quarta-feira, 4 de abril de 2012

Consciência perturbada

Chegou o momento certo de afirmar:a minha inspiração está esgotada,o que faz com que eu não tenha temas para publicar.
Ao invés disso,tenho conclusões de vários aspectos que mal estão revelados.
Depois deste tempo todo,cheguei à conclusão de que as escolhas que se faz determina a vida que se vai ter e as fatalidades que se vão encontrando,vão moldando a personalidade de cada indivíduo.
Pior do que haver alguém multifacetado em diversas situações do dia-a-dia,é conviver com gente que tratam outros como objecto.É preocupante também deixar problemas por resolver.
Concluí que cada vez mais há quem disfarça sentimentos para se mostrarem de fortes,quando na verdade isso é uma grande fraqueza;concluí que o ser humano para além de se ter tornado insuportável torna também qualquer coisa pequena em algo escabroso.
Concluí que os males vêm mesmo por mal,o que faz com que os laços sociais se envenenem e ande tudo no sentido contrário;concluí que grande parte das pessoas não sabem divertir sem ser com festas e eventos.
Outra coisa que me perturba a consciência,é o facto de ninguém poder substituir ninguém em termos afectivos,pois cada um carrega a sua história pessoal.
Concluí que o amor-próprio não cura a carência nem substitui o amor,só enterra os desgostos que mais tarde podem emergir de um modo bruto.
E para concluir estas conclusões:os problemas não caem do céu,as pessoas é que os arranjam e muitas vezes não têm coragem de enfrentar.

1 comentário:

Paulo Nunes disse...

Ui.. existem tantos temas que podem ser falados e discutidos! basta imaginação! podes falar sobre coisas que nunca terias coragem de falar...que tal? :P

"O discurso é o rosto do espírito." Séneca
"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .