quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Como conviver com gente da classe alta

Resultado de imagem para rich people
Saudações das sombras!
O tópico desta crónica são pistas para identificar indivíduos da classe alta e algumas sugestões para conviver com eles.
Após uma breve pesquisa efectuada,constatou-se ironicamente de que não existe informação disponibilizada acerca do comportamento de gente rica,aquilo que foi captado é escasso e não revela nada em concreto pelo que chegou a altura de abordar uma matéria esclarecedora.
Um licenciado no geral não é ensinado para se envolver com pessoas provenientes de diversos estratos e backgrounds.Tal como os pobres,eles juntam-se entre eles ou com alguém que renda o equivalente,salvo raras excepções de mentalidade aberta porque são preconceituosos e acham que a sociedade foi feita para ser dividida por classes.
Caso haja uma circunstância que permita que duas pessoas de camadas opostas se juntem,o indivíduo pobre tem de se esforçar para alcançar o nível ideal,ser emocionalmente estruturado,apresentar um comportamento decente diante deles e subir a fasquia;só não vale a pena aprender se não se exercitar!
Aqui vão em seguida os 25 segredos para detectar um rico:
1 - dizem asneiras leves e expressam raiva com pouca frequência;

2 - têm uma alimentação saudável e equilibrada;

3 - odeiam ouvir piadas corriqueiras (eles interpretam como sinal de fraqueza);

4 - são organizados;

5 - não têm vícios;

6 - são falsos e desonestos;

7 - estão ocupados a fazerem network;

8 - vêem pouca televisão e quando vêem preferem programas bons e documentários,no resto eles têm fracos conhecimentos da cultura pop por não corresponder ao que é desejado pela estirpe a que pertencem;

9 - acordam cedo;

10 - buscam facilidades porque já foram criados dentro da zona de conforto;

11 - deslocam-se com viatura própria;

12 - frequentam espaços de luxo e vão para sítios calmos longe da multidão;

13 - nunca olham para o passado nem criam memórias (a nostalgia é considerada um mau hábito);

14 - não tecem intrigas nem são conflituosos;

15 - assumem uma postura contida e seca;

16 - fazem escolhas refinadas e são contra influências culturais e decadências;

17 - vestem-se de modo sóbrio e sofisticado (porém podem ter tendência a serem fúteis por causa do consumismo);

18 - odeiam ser gozados e criticados;

19 - ficam frustrados quando falham em alguma coisa,pois lidam mal com as adversidades;

20 - os ricos (como são superficiais) adoram ler conteúdo parolo e básico seguido pela maioria das pessoas,debitam frases aleatórias,são fãs de marcas/serviços e de personalidades famosas e vazias;

21 - a única preocupação deles é pagar as contas ao fim do mês e as despesas que possuem,no resto levam vida de rei;

22 - eles têm uma melhor qualidade de vida,por exemplo:podem ter bons cuidados de saúde,consultar psicólogos,nutricionistas,ir a centros de estética,fazer desportos,viajar...;

23 - os ricos são favorecidos muitas vezes já pelos parentes e os pobres não têm as mesmas possibilidades (estão condicionados financeiramente e queixam-se constantemente);

24 - têm falta de sensibilidade

e finalmente o segredo número 25 - o indivíduo da classe alta é agarrado à carreira e ao materialismo sobretudo financeiro daí serem egoístas com o próximo.

Os pobres por norma não recebem estímulos em termos de educação (são logo classificados com falta de pré-requisitos) por isso têm baixas capacidades intelectuais desde a escola e ficam entregues a uma vida precária,uma vez que à partida são rejeitados e andam em empregos instáveis.
Para sair da ignorância,só tomando a iniciativa de adquirir cultura:pode não compensar mas vai ajudar muito a compreender a realidade e a expandir horizontes,ao invés de esperar que alguém diga o que deve saber porque é redutor!!!
Por outro lado,conviver com eles vai ser um tédio mortal pois um rico usa o estatuto para se afirmar que são influentes quando no fundo são desprovidos de vivências,disseminam discursos hipócritas porque acreditam que não precisam de passar por certas experiências para se ter noção...a pessoa da classe alta receia perder a razão contra uma pessoa comum e caso "caiam",jamais admitem que estão enganados devido à autoridade (ou à dita impunidade) por terem curso superior,apenas calam-se.
Eis uma dica importante a ser retida:a pessoa comum jamais deve desafiar um licenciado pelos motivos óbvios em qualquer ocasião porque eles desde cedo são ensinados a evitarem afrontas alheias.
É aconselhável que uma pessoa de camada inferior estipule disciplina em casa e tenha uma base a fim de superar essa fragilidade e não tolerar que seja injustamente rotulada!É suposto provar que conseguem ser civilizados para quebrar o tal estigma prevalecido (de serem desordeiros) e deixar de pensar o contrário porque vai ser pior e nunca mais vai mudar nada com desculpas esfarrapadas,a consciência é o caminho para a dignidade.
Depois disto,é lamentável ainda se sentirem ofendidos com verdades inquestionáveis...tudo depende da vontade em ser  um cidadão educado e "formado" porque no final é o resultado escabroso que se vê:o pobre acaba por culpar os outros pelos fracassos e falta de interesse e esta lógica está absolutamente errada!!!Este problema é grave e como tal,é fundamental combater essa apatia instalada.
A pessoa comum deve ir prevenida com alguns conselhos de ouro para conviver com gente da classe alta.
Como já foi referido,eles não se simpatizam com gente foleira nem duvidosa,ou seja,quando se relaciona com um licenciado quer seja na amizade ou afectivamente,o indivíduo comum tem de ser discreto e polir a linguagem...convém salientar que embora sejam ignorantes e maleducados,eles ganham vantagem por causa do poder financeiro logo,moral e cultura é algo que passa longe dos ricos e não lhes assiste por não lhes fazer sentido enquanto num pobre o comportamento é discriminado e extremamente reprovado por mais que os anos passem sempre vai ser assim,cabe à pessoa ter auto-estima suficiente a ponto de ter a nobre arte de se impôr procurando vencer o analfabetismo de qualquer ordem.Nunca é demais cultivar valores cívicos,a não ser que aceitem permanecer no atraso!!!
Também se aconselha a ter o costume de definir tarefas,se não eles julgam que não há seriedade naquilo que faz no quotidiano:o pobre deve ser decidido naquilo que se vai executar e não flexível,qualidade actualmente destacada!!!
Discursos politicamente correctos são proibidos para este tipo de gente de camada baixa.Eles precisam de alguém que os oriente e não que os cataloguem...está na hora da pessoa comum começar a colaborar com leituras úteis e parar de ir atrás de conteúdo que não acrescenta nada!
Hoje em dia idealizar uma sociedade justa é uma utopia mas para isso não pode haver desigualdades e todos têm de ter acesso às mesmas oportunidades.
Terminando,para conviver com gente da classe alta basta se adaptar.

domingo, 23 de setembro de 2018

30 curiosidades sobre super-heróis (e vilões)

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Esta mensagem é sobre o perfil traçado dos super-heróis e vilões à mistura.
Há várias gerações que os super-heróis de animação fazem parte do imaginário de miúdos e graúdos:personagens inventadas que combatem monstros e que fazem sucesso entre o público através do marketing e das vendas relacionadas com o nome desse desenho animado.
No entanto,parece haver um leve preconceito no que toca à definição de "super-herói",ou seja,a maioria só considera quando o interveniente é masculino,uma super-heroína é rotulada de imitação e depois claro depende do alvo do filme ou desenho animado...a diferença é que o herói masculino usa a força física,são visuais,viris e impulsivos enquanto que o feminino é estratégico,intuito e amigável e aqui muitos infelizmente caem no erro de achar que não é o equivalente,de ser uma desvantagem por isso não lhes desperta o interesse em assistir!
Ora passa-se que a indústria do entretenimento não aposta lá muito em super-heróis ou pelo menos não é essa a regra actual:as séries infantis não acrescentam nada e os programas giram em torno de comédia,fantasia e uma dose de futilidade.
Eis então as 30 curiosidades sobre eles.
1 - É um indivíduo comum;

2 - são solitários;

3 - jamais devem revelar as identidades (só perto do fim da temporada);

4 - os outros não reconhecem as caras deles quando estão transformados;

5 - alguns são comilões,desastrados e "fracos",isto é,costumam ser educados e amavéis com todos.Não guardam rancores,não são agressivos nem tampouco vingativos no dia-a-dia e não discriminam os outros;

6 - têm de proteger os miráculos (objecto valioso que atribui os poderes mágicos) a fim de ninguém descobrir e só devem activar em caso de perigo;

7 - o super-herói é alguém predestinado a cumprir missões,defendendo o bem e são escolhidos por um guardião,ancião ou por uma espécie de espírito oculto (o mestre também já foi um super-herói e conhece todas as técnicas usadas);

8 - são agéis,rápidos e atléticos a se moverem para seguirem os monstros;

9 - salvam os inocentes dos vilões destruindo o ataque maligno que foi lançado sobre eles;

10 - são corajosos;

11 - recusam-se a receber recompensas ou favores em troca depois de terem ajudado as vítimas;

12 - não procuram fama com os disfarces,escapando depressa para um sítio escondido onde não possam ser vistos;

13 - odeiam injustiça;

14 - geralmente quando o protagonista é um super-herói masculino,o público aceita melhor e é mais adulado pelos feitos do que quando é feminino sendo pouco admirados e aqui é que se encontra o problema:um super-herói continua a ser um super-herói independentemente de quem possui o poder nas mãos...não se pode preferir um em detrimento de outro,as histórias são semelhantes só muda a personagem consoante naquilo que a criança quer-se identificar,chegando por vezes a ser uma referência fictícia;

15 - usam fatos de ninja;

16 - é impossível vencer o mal só com um episódio pois os maus da fita têm sempre truques na manga,esquemas em mente,são frios,calculistas e usam estratégias em jogo;

17 - o inimigo alimenta-se de sentimentos negativos e transforma esse alvo num carrasco a ser combatido;

18 - eles são atentos para ganharem uma oportunidade onde tenham vantagem de se dominarem;

19 - um super-herói ao contrário do que se pensa,é desprovido de dons e privilégios:a personagem é normal que teve a sorte de entrar em contacto com uma energia sobre-humana fazendo dela um salvador pronto a enfrentar os obstáculos;

20 - o mau cobiça o objecto transformador com o intuito de reinarem,invejando os trunfos do ninja;

21 - por vezes têm de formar uma equipa para alcançarem o poder máximo e derrotarem definitivamente o vilão;

22 - o herói é uma personagem autónoma que não se encaixa em nenhum sítio;

23 - é proibido usar o poder para obter mérito ou então estariam a ser egoístas e aí não seria de boa vontade;

24 - questionam o porquê de serem super-heróis e sofrem com as responsabilidade dada porque têm de conciliar secretamente a vida dupla que levam e isso não é fácil;

25 - são personagens de índole confiável;

26 - são firmes para evitarem absorver o mal e se tornarem igual ao inimigo;

27 - são sensíveis;

28 - comunicam-se entre eles através do acessório de luta e os sensores detectam os sinais do inimigo quando eles perdem o rasto;

29 - são incapazes de serem rebeldes

e finalmente a curiosidade número 30 - como detêm a autoridade contra os feitiços do vilão,este sente-se ameaçado/impotente durante os desafios.

Eles são misteriosos por causa do poder concedido pelos deuses e aguçam o mundo dos mais novos.
As bases são as mesmas em qualquer época:os nomes deles devem ser mantidos em segredo precisamente de modo a não banalizar o papel desempenhado,ou seja,quando estão normal não podem contar a nenhuma personagem que são um determinado herói e vice-versa.
"As navegantes da lua","O homem aranha","The incredibles:os super-heróis" e "As aventuras de ladybug e gato noir" são alguns dos exemplos de séries de animação de luta entre super-heróis e vilões.
E estas foram as 30 curiosidades sobre super-heróis que o público adulto não repara e passam despercebidas.
Missão cumprida!

terça-feira, 4 de setembro de 2018

A aplicação onde tudo pode acontecer

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Saudações desalmadas!
O tópico desta mensagem é sobre uma app de encontros.
Pela informação obtida após uma pesquisa efectuada,foi deparado entre alguns resultados um artigo de imprensa a propósito da "Happn",uma aplicação concorrente da "Tinder".
Desenvolvendo,é uma plataforma de encontros para dispositivo móvel super básico e visual onde se selecciona um membro por fotos.
Futuramente todos se vão concentrar nessas app's porque é o novo meio de conhecer pessoas em vez de ser directamente nas redes sociais (ou ao vivo) que lentamente se vão tornando no segundo plano...gente estranha e hipócrita muda a ordem das coisas.
Há motivos para se discordar da utilização do "Happn".Pelo que diz,se gostar de alguém pode-se interagir,ela vai receber o aviso desse utilizador e ainda decide se quer ou não conversar?!Muito mau gosto,como se não bastasse ser um amor não correspondido!É aconselhável principalmente para arranjar companhia e passar tempo a ver os tipos de pretendentes contudo há pessoas que se não se identificarem com outra,não assumem que escolhem pela aparência sendo extremamente superficial e seco neste sentido.
Uma psicóloga não devia ser permissiva defendendo esta ferramenta só para não parecer retrógrada!A opinião expressada é um autêntico paradoxo com a carreira;o profissional desta área como é um intermediário tem um papel de peso na consciencialização,logo convém discernir e não influenciar,alertando aos mais frágeis das desvantagens e do mau hábito que proporciona com ética mas actualmente as linhas já se esbateram,não estimulando o indivíduo a pensar duas vezes antes de meter nisso e a moral (ou a resolução) ficou ao critério de cada um.
Na aplicação apanha-se claramente um maior número de indivíduos disponíveis só não dá garantia de ser uma fonte segura.Os mapas vêm incluídos nos perfis que regista os locais por onde passa,sugere pessoas próximas por sistema de geolocalização e os que frequentam os mesmos sítios do qual activa-se automaticamente...sinistro!É preciso ter cautela no uso do GPS para não correr o risco de ser seguido através das pistas deixadas,até se não for automático.
O "Happn" destina-se àqueles que têm poucas hipóteses na realidade,ou seja,não favorece aos que mantêm pessoalmente um contacto vasto e alargado onde há facilidade de conhecer alguém em comum devido à receptividade e sim indicado para utilizadores com um círculo restrito de amizades.
Salientando o excerto do artigo:"Hoje já são poucos os que ficam "presos" ao companheiro atual.Esta é "uma transformação social e cultural de grande magnitude e positiva,sobretudo,quando as pessoal,na sua maioria mulheres,se viam forçadas a permanecer em relações disfuncionais e insatisfatórias por constrangimentos de várias ordens,até ao final da vida".Sinceramente,o que é que esta parte tem a ver com a plataforma?É absolutamente incompreensível e está descontextualizado do assunto.
Por outro lado,traz algumas barreiras,por exemplo:há pessoas que não procuram alguém para um relacionamento porque simplesmente não lhes apetece e querem se animar enquanto puderem e não tiverem estabilidade,por isso nem sempre é por causa de uma vida profissional preenchida;segundo,o utilizador pode aderir ao espaço por curiosidade sem nenhum objectivo concreto e último,muitos não escalam a conversa passo-a-passo porque não lhes assiste levando ao conformismo (ciclo vicioso).
As redes sociais no geral,não têm um propósito definido e a ferramenta neste ponto é positivo porque a "Happn" foi concebida especialmente para descobrir algum membro com preferências semelhantes através das funcionalidades para comunicar,ver quem é do agrado e não para ser usado para outros fins.
Comparar a plataforma com as centenas de caras e das pessoas que se vêem quando se sai à rua afirmando que todos olham para o físico e não o psicológico,é uma ideia errada e um tanto redutora apesar de haver razão!Numa certa altura não é o suficiente na lei da atracção e aqui neste caso trata-se a nível virtual,ambientes completamente diferentes.
Então e se o membro viver numa zona distante ou remota?A questão depende também da densidade populacional da região e das possibilidades que a "Happn" oferece.Por se ter aderido,não significa que esteja acessível...é um pormenor,ou seja,praticamente o serviço combina imagens,interacção por ícones,mensagens instantâneas e o percurso captado.
Tal como foi referido,a ferramenta recomenda-se ao público com dificuldade de conhecer alguém da cidade onde vive e está sozinho e isto revela uma falsa evolução,pelo contrário,o declínio nas relações interpessoais é mais acentuado!!!A importância atribuída à aplicação é lamentável:aquilo é uma espécie de jogo estilo caça ao tesouro com seres humanos para aliciar os membros a permanecerem na base de dados.
Logicamente que no fundo,a "Happn" possui uma faceta negativa,por exemplo:a plataforma móvel é um pronto a estabelecer conexão na palma da mão tal como era antigamente com as salas de chat online,o utilizador teclava/marcava encontros com desconhecidos pelo anonimato/às cegas só por letras.
Nas entrelinhas,o psicólogo não devia normalizar porque uma foto impede de ver o comportamento do membro...é sinal de andar desfasado e de falta de autoridade e de capacidade de explicar (ou de experiência) na abordagem da matéria das aplicações de encontro,daí disfarçar com um discurso alheio.
Por conseguinte,resta a dúvida:como se vai construir memórias no mar de uma galeria digital fugaz apresentada?

terça-feira, 21 de agosto de 2018

"Kidzania",a cidade dos mini-adultos

Recentemente,foi deparado um artigo de imprensa que dá 7 motivos para ir à "Kidzania".
Ora no fundo está revestido de publicidade para eles venderem o negócio e de divertimento tem muito pouco.
Prestando atenção,aquilo foi um parque concebido para os filhos se entreterem sem chatearem os pais enquanto passeiam no centro comercial:a criança entra lá sozinha (a não ser que sejam dias específicos para irem com a família) como se fosse embarcar para outro país recebendo passaporte,dinheiro e vai descobrindo tudo por um labirinto.
Crianças menores de 5 anos não vão entender o que o adulto estiver a explicar em cada posto por serem muito novas...lá eles são tratados como mini-adultos,logo a linguagem é dos mais crescidos e quando é assim cabe aos pais decidirem se têm maturidade para irem à "Kidzania" ouvirem sermões.
O conceito é uma ideia engraçada,considerado uma referência porém razoavelmente atractivo.É escusado fingir serem adultos porque o tempo vai chegar e a infância não volta mais!É preciso aproveitar o momento da melhor maneira.
Como é que eles se vão desenvolver com brincadeiras um tanto formais?Se afirmam ser educativo é suposto deixar livre para desempenharem os papéis,depois não vão desfrutar das actividades.
Esse projecto de jogos temáticos devia constar nos programas extracurriculares,na pré-primária e ATL's por estar relacionado com a área da educação:estimula-se vocações,as crianças ganham autonomia,entusiasmo e responsabilidades durante as experiências,sendo que não pode ser classificado de parque de diversões porque não se enquadra nessa categoria,é um grande engano chamar de brincadeira por causa da seriedade envolvida e de ficarem condicionadas.
Se o objectivo é incutir o gosto,valorizarem os empregos existentes e o esforço para conseguirem aquilo que desejam,as escolas devem tomar a iniciativa de realizarem visitas de estudo marcadas pelos professores,pedindo autorização dos pais para todos conhecerem a "Kidzania"!!!Ali as crianças também estão a ser simultaneamente alunos:o profissional ensina e a aprendizagem é feita através da prática;é uma excelente oportunidade para começarem a processar as regras acerca de como são exercidas as funções em cada espaço e todas as exigências requeridas.
Quanto à adolescência ao contrário do que refere o artigo,a maioria deles já têm uma ambição definida,sabem muita coisa e o que querem.Além disso,nem andam na rua à trela dos pais!Ainda por cima são velhos demais para lá brincarem fazendo figuras de deficientes,a não ser que sejam dos curiosos e entrem em particular na cidade por vontade própria e pelo fascínio de imitarem todo o tipo de empregos que encontrarem pelo caminho.
A idade limite de aceitarem os jovens nas bilheteiras é até aos 15 anos,ou seja,corresponde exactamente até aos alunos do 9ºano (se for grupos escolares) 3ºciclo,fim do ensino básico a tal fase crucial que dita o que a pessoa quer seguir ou ser na vida.
Por outro lado,dá a impressão que vão ser cultos só num dia a brincarem,santa ignorância!O parque por exemplo,é bom para aqueles que são preconceituosos e têm a mania de estigmatizarem funções menos popularizadas pela sociedade...é a única maneira de verem o trabalho por trás da diversidade oferecida onde frequentemente passa-se despercebido e do qual é importante captar o interesse.
A "Kidzania" serve para se identificarem com uma determinada profissão tendo contacto com a actividade lúdico-pedagógica.
A lição transmitida é a de futuramente serem peões conscientes,adultos éticos nas tarefas do dia-a-dia e respeitarem as carreiras dos outros.
A abertura de um vasto leque de empregos que costuma estarem longe de serem povoados e falados no mundo imaginário infantil,evita que eles julguem as escolhas achando ser inferior quando é diferente,merecendo obviamente o seu devido valor.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

"Escuteiro uma vez,escuteiro para sempre"?


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Saudações tenebrosas!
Após uma longa ponderação,chegou finalmente a altura de lançar um tópico sobre o escutismo.
Através de uma pesquisa efectuada,constatou-se ironicamente não existir informação disponibilizada acerca do que os escuteiros fazem,sendo que é de realçar a importância de haver matéria neste âmbito.
De uma visão geral,era fundamental abordar para não haver mal-entendidos,desta forma vai-se sempre pensar ser uma parvoíce de lavagem cerebral.
Ora desenvolvendo a mensagem,há inúmeras vantagens e algumas desvantagens de aderir aos escuteiros.
Eles são destacados quando há missões de solidariedade e causas e serviços que envolvam o movimento de vertente temática e pedagógica onde os guias (vistos como irmãos mais velhos) recebem formação/instrução adequada para dirigir o grupo.
Há milhentas razões para pertencer aos escuteiros,instituição de cariz educativa.No entanto,é extremamente errado associar os valores cívicos da honra,dignidade e lealdade ao escutismo e sim vir de casa:eles pregam isso para defenderem o nome do grupo.
Os pioneiros e exploradores têm um chapéu de quem vai ao safari,usam jarreteiras,lenços ao pescoço,ténis de montanha,bastão de caminhante e andam carregados com a casa às costas como aventureiros corajosos em busca de novidades.
A organização por si já é desafiante:eles montam acampamentos no meio do mato,ficam de vigia,fazem alvoradas,toca-se viola à volta da fogueira,dão caminhadas,fazem nós com cordas e inventam jogos.Por estarem em contacto com a natureza,eles têm de aprender sobre primeiros socorros,saber orientar com as bússolas e cartas topográficas,desenrascar com o clima,fazem desportos radicais ao ar livre e aprendem a fazer as refeições estilo militar em combate...é um autêntico curso de sobrevivência,só é preciso ter uma grande autonomia mas infelizmente nem todos são dotados de vocação!!!As actividades requerem partilha,confiança,entre-ajuda e um espírito de equipa incondicional.
Pertencer aos escuteiros,implica fazer cedências,cuidar do ambiente,adquirir uma disciplina,ficar semanas sem ver a família,sacrifícios,abdicar de vaidades,respeitar a hierarquia e as regras estabelecidas e lidar com a falta de privacidade por se estar constantemente rodeados de amigos para se apoiarem...revela-se o lado humano.
Os motivos dependem de como os jovens encaram:uns vão para lá conviverem,outros levam como um desporto,andam lá para terem uma experiência nova,outra das hipóteses é a de serem despejados pelos pais durante as férias para eles se distraírem,gastarem energia ou simplesmente vão com o objectivo de acumularem insígnias!Há muito oportunismo à mistura e o orgulho é um sentimento  com carga negativa,estar incluído no grupo só para exibir a terceiros,não tem significado e é deveramente atrasado.
É controverso porque o exemplo de comportamento começa antes disso:por ser escuteiro não garante que seja bom cidadão,santa ignorância!Fora do círculo e sem as fardas,ninguém demonstra o que reteve e é aqui que se encontra o problema.
A ocupação é enriquecedora porque desenvolve-se práticas e capacidades que não é possível no dia-a-dia,o mal é que poucos aproveitam por não entenderem que certas coisas só se alcançam em conjunto algo que o escutismo proporciona,fornecendo bases sólidas que não aparece por aí.
Socialmente,eles são pessoas completamente diferentes e não como se transparece com os típicos discursos polidos de meninos atinados:os escuteiros têm um código a cumprir e funções atribuídas,portanto isso tudo é falsidade.
Afirmam serem úteis e prestáveis e em contrapartida não incentivam os jovens a entrarem no CNE...depois discriminam os que nunca lá meteram os pés em vez de explicarem o que se ensina,numa espécie de seita de mentalidade fechada intolerantes às críticas,quer dizer,isto é demais!É assim que os outros perpetuam estereótipos deles.
Esse modo de vida também pode ser adoptado por alguém independente que tenha vontade aventureira de explorar a natureza.
O lema "escuteiro uma vez,escuteiro para sempre" actualmente não tem lógica nem faz sentido.Fora da organização,eles esquecem-se que são/foram escuteiros,ou seja,há um preconceito não assumido em relação ao mérito:sem farda isso não é reconhecido e quem já passou por aí,dá a impressão que saiu mil vezes pior!
Palavra de escuteiro agora é um gozo e não tem credibilidade.Traduzindo a expressão,é a dita promessa que eles fazem entre eles quando têm cerimónias e esses privilégios calham a quem não merece!!!Tudo é previamente planeado e há programas a serem seguidos,logo qual é a satisfação que se retira se o hábito não entranha?
O escutismo adulto é desnecessário:devido às responsabilidades,pouco têm a ganhar além disso deve ser muito aborrecido,a não ser que haja uma dose de curiosidade para se meter no grupo.
Os ideais implementados não são os mesmos dos mais novos:pende para o voluntariado,lazer e actividades que criem vínculos duradouros com os membros,trata-se de uma questão de preencher vazios interiores compensando com aquilo que não puderam ser enquanto eram adolescentes procurando companhia no grupo e traçando um rumo colectivo.Se a pessoa quiser,pode optar por ser um voluntário de modo particular porque é pura estupidez estar metido em movimentos tribais para agradar o fundador!!!
Baden-Powell usou princípios morais como pretexto para fundar a instituição a nível mundial,onde no fundo é um grupo como outro qualquer com leis próprias a serem obedecidas variando obviamente consoante o movimento...o escutismo foi a primeira revolução das tribos urbanas.Se não existisse,as pessoas seriam obrigadas a serem naturalmente amigáveis e generosas e não iria haver esta confusão de grupistas e não-grupistas pois o voluntário é um anónimo que serve outro anónimo em casos de desastres ou em épocas solidárias.
Formar uma equipa escuteira na idade adulta é mais para terem aprovação e os valores são:ética,receptividade,altruísmo e fraternidade.Claro que pode haver membros com uma mente tacanha e desprovidos de personalidade por terem sido moldados com uma percepção distorcida dos grupos...compõem uma irmandade,sobretudo se forem mais antigos.
Na realidade são pessoas medíocres longe de terem amabilidade e simpatia pelo próximo,chegando a serem ofensivas e desprezíveis com a comunidade onde vivem.
Essa imagem transmitida dos escuteiros que foi mencionada, representa meramente a organização,até porque a maioria dos indivíduos são rasos e espiritualmente reprimidos:é um pormenor que raros notam.
Concluindo,resta a dúvida:"escuteiro uma vez,escuteiro para sempre"?

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

As utilidades de cada plataforma

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Numa breve pesquisa efectuada,constata-se de que chegou a altura de abordar um tópico relativo às plataformas de comunicação.
Cada uma delas tem um propósito que não deve ser retirado e é destinado a um certo tipo de público:o utilizador tem de distinguir e descobrir qual deles é o mais adequado ao perfil.
Esta mensagem é uma matéria a esclarecer,pois não se pode concentrar todos num único sítio.
Ultimamente verificou-se estar a ocorrer uma varredura na blogosfera,ou seja,muitos cibernautas vão abandonando gradualmente os blogues contudo não é mau sinal:apenas está-se a libertar para os bloggers verdadeiros permanecerem...muitos começam a perceber que aquilo é para quem é resistente.Por mais que o tempo passe e que se queira impingir o contrário,um blogue vai continuar a ser um blogue,é escusado abrir um à toa ou deve-se migrar para outra plataforma digital!Alguns vão-se adaptar,outros vão desistir e uns quantos vão desprezar este progresso como de costume,basta procurar formas rentáveis de obter visualizações.
Ora desenvolvendo,as várias plataformas digitais têm um papel fundamental do qual não se tem noção.
Eis em seguida as utilidades de cada plataforma social:
blogue
Serve para relatar por escrito,trocar experiências,expôr conteúdo próprio do autor,identificar-se com histórias surgidas aleatoriamente e partilhar perspectivas em larga escala.
Devido ao cariz introspectivo,requer-se alguém racional visto ser uma oportunidade para ganhar uma voz de destaque na blogosfera e se desenvolver (detalhe:faz parte de um motor de busca),pode-se redigir aprofundadamente o que apetecer e simultaneamente ser um leitor:é um megafone silencioso a fim de suscitar discussão,exprimir e de trazer vivacidade às palavras.
Envolver o marketing digital com a justificação de que os leitores se aborrecem com textos longos,é um erro abominável porque o espaço digital não é para linguagem retardada nem para preguiçosos!!!Paradoxalmente,se podem ler livros de treta de pseudo-escritores que não acrescentam nada,também podem ler mensagens de blogue,o resto são desculpas esfarrapadas.
Num blogue,veicula-se uma mensagem para uma audiência...as pessoas actualmente estão enganadas no uso da ferramenta.
Escrever é uma habilidade relevante na argumentação:pode-se lançar iniciativas (caso seja uma organização) e construir-se referências,sendo que dá para ser gerido por autores individuais e colectivos (colaboradores) em vez de esperar que alguém rasca faça acontecer!
É um espaço para se contribuir com algo útil e válido (expandir horizontes) ou então pronto para conselheiros de modo a orientar.
Só não faz sentido estar muitos cibernautas a serem bloggers por protagonismo,mais vale serem comentadores (ou irem para o "Twitter") compensa imenso!O projecto precisa de dedicação e paciência tal como criar um canal no "Youtube".
Nos dias que correm,muita gente é incapaz de interpretar (ou de elaborar) um texto quanto mais escrever facto a não ser ocultado,subjectivizar é outro problema:qualquer dia vai surtar por aí cursos e oficinas de escrita criativa por causa desses ignorantes para adquirirem prática (tal como se sucedeu com a informática).
Não tarda nada futuramente vai-se precisar de uma espécie de aprendizagem básica a fim de ter competência em termos intelectuais e até literários...vai-se andar a incutir nas cabeças que escrever é importante para coordenar a lógica e as entidades/responsáveis vão sair a lucrar!
Um blogue é fixo.As mensagens ficam registadas e ordenadas cronologicamente,tem um excelente ponto positivo de que as pessoas não usam a favor,por exemplo,ensinar a pensar fora da caixa vai ter impacto sério na sociedade.

"Twitter"
Este sim é redutor,controlado e serve para emitir mensagens curtas,debitar frases formatadas,ideias pequenas e links com imagens a fim de gerar repercussão imediata.
É uma rede social apta para mensagens de uma dúzia de linhas tipo publicidade para os seguidores não se cansarem de ler...são de coisas superficiais e de visibilidade efémera.

"Instagram"
O "Instagram" é ideal para admirar fotos de todos os tipos,filtros,fotomontagens,modelos e trabalhos fotográficos profissionais.
Esta rede serve exactamente para exibir fotos espontâneas,dar aprovações,fazer descrições e as famosas hashtags.Facilita narcisistas e utilizadores com intuitos visuais.

"Pinterest"
Esta plataforma é destinada aos coleccionadores de imagens onde se pode depositar e trocar gostos comuns para fazer ilustrações...pertence ao domínio público.

"Youtube"
Destina-se ao alvo com preferência por comunicação audiovisual.
Fazer vídeos é o novo tipo de representação onde na maioria das vezes não se depende de ninguém para ajudar a gravar,só é preciso ter dom de apresentador ou artístico de criar personagens para entretenimento.O vlogger edita e compõe tudo o que vai publicar para os subscritores,ou seja,o cenário é o estúdio das gravações.
Por outro lado,há a hipótese de haver à mistura vídeos falsos (clickbait) e o vlogger está sujeito a enxovalhamentos.
Implica muito esforço,a concorrência vai ser feroz e os seguidores não serão fiéis.

"Facebook"
Entre todos é o mais versátil e poucos aproveitam as funcionalidades disponibilizadas!!!
Devido ao teor democrático,tem a utilidade de partilhar,manifestar opiniões e de circular informação e não de ser transformado no "Instagram" para alcançar popularidade instantânea e de aumentar o número de fãs!
Serve para dar conversa,conhecer pessoas,estabelecer comunidades e proporcionar proximidade com marcas e com terceiros.
As pessoas não devem baralhar e espalhar conteúdo pessoal ou tóxico,o intuito é distrair e animar.

"Google +"
É um serviço associado ao "Google" raramente falado com o objectivo de unir pessoas,agrupando-as por interesses,publicar arquivos,links de forma impessoal e dá o direito de comentar no "Youtube" e "Blogger" através da conta.

Neste leque de plataformas,existe ainda o "Linkedin",uma rede social profissional de procura e oferta de emprego.

Posto isto,há opções além do "Facebook" e do blogue (de qualquer domínio),os cibernautas não sabem decidir o melhor para eles e por isso consciencializar é o caminho viável,tornando as plataformas acessíveis.
Quem é passivo e não se encaixa em nenhum sítio,mais vale não se dar ao trabalho de aderir a nenhum desses espaços,além disso esses mesmos utilizadores nem sequer participam no FB!!!Podem ser sempre observadores e criarem contas só para comentarem...eles dão a impressão de serem questionáveis pela natureza neutra.
Uma plataforma de comunicação supostamente é para se ter vontade de dinamizar entre os membros e nesse aspecto infelizmente não se nota nada.
Concluindo:um blogue não é o "Twitter" nem o "Facebook" é o "Instagram",os espaços digitais têm a sua utilidade já concebida.

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Cibercultura

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Saudações sombrias!
Nesta crónica vai-se abordar acerca da cibertribo.
Numa breve pesquisa efectuada,constata-se que há uma falta de informação disponibilizada relativa à cibercultura,os resultados obtidos são escassos e pelo que foi retido,não ditam nada em concreto.
Ora divagando,chegou a altura certa de haver matéria sobre a teoria estranha desta era.
O universo digital está num patamar preocupante onde se prioriza coisas que outrora eram impensáveis e andavam longe de povoar o imaginário da maioria da gente.
Actualmente há fortes dificuldades em reconhecer alguém sério,acabando por serem ocultados devido à falta de sensibilidade alheia no uso de uma rede social...inunda-se comportamentos errados e bizarrices porque perdeu-se a essência da interacção humana.
Uma rede social tornou-se num antro destinado puramente ao exibicionismo e isso identifica-se sem precisar de fazer um estudo sociológico nem teses de doutoramento.
Estimula-se o faz-de-conta e a popularidade instantânea onde se valoriza o número de amigos (e seguidores) em vez de ser coisas importantes,basta detectar os sinais através daquilo que emitem nos perfis do qual é um problema grave nos dias que correm.
Os utilizadores que recebem mais atenção e mais poluem,geralmente são aqueles que se enquadram nestas categorias:os de assuntos superficiais/reciclados,boémios,pessoas fúteis,selfies,famílias/casais,narcisistas,grupistas,vulgares,
pobres analfabetos,lançadores de indirectas (alarves),parvoíces corriqueiras,ricos materialistas,modas fitness e ostentação de estatuto.
Os extrovertidos armam-se em famosos expondo a vida como se fosse um reality-show,ou seja,não costumam ter filtros nas pegadas e "morrem" se não aparecerem...todo este fenómeno a que se está a assistir é proveniente da extroversão que origina foleirice e brejeirice desmedida.A atracção principal deles dentro das plataformas digitais é a exaltação de egos e vaidades.
Quem é pouco expressivo tem mais vantagem em coleccionar amigos e os exibicionistas são fãs de marcas,autores,artistas pós-modernos,páginas bacocas de entretenimento,figuras públicas,"gostam"/divulgam serviços de marketing e vendas,seguem grupos de discussão,visitam países/lugares,interessam-se por romances de cordel,excertos parolos e gostos vagos e impingidos;eles só aderem meramente por motivos básicos e não com outros intuitos,ainda por cima são pessoas cuja presença online não é assídua por serem ocupadas em termos profissionais e não terem tempo para se dedicarem ao espaço.
Gente que se aproxima do narcisismo também são logo notadas ou então arranja-se desculpas esfarrapadas para não comentar as fotos quando não lhes agradam,ficando intimidados:é uma regra predominante bem como frases reproduzidas às carradas na descrição ou no perfil.
Esse tipo de utilizadores ganha aprovação com facilidade (dantes era um desafio da adolescência,agora são os adultos que compensam o que não puderam ter enquanto jovens andando com esse complexo),o resto passa despercebido.
Depois há aqueles que adicionam e falam só com os que conhecem pessoalmente na realidade...quer dizer,isto é algo lamentável e absurdo!!!É suposto um adulto ter capacidade de discernimento,pois uma rede social não é para ser tão redutora senão está-se a criar ilhas isoladas e esta situação é escabrosa.
Alguém desses não tem noção da dinâmica e quase seguramente que os discursos são tacanhos.
A sociedade não deve normalizar aquilo que é artificial,por exemplo:quanto mais "amigos" pescar no FB mais hipóteses tem de ser bombardeado de "gostos" e de merecer elogios,factor preferencial desta cultura exclusivamente visual onde se celebra a imagem individual,a chamada iconofilia contemporânea.
Um utilizador de concorrência nula não se pode afirmar,é preciso ter uns traços favoráveis para o perfil manter-se activo em "gostos" e comentários só dessa forma se consegue,se não não se tem o direito de receber nada das amizades por não se simpatizarem com pessoas foram do comum...este código social gera um fosso abismal e cria um sentimento competitivo de rotulação;é uma atrocidade que não devia ser alimentada porque é negativo e incentiva à inferioridade.
No fundo,cada um de todos os tipos de exibicionistas compõem uma nova espécie de tribo digital que são preconceituosos e discriminam o que é diferente deles!!!São indivíduos com um nível baixo de evolução natural.
Alcançar o pedestal por vias banais (ou através de "gostos" comprados caídos às centenas) é uma grande desonestidade que dura há quase uma década revelando falta de integridade e por vezes ofendem-se com críticas ou aqueles que ficam histéricos quando alguém descobre alguma publicação pessoal exposta na internet:é normal,pois eles dão a possibilidade dos outros verem e de procurarem sem autorização,os demais não têm a culpa!Além de serem um autêntico tédio,eles são arrogantes sem nada para oferecerem,só procuram ser idolatrados (alguns são semi-celebridades).
Esta é a plena época abominável de filosofias de algibeira do qual a maioria se convenceu de ser assim,da ditadura do politicamente correcto,do crime-pensar e do deixar-se levar.No entanto,apregoar este ideal deturpado é extremamente perigoso tanto para a auto-estima quanto para a mente!
Os utilizadores pouco participativos não produzem nada,são parasitas das plataformas que tornam o ambiente "insuportável".
É preciso moldar as mentalidades com clareza e coisas significativas,as aparências são efémeras caso contrário,por si já indica que vai haver indivíduos desprovidos de pensamento próprio:deve-se ter um grau de compreensão para saber que não pende só para um determinado alvo,aí é injusto.
O espaço jamais foi concebido para estes fins desprezíveis e sim para ser livre de conviver,ter um suporte aos solitários,um conforto,alguém à distância para animar,serve para comunicar com terceiros e até manifestar opiniões espontâneas.O reflexo do perfil relacionava-se com a personalidade do autor e não era colectivo a tirar fotos para confirmar ao mundo que esteve com fulano e beltrano envolvido numa actividade patética qualquer,fazendo da partilha um espectáculo em vez de aproveitar o momento e frequentemente nem se possui contacto nem confiança com esses elementos!Trata-se de uma questão de bom-senso:se não se cruza na rua nem se estabeleceu vínculos duradouros,é escusado expôr fotos de grupos a fingir ser amigos só para exibir que se está na companhia de alguém...é uma fragilidade inconsciente e não uma lembrança a ser registada.
Convém repensar no modelo transmitido,a impressão dada é a de que não se encontra conteúdo porque a tribo digital da banalidade impera por todos os recantos da internet sob diversas maneiras,não contribuindo em nada e desempenhando um papel sem credibilidade.
Terminando esta publicação:se a cibercultura é visual,vai-se sofrer com a ignorância intelectual.

sábado, 23 de junho de 2018

Trabalho não é felicidade

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O tópico desta mensagem é sobre trabalho.
Há uns tempos,surgiu um artigo de imprensa a falar que trabalhar dá felicidade do qual discorda-se absolutamente.
Ora o título não está de acordo,baralha a noção do leitor em relação à definição actual de trabalho,metendo a psicologia ao barulho de modo a suavizar,induzindo alguém a servir o sistema.
Passando ao desenvolvimento,o texto suscita um debate interessante e encontra-se dividido em duas partes:o desemprego e a má gestão,levando a uma reflexão.
O primeiro parágrafo é contraditório pois cai-se na rotina e monotonia,trazendo raramente um sentimento de pertença e inclusão a uma organização pelo que não há fundamento para fazer tal afirmação.
Uma ocupação é diferente de trabalho e aqui a lógica está misturada!Nenhum trabalho do mundo até mesmo se for de sonho,é sinónimo de dignidade,isso tem a ver com os valores,decência e princípios individuais sendo que a ideia já está ultrapassada apenas é uma obrigação que dá sustento e ter uma ocupação é uma actividade feita por prazer sem receber nada em troca.
A psicóloga está enganada.Ela no início usa esse argumento para encobrir o desfasamento da realidade logo é errado dizer que dá saúde,comparando o ser humano a uma máquina orgânica.
Certamente que o estudo deve ter sido encomendado para os ignorantes andarem desesperados a desempenharem funções para o agrado dos superiores.
O artigo goza com as pessoas reduzindo a um ser autómato e dependente,por exemplo,os turnos sugam a energia e os empregos de baixo rendimento por norma nunca dão bem-estar,eles vão pelas fracas qualificações e capacidades cognitivas...tudo provém da falta de profissionalismo e da coordenação das chefias,é preciso combater o problema das hierarquias impingindo um código ético nas empresas.
Isso aí é tendencioso porque só foca em profissões mais formais onde existe conduta em vez de ser num termo abrangente:deve-se interpretar atentamente para descobrir que não é novidade.
A motivação ganha-se através de iniciativas,avaliações e inquéritos de satisfação mas no geral o que dita tudo é a vontade das equipas,ou seja,um ambiente acolhedor gera produtividade e a liderança é melhor.
O contributo publicado não comprova nadinha!É um cliché que infelizmente ainda prevalece.
A psicologia do trabalho explica o básico para compensar a falta de perspectiva laboral de muita gente alheia a este facto...não é suposto dar razão só por ser uma psicóloga a falar:um bom emprego é aquele que tem uma direcção competente e por outro lado são poucos os que adquirem esta experiência,o excesso de trabalho também não deve ser normalizado.
Não é preciso esclarecer esta questão com alguém que ocupa uma posição de poder,a sociedade simplesmente não absorve em ser importante buscar alguma mudança no regulamento!
É escusado procurar por aí uma entidade que preste,pois para ter prestígio,depende do nível da empresa.
Resumindo:a culpa é do capitalismo.

sábado, 9 de junho de 2018

Parentalidade humana

Saudações mórbidas!
Esta publicação é sobre autocontrolo.
Recentemente surgiu uma notícia a propósito de uma escritora dinamarquesa que lançou um livro a falar da parentalidade nórdica.
Começando pelo título,ser bem-sucedido infelizmente não tem nada a ver com autocontrolo pelo menos por enquanto.
Ela primeiro devia se informar e estar de acordo com a definição do país porque está relacionado com dinheiro,em ter um estatuto desde cedo,ser um ambicioso,ter cursos/formação,fazer faculdade,tirar licenciatura,ter uma carreira e até algum poder financeiro e não valores de resiliência.
Nessa entrevista,induz-se um conceito totalmente errado embora se tenha razão só depende da cultura.
O livro espécie manual de instruções não é novidade,simplesmente apela à responsabilidade parental de fortalecer os filhos psicologicamente fornecendo uma base ao leitor com dicas sobre como orientar no melhor sentido e os segredos de educação dos dinamarqueses.
O artigo lembra de que é preciso desafiar para lidar perante as adversidades...não é preciso ser entendido na matéria para saber o básico!
Por cá há um tremendo atraso e passa-se o oposto:as crianças andam fechadas dentro dos infantários,creches e escolas e lá se estimula a serem independentes e a brincarem no exterior...o sistema de ensino ainda formata rebanhos e não permite esta abertura,não prezando muito por desenvolver essas qualidades.
Neste país há uma falta de noção de ser importante e não há reconhecimento dessas características:as competências não-cognitivas são algo normal que não tem de ser exaltado,isso está longe de ser visto como a chave do sucesso.
Alguém sem autocontrolo um dia vai-se dar mal na vida e tornar-se conflituoso,a resiliência desempenha um papel fundamental no ser humano a fim de prevenir problemas de convivência graves a longo prazo...é preciso descobrir de ser a raíz do comportamento.
Ninguém imagina que ser bem-sucedido se trata de gerir emoções,muito menos usar um mecanismo de defesa em determinadas situações,por exemplo em casos de ameaças e constrangimentos:acciona-se um alerta no cérebro;ensinar a se controlar é uma lição valiosa e sólida tanto quanto a inteligência.
A notícia é clara e concorda-se de que através da motivação,concentração,dedicação,empenho,luta e persistência aprende-se a resolver autonomamente,a respeitar os limites e a ter coragem do qual socialmente é positivo mas para se pensar dessa forma,requer evolução de mentalidades e não é fácil para quem se pauta pelo materialismo e uma dose de conformismo!!!
Do outro lado,estranhamente não se promove esse livro...como é que se vai vender a obra?Neste país o público-alvo que vai adquirir um exemplar,são os profissionais da área educativa,psicólogos,pedagogos,psicopedagogos,educadores e professores porque no geral não está interessado em utilidades e certamente depois lá no consultório eles vão aproveitar para disseminarem as ideias como se fossem grandes sábios em vez de referirem a proveniência para lerem os conselhos...é uma questão de manter a sanidade mental treinando o autocontrolo.
Há mais uma dúvida que também causa confusão:se o livro não pode ser associado a nenhuma nacionalidade,porque é que se chama parentalidade nórdica?Neste aspecto é controverso!Nas entrelinhas,os dinamarqueses estão-se a impingir como modelo a serem seguidos quando no fundo o tema frisa-se pela universalidade.
A legislação do trabalho é diferente e a escritora não pode comparar!Esta geração de pais portugueses não têm estrutura moral,a não ser que ela recomende o guia aos familiares dos pupilos do exército do colégio militar,aí serve perfeitamente e  eles chegam a receber medalhas e insígnias de mérito sendo que iria ter êxito!!!O estilo de vida levado influencia a sensibilidade pelo que não há essa percepção.
A resiliência é meio-caminho andado para criar um adulto consciente que poucos estão dispostos a construir...a frustração e a arrogância são sinais de uma pessoa instável.
Concluindo,as capacidades de autocontrolo são o equilíbrio do ser humano antes da racionalidade.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Currículo ideal

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O tópico desta mensagem é sobre o que não incluir num currículo.
Através dos resultados de pesquisa obtidos,chega-se à conclusão de que colocar os hábitos dos tempos livres do candidato e os links das redes sociais são uma questão controversa contudo discutível.
Daquilo que foi captado,tudo indica pontos positivos e a favor.No entanto,foi deparado um artigo que aborda esse lado compreensível.
Ora o problema é que o voluntariado é um trabalho não remunerado e ao contrário do que é dito,não conta como experiência profissional!É lógico que possui uma série de vantagens,entre eles,a pessoa desenvolve melhor,há inter-ajuda e cooperação,ou seja,aptidões básicas de quase todos os empregos.Apesar disso,é escusado só para alongar a candidatura:deve-se ter o bom-senso de que não é o voluntariado que vai impressionar o recrutador.
Se ele estiver interessado nos hobbies do candidato,que pergunte no dia da entrevista porque esses requisitos revelam a pessoa a nível social e pode ser mal-interpretado como sinal de irresponsabilidade e de falta de empenho na procura de trabalho...um cv tem de ser incisivo e não repleto de informações irrelevantes.
Deve-se ter a noção de que coisas confidenciais são para serem mantidas longe das entidades recrutadoras e para se ser seleccionado não é esse critério que vai cativar:um currículo tem de ser preenchido com o que for adequado ao cargo e relaciona-se com ética,seriedade e credibilidade sendo que jamais deve perder a essência.
Quando ainda é curto e há pouco a salientar,convém praticar alguma habilidade antes de iniciar um percurso profissional realçando as capacidades para essa área a concorrer e não com detalhes excessivos,até porque na maioria das vezes o cv acaba arquivado ou no lixo por não estar de acordo com as exigências da empresa.
No que concerne aos links das redes sociais,são a pegada virtual e também não se aconselha exibir.
Um currículo é um documento formal e não um panfleto de publicidade personalizado!A ideia vale para vagas em ambiente digital e intelectual,quando se pede portfólios online,aí é uma competência necessária e as configurações devem estar ajustadas,senão é incompatível com outro tipo de emprego.
Ao constar os perfis,já dá o direito do recrutador saber desse candidato,o que na verdade é pouco comum de acontecer,pois eles não têm tempo de analisar as centenas de candidaturas a receberem na base de dados da empresa...não faz sentido referir os espaços pessoais da internet no papel:disponibilizá-los implica arriscar a privacidade ou mesmo ser ignorado por um emprego desejado.Só quando há fortes hipóteses,é aceitável incluir.
Pode-se fugir do currículo convencional se for enviar para uma agência criativa ou para um trabalho do meio artístico porque não substitui um cartão de apresentação,tem de ser algo tolerável à vista dos patrões,o resto são pretextos arranjados de quem não tem conhecimento de causa nem justifica a contratação.
Discorda-se de que as actividades no currículo garantam um trabalho,só se houver uma certeza torna-se numa motivação além disso tem de se evitar expôr algo formatado e não existe um modelo universal de cv...é regra de ouro ser de acordo com a função pretendida.
A generalização existente é perigosa por uma razão:o candidato tem de prestar atenção com aquilo que é veiculado no currículo!Incluir uma ocupação vai baralhar o empregador.A pessoa pode sempre ir envolvendo em experiências,aprendendo novidades e criar uma rotina ao gosto individual de modo a ganhar adaptabilidade.
Essas dicas que circulam são um erro crasso onde os desesperados e distraídos vão reter,as empresas escondem truques e segredos dos quais muita gente não imagina sequer!!!Da perspectiva dos que andam completamente alheios à realidade,incluir por exemplo o voluntariado ou os links das redes sociais à toa,é sinal de ser alguém moderno e acessível ao mercado de trabalho,de estar actualizado consoante os novos conceitos surgidos.
No fundo esse tipo de candidatura é muito idealizado e irreal,os recrutadores não dão importância a essas pistas,o candidato continua a ser um número na lista.
Para terminar,é absurdo determinar um currículo ideal a isso chama-se facilitismo.
"O discurso é o rosto do espírito." Séneca

"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .