sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Acerca de relacionamentos

O tema desta crónica vai-se tratar de um balanço sobre alguns detalhes de um relacionamento.
Actualmente constata-se de que os relacionamentos são à base de superficialidade.
Observando com atenção,todos os portais de relacionamento dão sugestões repetidas,machistas e vulgares nunca focando no essencial:os afectos.
É comum de vez em quando enfatizar-se por aí de que o ocorrido dentro de quatro paredes não se deve contar a ninguém mas paradoxalmente é aceitável andar a partilhar experiências pessoais na rede social?Não há diferenças entre desabafar com um amigo e desabafar para o mundo através de páginas adultas,pois também é uma forma de se expôr no palco do protagonismo,são gente a sofrer de uma tremenda necessidade de afirmação e acaba-se na mesma por saber tudo!
Passando agora à parte afectiva,há muitos assuntos que ainda não são abordados.
Ultimamente poucos têm noção do que é um romance.
A maioria acha que oferecer um peluche à parceira e sinal de ser sentimental e os ignorantes defendem a ideia.
Geralmente o brinquedo esconde outras intenções:tanto pode ser uma forma de perdoar as ausências como ter traído.
Nestes casos é frequente o sentimento ser passageiro e não significa que se lembra da pessoa amada,um dia termina-se a relação e lá vai o peluche para doação.
Outros oferecem por ser uma norma social e mais tarde a pessoa sente-se na obrigação de dar.
No fundo são casais que não querem ganhar maturidade e terem responsabilidades.
Elas costumam dizer que não têm idade para brincar e quando a pessoa especial oferece um brinquedo,ficam histéricas feitas meninas mimadas!E quando não houver dinheiro para oferecer presentes?O patamar supremo de harmonia entre o casal é demonstrar espiritualmente a dedicação no dia-a-dia e não através de recompensas materiais.
Gente carente são do piorio,pois um presente não substitui o afecto pela pessoa e além disso está no direito de rejeitar sem ter de ouvir um "devias levar um chifre,depois não te queixes de não existirem homens românticos",uma grave falta de respeito.
Primeiro precisa-se de aprender de que as coisas não funcionam assim por troca de objectos e homens convencidos e covardes jamais devem ser apoiados e sim guiados porque o raciocínio deles está mal!!!Um verdadeiro romântico do contrário,tem consciência de que a relação tem de estar acima e valer mais que qualquer futilidade;oferecer peluches é para os fracos.
Por outro lado,se os membros do casal não se completam,é óbvio que vão ter amigos do género oposto.São pessoas que não descobriram o verdadeiro sentido do amor,podendo mais tarde chegarem até a serem amantes de tanta confiança desenvolvida.Não é normal uma pessoa comprometida ter amizades com o género oposto enaltecendo em cada recanto,sobretudo se o casal for ciumento.
O último detalhe a escapar,são as dicas.
Todos os portais de relacionamento destinam-se ao público-alvo comprometido com casa própria ou independente e o resto não existe,ou seja,o princípio deixa visível o preconceito contra os solteiros:é como se não merecessem gostarem de alguém e não precisassem de estar informados,tornando praticamente num privilégio dos que têm parceiro.
Apenas três em doze desses seguidores se interessam pelos conselhos e matérias do site onde supostamente devia estar incluído publicações sobre comportamento afectivo.
Tudo isto é o reflexo de gente desnorteada com os relacionamentos,pois tudo se encontra envolvido num compromisso.
É justamente por se favorecer os casados que os leitores solteiros entram em desespero e em pleno 2016,não há motivos para estas classificações estúpidas e absurdas causadoras de problemas!
Os portais têm de referir todos os tópicos respectivos ao relacionamento porque os textos que se lêem por aí,são básicos e a idealização baralha as cabeças.
O prazer de um relacionamento é a reciprocidade e a mutualidade,não um estar aberto para fazer as vontades e o outro fechado para receber novas experiências,não é difícil entender.
Enquanto há casais a oferecerem presentes para provar o amor,muita gente sonha simplesmente em ter alguém para partilhar e somar a vida sem os típicos convencionalismos estabelecidos.
Num relacionamento existem barreiras a serem conciliadas e os sites não incidem no seu propósito real,transmitindo aos leitores a impressão dos dois temas (amor e s.) serem desfasados um do outro quando na verdade as dicas deviam estar englobadas,organizadas e servirem para todos os tipos de gente:conservadora,libertina,solteira,casada,a namorar e dependente de segundos,ocasionais,perversas,etc.
Era importante os autores repensarem em captar um público mais vasto,com conteúdo melhor e agradável.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Professores e alunos amigos no facebook

Saudações fantasmagóricas!
Esta crónica vai ser sobre um tema do qual muitos passam despercebidos e que na verdade é bastante importante tocar,a fim de não haver problemas.
Numa breve pesquisa efectuada acerca das amizades entre professores e alunos no facebook,os resultados obtidos revelam ser ainda uma novidade,a discussão é pouco aberta e a informação retida é escassa por não haver opiniões desenvolvidas.
Há tempos,foi abordado aqui uma mensagem semelhante de como a relação torna-se complicada,podendo até acabar mal (geralmente para o aluno);esta será mais concreta e aprofundada.
As amizades entre professores e alunos sempre foram mal-vistas por parte de pessoas conservadoras,afirmando ser devido à ética profissional onde no entanto a distância proveniente da ignorância,prejudicou as notas e as gerações.
Adicionar docentes no FB é uma questão ambígua e complexa.
Os professores precisam de analisar e ter primeiro uma perspectiva da rede social:há lixo,utiliza-se linguagem informal,a falta de educação grassa ao redor,encontra-se erros ortográficos e más interpretações de textos.Convém ter preparação,pois é usado erradamente como refúgio por muitos solitários.
Antes de tudo,o facebook é um espaço muito pessoal e de nada vai adiantar criar uma conta só para entrar na onda da proximidade ou para impôr condições de aceitação aos alunos.
Os vínculos começam a ser estabelecidos na sala de aula.Se a escola é a segunda casa,é lá nesse ambiente que deve ser tudo ensinado,pois os educadores têm um papel de peso na formação de futuros cidadãos.Tudo se comunica pessoalmente e não por meios tecnológicos.
Os professores têm de ter uma percepção daquilo que envolve fazer amizades virtuais com alunos.Eles têm de ser justos,escrupulosos e conscientes com as ideias que vão transmitir e devem evitar ser diferentes da realidade.
Quanto ao aluno,vai-se cruzar com perfis indesejados e conhecer alunos de outras turmas...praticamente tudo é desmascarado e exposto.
Porém,se um docente tem muito trabalho a gerir,como vai ter disponibilidade e dedicação ao perfil?É óbvio que o FB pode ser ocasionalmente uma excelente ferramenta de estudo,vir a auxiliar os alunos em caso de bullying por exemplo,trocar e partilhar material de apoio,apontamentos e até algum conteúdo pedagógico mas não substitui o ambiente escolar!!!O ecrã traz simplesmente liberdade.
Os educadores deviam incutir a tolerância pelos gostos,escolhas uns dos outros e respeitar a individualidade ao invés de se formatar para seguirem o "rebanho" (influências):é grande responsabilidade deles moralizar,contribuir e alertar de que vivemos numa sociedade democrática,porque do contrário vai-se continuar a acreditar que a educação depende de casa.Por isso a maioria das pessoas tem dificuldades em se orientar no percurso vida e evoluir.O sistema de ensino é antigo e não representa.
É impossível confiar em alguém que está preocupado em caçar pontos fracos ao invés de se focar nas qualidades;um professor tem o dever cívico de motivar,inspirar e cativar os alunos nas aulas,só assim sai a ganhar nas amizades e a aprendizagem melhora.
Há quem espere o ano lectivo terminar ou deixar de ser professor para adicionar...outra incoerência.
O convívio entre o docente e os alunos devia constar obrigatoriamente nos planos extracurriculares para acumularem experiência com os adolescentes e não compensar com psicólogos.
Voltando à crónica,os professores não podem pedir aos alunos para não fazerem asneiras depois de divulgarem os contactos:a rebeldia é uma característica típica da adolescência ou então mais vale não divulgar!!!
Fazer grupos próprios no FB como método de estudo,também é escusado,o tempo é curto e os professores mudam.
Não faz sentido manter uma postura na escola e no fim andar com discursos hipócritas:a internet reflecte o comportamento e é uma fonte de impressões.
A maioria dos docentes não têm esta noção nem sabem lidar com este domínio.
Pior é quando haver situações duvidosas ou confusão entre ambos:aí deve "separar as águas" e explicar a gravidade dos riscos virtuais sem autoritarismos.
Resumindo,não é normal os docentes quererem complementar as aulas ou serem amigos dos alunos na rede social se não são capazes de adicioná-los em contexto escolar,fazendo distinção dentro das salas!
Mesmo havendo uma boa relação,não é recomendável tê-los como amigos nas plataformas.Perde-se o à vontade para se exprimir enquanto ser humano.
Em suma,o professor tem de ter o bom-senso que o FB é o estado natural da interacção,não tem de proibir nenhum tipo de perfil e a época do "depósito de filhos" nem devia existir.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Tempestades num copo de água

Mortíssimas saudações!
O tema desta crónica vai ser sobre a legislação dos piropos.
Como já era de esperar,as feministas criminalizaram os piropos,tal como surgiu recentemente neste artigo.
Antes de desenvolver,há claramente uma grande diferença entre assédio e piropo que a maioria não sabe distinguir,levando tudo desnecessariamente ao extremo.
Um piropo normal (galanteio) é inofensivo e fortalece a auto-estima;os obscenos ignoram-se e em caso de assédio ou algo mais grave,aí tem de ser denunciado por ser crime.Confundir os conceitos é que não!
É impossível proibir piropos porque vai contra a liberdade de expressão.Para além de ser patético e sem lógica,como se pode provar que foi crime à polícia?E porque se incide só de homem para mulher?Os homens nunca tiveram atitude,esta lei é uma entrave e só vai piorar a situação,qualquer dia vai-se deixar de engatar,precisamente por medo das ideologias feministas que andam a ser disseminadas (e absorvidas por mentes fragéis) ou pelo risco de ser mal-interpretado!
O romantismo está escasso,depois não vale a pena queixar de que não há homens para casar ou de que nunca se foi elogiada...diabolizar os piropos é meio caminho andado para implementar a lei da sharia,aliás,as feministas deviam-se juntar com o estado islâmico numa matança mútua entre elementos radicais.Mais tarde no ocidente muita gente vai sofrer e sentir falta de serem reconhecidas pelos atributos físicos,por causa dos amargurados que apoiam este movimento bizarro.
Há outras formas de combater o machismo,faltas de respeito existe em todo o lado e quem abomina elogios vindos de desconhecidos devia emigrar para um país muçulmano para ver a ignorância primitiva.
Na visão distorcida do feminismo actual,o piropo adquiriu uma conotação negativa,que objectifica o ser feminino e a pessoa que o recebe acredita haver outros motivos por trás,digno de fazer chorar as pedras da calçada!(elas só focaram nos comentários depreciativos)
Por outro lado é compreensível esta abolição:se umas não ouvem,outras também não querem ser obrigadas a ouvir na rua.É o tal sentido de justiça.
Com tantos assuntos relevantes a tratar e dar prioridade enquadrados neste âmbito,os políticos foram logo criminalizar uma coisa totalmente insignificante?A legislação sobre o piropo é uma autêntica tempestade num copo de água;por isso Portugal sempre vai ser um país atrasado,melancólico e cheio de gente mal-amada,já nada é de admirar.
A problemática do piropo vai trazer consequências no futuro...daqui a nada não se vai poder suspirar de amor ou olhar que dá pena de prisão!!!(Alguma coisa não anda a bater certo...isto está muito estranho.)
O feminismo virou pura vitimização e defende ideias unilaterais:nota-se perfeitamente que o argumento da igualdade de género é só em teoria ou só se favorece quando convém.
Antigamente dizia-se que ouvir piropos até mudava o estado de espírito da pessoa,deixava animada e aumentava a confiança,sentindo-se bem com a imagem,agora de repente todos condenam fervorosamente em praça pública...é muito difícil entender,pois aceitar um piropo normal nunca é demais,ninguém fica com o corpo mutilado nem fere susceptibilidades,pelo contrário,tem-se histórias para contar e recordações agradáveis mas numa cultura arrogante e preconceituosa,infelizmente vai passar muito longe!
Se as culpadas das mães tivessem zelado pela educação cívica,teríamos hoje uma sociedade civilizada e não ia chegar ao ponto de desprezar a espécie masculina...talvez as que concordam com a criminalização sejam o mesmo bando de frustradas e alienadas que buscam as ditas bajulações no silêncio da rede social,principalmente vindo de rebarbados,aplaudem algo que denigra a mulher afirmando com o ego insuflado que as amizades masculinas são melhores,dando conselhos absurdos sobre como tratar as mulheres.Geralmente esta parte não é admitida.
Se os piropos dão prisão,como é que a próxima geração,vai travar conhecimento com alguém?E a notícia é vaga e não refere concretamente o tipo de piropo,outro erro imperdoável do jornalismo com a intenção de gerar falácia,ao invés de se ter dado ao trabalho de obter informações...enfim,cabe às pessoas não se inibir nem levar a lei a sério,a democracia ainda existe.
As tempestades num copo de água são tipicamente feministas,onde todos os pretextos servem para serem arremessados a quem tenta debater;elas aproveitam para enxovalhar.
Conclusão:criminalizar os piropos é retirar uma parte fundamental na conquista e revela uma faceta hipócrita.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Acerca de psicólogos

Esta mensagem vai ser sobre psicólogos.
Chegou finalmente a altura certa para desenvolver um tão aguardado tema que há muito tem sido ponderado publicar.
Segundo a definição de psicólogo,é um profissional que ajuda a pessoa a superar obstáculos e traumas,aplicando técnicas de psicologia específicas consoante o caso e gravidade mas na prática é diferente.
Um psicólogo escolar é uma amostra daquilo que os outros são no gabinete clínico no dia-a-dia.
Ir ao psicólogo para desabafar,é uma total perda de tempo e de paciência.O paciente sai de lá com a cabeça ainda mais baralhada do que quando entrou e no fundo eles acabam por desorientar!
Quando a pessoa conta o que se está a passar,eles vão filtrando a conversa e captam as partes que acham importantes,(ou insignificantes) não vai melhorar nada e a pessoa vai receber rótulos.
Os psicólogos com mais anos de experiência são os piores a aconselharem,(um exemplo disso,são aqueles que são pagos para irem aos programas de televisão darem palpites:afinal onde se preza tanto pela confidencialidade?) e quando o profissional não está dentro do assunto,tenta disfarçar discursando clichés;é como se fosse um pastor evangélico a pregar disparates para ganhar crentes.
Eles só enrolam o paciente para se sentir obrigado a ir a mais sessões e por vezes,até chegam a ter uma percepção distorcida dos factos.
Teoricamente diz-se que substitui um amigo,porém como se pode considerar como tal no meio de tanta gente a procurar um psicólogo para serem ouvidas?Isso é tudo dinheiro gasto à toa caso seja numa clínica e também eles têm tendência de andarem sobrecarregados e apressados para atenderem os próximos pacientes.
É assim,um psicólogo é um perfeito desconhecido com mestrado a resolver coisas que muitos não conseguem sozinhos.
Trata-se de alguém doutorado que não faz ideia de como funciona o círculo de relações interpessoais do paciente,logo os conselhos dados são estúpidos,desadequados e deixam a pessoa insegura.Cabe ao paciente decidir se vai ou não seguir as dicas propostas,só o próprio conhece a realidade dos problemas que enfrenta,o ambiente que o rodeia e naquilo que deve acreditar!!!A última sentença é dita por quem passa pela situação.
Encontrar um verdadeiro confidente é um desafio e não tem preço.
Um psicólogo não acompanhou a vida da pessoa e nem todos são bons na terapia.A maioria não tem sensibilidade para entenderem as vivências de cada um nem nunca usam informalidades,um erro bastante comum;segundo,um diploma significa que se concluiu o curso,não mede afinidades nem garante que seja um excelente profissional e último,o tratamento dura de meses a anos.
Há psicólogos convencidos na sua linha de psicologia,caçam defeitos e depois torna-se desgastante lidar com alguém que se devia colocar no lugar da pessoa ao invés de atirar culpas à cara sem razão.
Frequentar o serviço de psicologia,é arriscar segredos e problemas.Na escola,eles servem só para testes psicotécnicos porque se for assuntos particulares,é mesmo para esquecer e por outro lado,não se está à vontade para falar precisamente por saberem as histórias dos alunos e comunicarem entre os docentes quando se cruzam...portanto é escusado esperar resultados,pois traz sofrimento.Eles não são adivinhos e formulam impressões com base nos dados que vão obtendo,dos quais nem sempre corresponde à verdade.
Resumindo:os psicólogos são indicados especialmente a quem é carrasco de terceiros e tem poucas rédeas.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Dos anúncios sem pés nem cabeça


Qual é a lógica deste anúncio da mcbox jantar em família da Mcdonald's?O pai do menino compra o jantar na mcdrive e depois segue até ao hospital para buscar a mãe que é médica,ou seja,os médicos recomendam fast-food?E como qualquer cena tipicamente portuguesa,a música de fundo tinha de ser dramática mesmo quando não exista drama!
O hospital não tem nada relacionado com o assunto quando era suposto ser um anúncio alegre.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Entre passividade e opções

Há tempos,foi abordado nesta mensagem,o tema sobre as diferenças entre parir e ser mãe e como tal,esta crónica é uma continuação.
Recentemente,surgiu uma notícia que reacende o velho debate do ter ou não ter filhos.
Uma jornalista londrina foi atacada nas redes sociais por ter exposto que queria fazer uma esterilização...ela esperava obviamente receber apoio mas em vez disso teve o azar de ler crueldades e muita praga rogada.
O comportamento deles dá pano para mangas e aí vão enumerados os motivos de como estão errados:antes de mais,os países ocidentais são democráticos e cada um é livre de fazer as suas escolhas.Passando agora ao desenvolvimento,a covardia dos ditos conservadores é infinita!
Em primeiro lugar,este preconceito de uma mulher ser inferior por ter optado não ser mãe,é do tempo dos avós:só servia para gerar descendência e quem renegasse era estigmatizada de egoísta e era mal-vista porque antigamente as crenças religiosas eram a raíz da sociedade,havia um certo de nível de opressão entre o género feminino e a ignorância reinava em todos os aspecto;
segundo,nem todas nascem com instinto de constituir família e isso deve ser respeitado;
terceiro,para os conceber tem de haver estabilidade financeira e sobretudo uma estrutura parental segura e não na brincadeira;
quarto,um filho é para o resto da vida e último,quem faz tratamentos de fertilização geralmente são pessoas acima dos 35.(os homens entram na andropausa)
É uma lástima ter sido diabolizada em praça pública e também tinha de se abdicar de muita liberdade para os criar!
Infelizmente este atraso revela uma lógica politicamente correcta e retrógrada ainda predominante.
Ter filhos não é sinónimo de felicidade e a educação tornou-se um privilégio de poucos.Há gente sem moral nenhuma a serem pais e depois culpam terceiros por não perceberem nada,outros são a favor do aborto quando simplesmente se pode prevenir e há "cadelas" parideiras chamadas de mãe que maltratam os filhos,ignoram,descuidam e aparece pessoas a defender...algo absolutamente incompreensível e abominável!!!
Outras abandonam crianças,os gays adoptam e têm o descaramento de dizer que é contra-natura?!Eles estão a fazer um papel que os heteros se vão demitindo e do outro lado,existem os que andam com desculpas de não conseguirem dar atenção a todos os filhos,como se houvessem duzentos ao encargo...inventam cada uma para não serem responsáveis que é impressionante!
Essa jornalista não foi nenhuma assassina.Optar por não ter,é sinal de ser consciente.
Ninguém é insensível por não querer filhos,pelo contrário,actualmente é antes a melhor decisão a tomar e a passividade é sinal de um grave problema.

sábado, 28 de novembro de 2015

"Brincando,brincando,se vai pregando"

Mortíssimas saudações!
O tema desta crónica vai ser sobre um hábito que nunca se devia perder,explicado neste artigo.
Brincar é a base das relações humanas,mantém o bom humor,constrói-se histórias e se estabelece elos,tornando a vida mais leve.
Não é preciso esperar por estudos e psicólogos a confirmarem que as brincadeiras de infância moldam a personalidade adulta.A falta leva as pessoas a não saberem gerir as emoções ou então a adquirirem uma certa defesa perante situações inofensivas,acabando por serem frustradas e traz obviamente problemas no futuro.
Gente que sofre de sensibilidade aguda (vulgo síndrome de coitadismo),também são de evitar porque só querem "arrastar os outros para a cova" e sugarem a energia para se sentirem preenchidos:são gente negativa,fraca e tenebrosa que torram a paciência a qualquer um que manifeste opinião.
Por algum motivo esta qualidade desaparece na idade adulta,quando era suposto ser importante...a aprendizagem realiza-se através de brincadeiras pedagógicas,lúdicas e didácticas do que em uma hora de discurso aborrecido e cheio de arrogância.
Alguém que nunca brincou nem tenha memórias dessas épocas,reflecte notavelmente a incapacidade de transmitir lições,uma característica bastante acentuada na geração acima dos 30.
Brincar nunca fez mal a ninguém e além disso a pessoa se desenvolve melhor intelectualmente,algo que um dia mais tarde pode ser difícil de recuperar o tal espírito infantil.
Por exemplo:o desporto colectivo passa a mensagem de ser agressivo e competitivo,em vez de ser uma actividade para desfrutar e interagir com os membros,portanto de pouco ou nada vale!
Em resumo,só ocorre o provérbio:"Brincando,brincando,se vai pregando".

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Outras perspectivas

O tema desta crónica vai ser sobre uma filosofia de vida pouco conhecida proveniente do oriente.
Ao ler este artigo a explicar o que é o tantra,o leitor apercebe-se num instante de como está sujeito a influências culturais adoptadas assim à velocidade da luz.
O tantra é uma perspectiva hindu de prática milenar baseada em despertar energias emocionais numa espécie de terapia de cura,onde se inclui as massagens,meditação,s. tântrico,naturalismo,yoga,etc.Trata-se de libertar as repressões corporais.
Estas actividades relacionadas especialmente as massagens,são adequadas às pessoas que sofrem de baixa auto-estima no sentido de desbloquear sentimentos recalcados,iluminando a aura ou lá o que for mas ao contrário das informações obtidas,não é um estímulo.
Tendo em conta estar de acordo com uma cultura polígama e pagã,o ritual dito "sagrado" na verdade é um misto de feitiçaria,exotismo e perversões consentidas do qual há ocidentais que denominam de "massagem erótica/sensual" e a ideia associada não é errada,simplesmente a palavra tântrica foi substituída porque senão ninguém ia saber o que significa!!!
Porém o moralismo sobre o corpo humano tal como os conselhos do kamasutra,deitam tudo a perder diante um país patriarcal onde o género feminino vale menos que as vacas e não tem dignidade nenhuma...é altamente hipócrita falar em "sexualidade consciente,expansão e amor" quando não se tem princípios.
A prática tântrica é realizada por massagistas profissionais na área holística,consoante os costumes importados.
Logicamente que os benefícios são para atrair clientes pois não passam de grandes aldrabices implementadas em pessoas desvairadas,à excepção do yoga,um exercício semelhante ao aquecimento.
Nos países ocidentais,a vulgaridade é batida à exaustão,o que também não convém por ser decadente e além disso há lojas específicas para adultos,algo que na Índia devem considerar ridículo...é o direito de haver visões diferentes e cada um sabe dos gostos e das filosofias que quer ou não acrescentar à esfera pessoal.
Quanto à meditação e ao estado zen,basta isolar e ficar em silêncio (de olhos fechados sem mexer),uma prática estranha e ao mesmo tempo esquizofrénica que dispensa aulas.
O tantra é produto da globalização;no fundo é uma forma de conversão espiritual dos terapeutas ou então é conotado de boémio.
Interpretar a prática hindu como profana,é ter uma consciência mais plena de ser um sítio em busca de prazer do corpo e da mente.São outras perspectivas.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Inutilidades e afins

Ultimamente tem havido uma onda de falar sobre projectos e como se não bastasse,surgiu mais uma notícia curiosa.
Marta Crawford é uma sexóloga que apresentou um programa na tvi há dez anos,extremamente de baixa qualidade,bacoco e parvo.Chegou a ser convidada para ir à televisão esclarecer dúvidas,lançou um livro,esteve em mais programas,colaborou numa rubrica de psicologia,teve um blogue e agora voltou novamente para anunciar o seu novo projecto.
O "Ab...sexo" era de mau gosto e não teve nada de educativo,servia mais para gozar com as pessoas.
Pelo que diz o artigo,a ideia dela era ser um espaço físico mas como houve barreiras a impedir,tornou-se num museu online,ou seja,o preconceito não foi combatido na realidade e em contrapartida a plataforma equivaleu a um site acessível a todos...essa tipa é muito convencida:no fundo é tudo medo de ficar esquecida pois actualmente com uma carrada de informação disponível ao alcance de um clique,o dito museu pedagógico e interactivo não compensa!E caso alguém queira aprofundar mais,pelo que se sabe,existem livros e guias completos para se orientar e não uma sexóloga duvidosa.
Quando se aborda este tema,o conteúdo devia abranger também todos os aspectos envolvidos numa relação a dois,assim é uma maneira de limitar o relacionamento a algo carnal.A felicidade do casal vai além da cama,é ter compromissos a gerir.
A sexualidade encontra-se inevitavelmente em qualquer sítio da internet,bem desenvolvido e com uma linguagem cativante e o projecto é uma autêntica inutilidade.
A geração velha não representa a maioria,eles reproduziram outros valores,comportamentos e submissões incabíveis nos dias de hoje,daí os mesmos clichés e dificuldades.
Essa Marta Crawford tem tanto de ignorante como de controversa:se o lema é "porque merecemos ser felizes",quem é ela para elaborar um "mapa de preliminares para aprender a tocar no corpo feminino"?!
Cada corpo é diferente,tem reacções únicas e não existe uma normalidade sexual definida;já é plena época da pessoa criar as suas próprias concepções,justamente rompendo imposições e por outro lado,transmite a tal impressão de se precisar de parceiro para se excitar e sem isso é impossível...enfim,ideologias ultrapassadas no apogeu da patetice!
Essa porcaria de sexóloga gera uma polémica absurda.Se o objectivo era as pessoas ignorarem os museus já existentes respectivos ao campo do erotismo,a javarda devia ter insistido em construir esse museu para o público fiar nos discursos apregoados...ia contribuir em flecha e ser um sinal revelador de mudança neste país.
Era mil vezes preferível viajar lá para Amesterdão ou então assistir ao "Sex mundi - a aventura do sexo",um excelente documentário do canal Odisseia que este projecto certamente não supera e onde bem podia resultar em material didáctico.
É preciso explicar tudo sem rodeios e sem confusões.Há gente que simplesmente não se dá ao trabalho de ler e aprender por isso expõe dúvidas básicas,vão pelos outros e isto alimenta o ego da profissional.
Se fosse na altura do primeiro programa,esse museu virtual ia ser fundamental e pelos vistos parece não ter grande moral para disseminar o trabalho,há conteúdos por aí a darem vazão e não são provenientes de especialistas e doutores!
Concluindo:o projecto é inútil e só interessa à autora.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Leitura descartável

Houve uma editora francesa que lançou um projecto inédito,cuja máquina oferece "pequenas histórias" para passar o tempo.
Trata-se de uma máquina onde em vez de ser de venda automática de comida e bebida,é de produto literário como forma de incentivo ao consumo de cultura,tal como se refere o artigo.Além disso vai estar 24h disponível,é gratuita e basta decidir o tempo para ler.
Esta ideia é bastante controversa e inútil ainda por cima vinda de uma editora,pois era suposto saber dos danos causados à natureza,investindo num projecto onde se vai desperdiçar toneladas de papel e tinteiros à toa!!!
Se o objectivo é consumir cultura,eles deviam arranjar uma maneira de estimular as pessoas a irem à biblioteca e não em algo onde se vai abusar das impressões na brincadeira e depois descartar a leitura.
O pronto-a-ler vai aumentar a desmotivação por uma razão:chega-se lá,carrega-se no botão e sai um conto,ou seja,o projecto não leva a pessoa a puxar pela cabeça e a procurar um livro.O excerto é aleatório e esta facilitação é uma atrocidade.
Essa editora bem podia por exemplo desafiar os leitores a editar uma série de novas obras de romance ou poesia,(categorias fortemente concorridas) e também porque faz falta renovar referências nas prateleiras consoante as décadas em que o autor vive.
Do outro lado,geralmente os leitores avidamente compulsivos não têm tendência para escrever,não alargam o vocabulário e nem tão pouco têm imaginação própria:simplesmente lêem por curiosidade da mensagem transmitida pelo livro ou pelos sinais que o exterior emite.São daquelas pessoas que correm atrás de qualquer publicação e colecção que por aí apareça.
Um livro nem sempre é sinónimo de cultura.Para o ser considerado,tem de trazer valores construtivos à vida do leitor e contribuir para o desenvolvimento no dia-a-dia,portanto ser um produto literário de qualidade,difícil de existir ou de ser reconhecido entre tantos livros onde se vende histórias pessoais e banalidades...lançar um livro não dá garantias de ser um escritor,pelo contrário,costuma servir para o autor ganhar protagonismo!
As editoras deviam ter consciência e desempenhar um papel activo com o público;não custava nada determinar critérios e analisar se alguém tem mesmo capacidade de singrar na carreira de escritor,o género literário devia ser um detalhe.
Voltando ao assunto,se a ideia da máquina for importada,vai ser um autêntico descalabro!
Os hábitos de leitura não deviam ser impingidos...cada um sabe se convém ler,aquilo que inspira ou se não se interessa por livros.
Concluindo:quando não há uma lição positiva a reter,trata-se apenas de um mero passatempo descartável.

domingo, 1 de novembro de 2015

"Preso por ter cão e preso por não ter"

Recentemente,houve uma notícia em que a casa do povo de Ermesinde decidiu fazer um calendário amador de beleza madura já do próximo ano.
As modelos são as idosas utentes do lar e o único erro foi não incluírem os homens.
Uma iniciativa cujo objectivo é animar pessoas da terceira idade através de sessões fotográficas onde pudessem ser o que quisessem por um dia,é um "balão de oxigénio" entre tantas outras coisas sorumbáticas.Eles conseguiram angariar fundos,promover a casa e além disso é uma excelente forma de não ficarem esquecidas!
Se todos os lares copiassem esta ideia piloto e criassem mais projectos séniores,seria juntar o útil ao agradável.
A fotógrafa podia fazer um álbum do trabalho,pois deve ter muitas histórias para contar.
Por outro lado,o calendário fotográfico das senhoras maduras confirmou de como ultimamente de facto muita gente anda a ver maldade onde não existe.
Os amargurados afirmaram que as modelos apareceram demasiado expostas e que as poses não são adequadas à idade.
Antes de mais,este tema traz à tona algo semelhante passado há uns anos,quando houve um anúncio na televisão da Dove pro age,em que as modelos maduras apareciam totalmente despidas mas ninguém criticou.Aí sim,foi uma tremenda falta de bom gosto e de recato da marca!
O calendário não exibiu nada de impróprio e todos devem ter esbanjado boa-disposição e se sentido felizes.
As dicas de estilo,grandes produções e um estúdio,só iam servir se tratasse de um catálogo de moda ou estivesse inserido num conceito artístico e não foi o caso.Se fosse assim,ia perder a piada.
Quem "cuspiu" indignação,quando chegar à velhice ninguém vai aturar.
O anúncio da Dove pro age também era um incentivo a assumir corpos maduros e induzia à auto-estima aos restantes,só não se recorda de ter gerado polémica.
Quando não se tem ideias para os entreter,reclamam,quando alguém resolve contribuir para o bem-estar e dar cor,incomodam-se...talvez sejam os mesmos que não se importam com a exposição gratuita de fotos ridículas de gente mais velha ou então com a dita nudez da Dove ou de um marketing qualquer cheio de artificialidades.
Concluindo,lá diz o velho provérbio:"preso por ter cão e preso por não ter".

sábado, 31 de outubro de 2015

A escrita da ado(r)lescência

Saudações mortíferas!
O tema desta mensagem vai ser sobre uma rubrica existente no jornal "Público" dedicado aos cronistas adolescentes que causa um tanto de estranheza.
O "Adolescer" é uma secção onde os autores provavelmente seleccionados pela equipa,publicam crónicas daquilo que pensam,visões e filosofias de algibeira.
Ora bem bem,o texto da Luísa dá pano para mangas e aí vão enumerados os motivos:em primeiro lugar,só por estar bem escrito não significa que tenha maturidade para entender a vida,pelo contrário,é conveniente para aparecer num jornal e também ninguém nasceu com visão raio-x a ponto de saber se é uma jovem promessa;segundo,durante a fase passageira de crescimento,os ado(r)lescentes travam conflitos internos e descobrem-se,características próprias da construção da personalidade e por último,o jornal só pode ser oportunista tendo a finalidade de impressionar os leitores e ganhar visibilidade,através dos dramas típicos dos mais novos.
A rubrica é mais do que escusada e quando deixarem de estudar,certamente eles não vão poder escrever mais aí.
A crónica de "A dor que dá o amor" é no fundo uma dissertação normal como é habitual de se observar em vários sítios.A diferença encontra-se na sintaxe e na semântica utilizada.
Já nos "Refugiados...como nós" escrito por um outro autor cheio de mania que é esperto,não mostrou imparcialidade nenhuma na opinião.
Limitou-se a reproduzir aquilo que foi transmitido dos refugiados,apelando de um modo subtil à sensibilização,ou seja,expôs algo sem questionar as notícias nem ver o outro lado desta fuga e as intenções ocultadas,pois a cultura islâmica é inadaptável!
O Jantarada é vítima de um antigo sistema passivo e manipulador da comunicação social.Talvez um dia quando este adolescente ingénuo que acredita no que vê e no que ouve (feito burro com pálas) tiver neurónios,reconheça o quanto estava errado e o quanto precisa de aprender sobre o histórico desse povo bárbaro e desumano.
Só se deve ter orgulho quando alguém por exemplo cria uma invenção concreta para o bem comum;assim exalta-se egos frágeis sem nada de importante a acrescentar.A Malala Yousafzai (uma jovem activista da defesa dos direitos humanos das mulheres) tornada ícone pelo acesso à educação no seu país,mete-os num canto e essas crónicas são do nível escolar!!!
A rubrica "Adolescer" é desprezível.A redacção devia expôr uma breve descrição e de onde apanham os jovens colunistas...depois os leitores não podem queixar de que se tornam convencidos,só porque aparecem destacados num jornal por um artigozeco de treta qualquer.
As crónicas que eles escrevem são iguais às muitas que circulam diariamente no anonimato das plataformas,apenas despertam o interesse pelos autores serem ado(r)lescentes,daí todos ficarem pasmados.
A sensibilidade à flor da pele da ado(r)lescência não é novidade mas haver uma secção onde eles falem do básico é uma perca de tempo,a grande maioria das pessoas se esquece de que eles são moldados justamente pelos estímulos que absorvem.
Resumindo:em vez do "Adolescer",a redacção devia ter optado por uma rubrica onde as pessoas pudessem enviar crónicas de um assunto ao gosto pessoal.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

"Inominável"

A "Inominável" é uma revista virtual feita por bloggers e para bloggers.
Pertencente à plataforma do sapo,o blogue reúne vários autores,colunistas acidentais e a primeira edição já foi lançada.
Ao contrário da outra,o projecto nasceu recentemente e apesar de não ter informação útil (para variar),consegue despertar o interesse do leitor em tão poucas páginas.
O conteúdo é melhor que o da "Blogazine",a fonte dos artigos aparece no início,a linguagem usada é excelente,os elementos são cativantes,os autores têm boa capacidade de desenvolver um assunto e a escrita é apelativa.Nota-se muito bem que os colaboradores da equipa são compostos por pessoas mais velhas e não são uma infinidade como essa outra revista.
A organização é razoável:há páginas de colunas e outras só de texto ajustado.Em vez de uma fotografia a ocupar uma folha,podia-se diminuir e usar mais imagens para ilustrar.
A "Inominável" também é uma forma de dar visibilidade aos respectivos blogues,através das publicações.
Nestas andanças nem devia haver distinção entre plataformas porque blogosfera é blogosfera,só muda o nome (e o modelo,claro).
Porém,em ambas há um detalhe que faz impressão:os autores serem sempre os mesmos.
Neste aspecto,a equipa devia rever o critério e estar aberta a sugestões enviadas,seleccionando aquilo que agrada e alterando a ficha técnica consoante fosse necessário.
Essa base definida é absurda.Num mar de um milhão de bloguistas devia haver espaço para mais diversidade de novidades,os membros não sabem tudo e além disso o objectivo principal desses projectos,era exactamente de conhecer mais autores existentes por aí...portanto,tinham de ser descartáveis por um bom motivo,pois esta lógica não representa nada deste blogo-mundo,são apenas pessoas que querem aumentar os seguidores.
Enquanto que a "Blogazine" é dirigida aos adolescentes,o público-alvo da "Inominável" são jovens-adultos pelas diferenças de abordagem.
A secção do consultório pouco sentimental chama a atenção pela idade da autora que expôs a dúvida:como é possível alguém na casa dos quarenta ser tão burro?Lá está o reflexo da dita geração antiga convencionalista!!!
Para já,os sites de traição são invenções deploráveis;segundo,se a porcaria do marido não está lá registado e é fiel,é um caso de louvar aos céus e por último,dedicação e prazer não é com os púdicos nem comodistas.
A parvalhona da pg.20 devia saber que os parceiros costumam procurar fora o que um deles não dá em casa e por outro lado,trair é falta de consideração e coisa de gente fraca e sem carácter.Quanto às dores de cabeça,são as típicas desculpas comuns bastante acentuadas nesta faixa etária para afastar os homens,logo tem uma parte da culpa se o tipo desiste de tentar.
Pena que nesta rúbrica só teve uma pérola...que venham mais para animar!
Na pg.25 as palavras cruzadas foram desnecessárias e a contracapa não é grande coisa.
A "Inominável" é uma revista em flash elaborada em tom humorístico e perde pela falta de títulos nas últimas páginas;uma é um conto e a outra é reservada para publicidade (o leitor que adivinhe).

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O antes e o depois da música pop

Saudações!
O tema desta crónica vai ser sobre a música pop,desde os finais dos anos 90 até à actualidade.
A música pop é um género que sofreu alterações drásticas nos últimos anos.Originalmente eram cheias de ritmo e apesar de serem básicas,as letras tinham significado,exprimia-se sentimentos,rebeldias,eram positivas e transmitiam vivacidade,características próprias do pop da velha guarda.
A moda dos artistas era normal,ou seja,dentro dos padrões da altura e a carreira das estrelas da época era duradoura.As famosas não tinham o alter-ego insuflado nem iam à televisão com trajes carnavalescos,grotescos,baratos e excêntricos.
O início do milénio foi histórico:emergiram inúmeras artistas e as músicas atingiram o pico do sucesso,totalmente incomparável aos dias de hoje.
O tempo castigou algumas cantoras como Britney Spears e Christina Aguilera...de vez em quando bate uma nostalgia daquilo que foram,é incrível como tudo passa num ápice.
Kylie Minogue e as "Sugababes" também eram divas e tiveram grandes êxitos respectivamente com as músicas "in your eyes","spinning around","red blooded woman" e "too lost in you",depois a banda foi deixando misteriosamente de aparecer.
Actualmente tornou-se numa indústria de merda,com temas moralmente decadentes,fúteis e obscenas...nada supera os ídolos anteriores:impera uma leviandade colossal nesta nova geração de cantores!!!
O género pop perdeu a típica essência feminina,tomou um rumo bizarro e devia ser reinventado.
Outrora cantava-se,agora eles usam o corpo como forma de promoção...através da mediocridade não ficam esquecidos,exemplos lastimáveis!
O decorrer dos anos 2000 foram sem dúvida o expoente máximo da música,mesmo que a tendência volte,não vai ser autêntica nesta era insana onde já não existe alma nas letras e sim protótipos de cantores.
Quanto ao galderismo,para quem tem memória curta,Christina Aguilera foi a primeira artista a lançar a moda do twerk em 2002 no videoclip "Dirrty" e todos acharam escandalosamente vulgar.
Hollywood não tem valores éticos para permitir que comportamentos estúpidos das celebridades arruinem os jovens fãs...eles que não estipulem regras de conduta,não!
Para terminar o tema,recorda-se ter sido um privilégio crescer a ouvir músicas decentes,onde o visual inspirava,dava vontade de ser uma estrela pop e vendia-se cd's karaokes da sing star.

domingo, 11 de outubro de 2015

A falta do botão "não gosto"

A necessidade do botão "não gosto" tem sido discutida de tempos em tempos.
As ideias apresentadas pelos fundadores têm sido ambíguas e suscitado falácia nos utilizadores em torno da funcionalidade.
Segundo Zuckerberg,a finalidade consiste numa interacção social positiva e é esse o cerne do problema,pois a plataforma quer queira quer não,é uma fonte potente de impressões.
Antes de mais,há muita gente a clicar em "gosto" por milhentos motivos errados e de mau gosto:há quem clique como forma de dizer "já vi","olá,estou aqui",outros clicam para serem retribuídos,coleccionar páginas,"gostam" de fotos de pessoas doentes/falecidas/desaparecidas como forma de darem apoio/simpatizar,clicam "gosto" em notícias de tragédias/desgraças como forma de mostrar solidariedade,dão  "gosto" numa foto/publicação para incentivar o autor a alcançar em flecha a popularidade,"gostam" de comportamentos reprováveis e outros dão "gosto" aleatoriamente por apetecer.Ou seja,há interpretações nitidamente distorcidas do famoso polegar para cima.
É extremamente absurdo não reconhecerem a importância do botão "não gosto"...a estratégia da empresa passa por induzir os utilizadores a serem comodistas com aquilo que rodeia e a seguirem moldes ditados pela rede.
Este sinal revela que a sociedade permanece no patamar primitivo!A maioria precisa urgentemente de amadurecer,estar aberto a outras visões e sobretudo,evoluir.
Nunca ninguém morreu por lidar com críticas mas infelizmente o termo é confundido com enxovalhamentos e ataques.
Se o CEO ponderasse em conceber o botão "não gosto",tudo iria entrar nos eixos à velocidade da luz.
As marcas iam aprender a melhorar a venda do produto/serviço e a ter consideração pelos consumidores,as pessoas vulgares e exibicionistas iam piar baixo pela quantidade de ódios e as páginas de partilhas que se limitam a copiar conteúdos também iam começar com picardias.É tão aprazível imaginar essa funcionalidade a dar vazão.Sinceramente,qual é o mal?Crescer faz parte da vida!!!
Só se deve clicar em "gosto" quando se concorda ou adora por vontade própria.
A percepção negativa atribuída ao polegar para baixo,leva as opiniões opostas a serem desvalorizadas quando no fundo criaram um autêntico fosso preconceituoso;não existe essa de agradar a todos e afirmar "não gosto" não se trata de uma ofensa.
Se for dado numa foto pessoal de um álbum,não se deve levar a peito,basta ignorar!
Em resumo,a falta do botão "não gosto" reflecte em peso um grave atraso intelectual.
"O discurso é o rosto do espírito." Séneca

"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .