qual dos políticos votar, votamos no que mais ouvimos falar.
O público em geral apenas analisa os políticos pela imagem que eles nos dão, pelo que assistimos na TV. O que o público quer é vê-los no seu comportamento quotidiano, no universo da sua vida privada. Os políticos pouco poder têm sobre os problemas da vida: o desemprego, a pobreza… O que conta é a generosidade, a qualidade de relacionamento para com os cidadãos, e é por meio da televisão que se pode fazer uma ideia da simpatia de um homem público. Mas o que nos garante que essa informação que a TV transmite é a realidade? O político pode muito bem ir a uma festa do povo, uma feira por exemplo, e chamar os media para assim influenciar a opinião pública. É o que se vê hoje, em dia de campanha. É difícil dizer qual o político mais “bondoso”; eles visitam lares, escolas, etc. De certo modo é isto que o público quer, mas também é pedida a maior das sinceridades, que por vezes não é cumprida. Apenas como exemplo e não querendo dizer nada em concreto: “o presidente dos EUA, no dia do atentado de 11 de Setembro de 2001, encontrava-se no meio de uma sala de aula com crianças quando o informaram que as torres gémeas tinham sido atacadas”. Pode ter sido apenas uma coincidência mas... e se não foi?
O jornalismo pode ser também usado como forma de manipulação da opinião pública. O trabalho jornalístico consiste em recolher várias informações dispersas e distribuí-las pelos meios de comunicação. O consumidor que lê um jornal ou assiste a um noticiário não tem como verificar se essa notícia realmente aconteceu. Ele confia no jornal ou no noticiário. Esta incapacidade de comprovação leva a que possam ocorrer notícias irreais apenas para o aumento das audiências ou para manipulação da opinião pública. A confirmação da confiança que se concede a um determinado noticiário só poderá ser efectuada pelos noticiários concorrentes que apresentam o mesmo conteúdo. Ou seja, se um jornal apresenta uma notícia falsa ou deixa de relatar algo que tenha relevância, os seus concorrentes irão denunciar a fraude ou a omissão, em busca de benefício próprio, mas actuando em proveito do público.



Por vezes os meios de comunicação são alvo de censura por parte do governo, ou por forças maiores, ocultando informações importantes que não convém que venham a público. O caso da guerra do Golfo, em que os jornalistas foram proibidos de mostrar aquilo que queriam,vendo-se obrigados a que todos os despachos fossem visados pela censura militar antes de serem enviados assim como à interdição de fornecer detalhes sobre as perdas e destruições importantes que ocorressem no campo de batalha.
A falsificação de informação é uma realidade bem presente nos media, desde falsificação de programas de entretenimento, de notícias, de documentários, etc. Por exemplo, quando o telespectador telefona para um programa de entretenimento com o intuito de, quem sabe, ganhar algo respondendo a uma simples pergunta, quem nos garante a fiabilidade do concurso? Será que os resultados não são manipulados?
Também existem programas em que actores são contratados com a finalidade de se fazerem passar por simples pessoas que foram enganadas ou que perderam algum familiar e que o querem encontrar. Isto tudo para “comprarem” audiências e a atenção do público.


Com o avanço tecnológico que estamos a viver é cada vez mais fácil falsificar notícias e imagens. Com a tecnologia digital tudo é possível, fácil e nada caro. Todas as modificações em fotografias existentes, todos os truques, toda a técnica de digitalização estão acessíveis a todos, podem alterar tudo sem que possamos defender-nos disso.

Imprensa

A comunicação social encontra-se dominada pelo mercado e pelo lucro. A vida íntima das pessoas públicas torna-se noticia para qualquer noticiário ou para qualquer revista. Os paparazzi não são mais do que o resultado da situação geral dos meios de comunicação. Estes fotógrafos, cuja profissão consiste em surpreender vedetas e celebridades na sua intimidade e cuja função tem como finalidade tornar pública a vida privada, sobretudo quando é suposto que essa privacidade continue a ser privada, perseguem, “caçam”, vivem em “esconderijos” e preparam “emboscadas” sempre prontos a dispararem flashes quando menos se espera.

Conclusão

Estas ocorrências alertam para o facto de, nos dias de hoje a manipulação da informação ser  bastante perigosa. Embora seja um dado adquirido que a informação é manipulada pelos poderes instalados, quer sejam económicos ou políticos, torna-se cada vez mais difícil conseguir efectuar essa manipulação sem que, mais cedo ou mais tarde, se seja penalizado por isso.
Com os progressos quase diários a nível tecnológico, é difícil para o poder político controlar os meios de comunicação. Com o aparecimento da Internet a informação rapidamente se transmite e chega aos cidadãos. Nas sociedades democráticas é cada vez mais importante,quer para os media quer para os órgãos e instituições políticas, obter o consentimento e o apoio da população.
Os meios de comunicação social são a forma de as pessoas se sentirem em contacto com o mundo desconhecido, estando constantemente informadas quer sobre acontecimentos mediáticos quer sobre catástrofes naturais ou até mesmo doenças mortais. Desta forma tornam-se importantes os meios de comunicação para divulgar e prevenir o alastramento de certos tipos de vírus que possam contagiar um maior número de indivíduos, como foi o caso da gripe das aves, em que rapidamente toda a população dos países envolvidos tomou conhecimento das medidas preventivas que poderia adoptar de forma a não ser contagiada. Esta rápida divulgação apenas foi possível recorrendo aos meios de comunicação social.

Fonte:Ética,comunicação e sociedade,escola superior de tecnologia de Tomar


*A dona deste blog deseja-lhe um bom resto de dia.*(cheia de luz e magia!)


"O discurso é o rosto do espírito." Séneca

"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .